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terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Top Posts e Top Parceiros 2010

Chega o fim do ano e aqui eu só tenho a comemorar. Muita interação com os leitores e leitoras, muita polêmica, bem como eu gosto. Mais de 250 mil pageviews segundo o Google Analytics, que instalei em fevereiro, e mais de 300 mil nos últimos 12 meses, segundo o Sitemeter, instalado no ano passado.
Estes foram os posts mais acessados no blog desde 4 de fevereiro, quando instalei o Google Analytics. Considerei apenas os textos inéditos do blog (escritos por mim, ou comentados, ou de leitores).
1 - Meu namorado tem o pênis pequeno! - mais de 9 mil acessos
Os acessos para o blog vieram de vários parceiros em 2010!
Jamais imaginei que tantas pessoas viessem a ler o que escrevo, e fiquei muito feliz com a identificação que grande parte de vocês demonstrou em relação aos textos e desabafos. Daqui para a frente creio que o blog se tornará um pouco menos pessoal do que antes, que foi o que o caracterizou no início. Tudo muda, e espero que meus seguidores e leitores me acompanhem nessa mudança, sempre enviando sugestões e desafios.
Um brinde a todos e um grande beijo da Mulher de 40!

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Feliz Natal às minhas almas gêmeas... ou não!

Feliz Natal a todos que têm acompanhado minhas aventuras, desventuras e loucuras por aqui.
Feliz Natal a todos que, de alguma forma, me compreenderam...
Feliz Natal a todos os que, como eu, são incompreendidos pela vida e pelos outros, e são chamados de desequilibrados...
Feliz Natal a todos que têm coragem de viver o que a vida lhes reservou!
Feliz Natal a quem não tem vergonha nem medo de amar, se entregar e se estrepar todo na mão da pessoa errada...
Feliz Natal a quem acredita no amor e na paixão!
Feliz Natal também a todos que julgam e rotulam...
Feliz Natal a quem acha que tudo na vida se resume a raciocínios lógicos ou fórmulas arcaicas de relacionamento.
Feliz Natal aos que desacreditam, aos que querem se manter dentro de um caminho traçado independentemente dos sentimentos dos outros...
Feliz Natal aos que pensam que podem controlar tudo...
E um Feliz Natal aos descontrolados, como eu, porque deles é o reino dos céus, já que dizem que Deus protege os cegos, os bêbados e os loucos!

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

40 anos: subindo ou descendo o morro?

Chegando ao fim o concurso das mais belas mulheres de 40 e eu me pego pensando nos meus 40. Na verdade, 44. Quando completei 40, imaginei um morro bem alto. Tinha chegado ao topo e estava prestes a começar a descida. Em muitos aspectos. Alguns, inevitáveis, como a saúde, que já não é mais a mesma. Outros dependem mais do ponto de vista, como o "ficar velha".
Lá pelos 37 ou 38 anos, comecei a notar alguns sinais no rosto... os contornos já não são os mesmos. Nem os do corpo, apesar de tantos anos malhando. Sempre fui muito vaidosa, e sempre gostei de elogios. (Cheguei a pensar em colocar uma foto minha no post do concurso, mas seria anti-ético rsrsrs...) Recorri aos ácidos. Uma maravilha sentir na pele os efeitos da tecnologia anti-envelhecimento!
Como exagerei na dose quando era mais jovem, hoje não posso mais malhar como gosto. Tenho de me contentar com a hidroginástica e aquele cheiro horrível de cloro (odeio!). Mas talvez ainda consiga reverter essa situação... haja paciência! E vejo várias na mesma situação, mas de nada adianta avisarmos aos mais jovens. Aliás, cada dia penso mais em plásticas e tenho mais preguiça.
Então, estou-me dando conta de que o "morro" é ao contrário, para descer todo santo ajuda, ou seja, para chegar até os 40 é fácil, tudo é simples, vai lá e faz, troca de profissão, de marido, tem filhos, muda de cidade, chuta o balde, faz loucuras, e por aí vai. Já agora, começa a subida até o final, que não sabemos aonde fica. Depois dos 40 a coisa não é tão simples assim.
Sim, nos tornamos mais exigentes. Mais sábias. Mais ponderadas. Mais experientes e donas do próprio nariz. Mário Prata disse que sexualmente sabemos tudo. Talvez sim. Mas a mim já ronda o fantasma da menopausa: quando será? Será que vou perder a vontade? E perder o tesão por tudo o mais? Afinal, já gosto de ficar quietinha no meu canto e passo cada vez mais a pensar na chácara dos meus sonhos... isolada no meio do mato (com ar condicionado e internet, claro...)
Tem horas que realmente sinto que estou subindo uma ladeira. Principalmente quando levanto cedo para trabalhar. Ou quando penso em fazer um empréstimo bancário para realizar alguma aventura, como agora... Dizem que a gente pode tudo, basta querer. Lindo! Mas na realidade, não funciona bem assim. Tenha um filho e saberá (a menos que seja um pai ou uma mãe irresponsável, coisa que não me considero).
Ainda estou para descobrir se estou subindo ou descendo uma ladeira. Me coloquei atualmente em um plano. Me dei um tempo. Olho para um lado, um precipício. Olho para o outro, uma ladeira. Vou decidir qual deles vai dominar a paisagem daqui até o fim. Diga lá, Rei!

terça-feira, 30 de novembro de 2010

domingo, 21 de novembro de 2010

Do sofrimento e da rebeldia

Ia começar esse post falando de minha atual fase, calma e paciente - ou quase, rsrs. Mas fiquei lembrando do furacão que foi minha vida nos últimos 24 meses e me indaguei: o que será que faz com que a gente dê uma sacudida tão forte na vida de vez em quando? E muitas vezes sem resultar em nada?
É como uma roupa velha que está guardada há muito tempo no armário, e, quando a encontramos, lembramos de tempos passados. Aí ficamos sem saber se, por não ser usada, a roupa deve ser doada, ou se, por guardar lembranças, ela deve ficar ali, enchendo os armários de coisas inúteis. Ou experimentá-la, para ver se ainda serve...
Às vezes fico observando pessoas ao meu redor, e gosto muito de falar bobagens. Sinto olhares de reprovação e penso se essa pessoa não estaria sentindo o que falo e não tem coragem de dar voz aos sentimentos. Como são pouco sinceras as pessoas! Parece que virou moda ser feliz, mesmo que só nas aparências. A maldita onda de livros de auto-ajuda... Prefiro ser sincera. Assumir as próprias mazelas é o primeiro passo para nos livrarmos delas.
Isso é particularmente bizarro em cidades pequenas, como a em que moro. A vida de todos é conhecida e, mesmo assim, insistem em manter as aparências. Olham com cara de nojo para a sua tatuagem mas não enxergam o próprio nariz. Jogam areia se você tenta fazer alguma coisa realmente legal, porque não querem sair do comodismo de não fazer nada, e não querem ser ofuscados.
Voltando ao início... sacudi, sim, a minha vida. De uma forma que mudou a minha perspectiva para o futuro. É bom isso, mesmo que doa e faça doer. A vida mostra seu verdadeiro gosto - do contrário, imagine-se comendo um doce embrulhado em plástico, sem sentir o sabor. A vida pode ser amarga também, mas é inevitável e ficar "dourando a pílula" não vai adiantar nada. Curtir a dor faz parte, e chorar bastante, e assim aliviar a dor e a auto-piedade que nos acomete.
Talvez porque ande calma, ando sem muita inspiração para escrever. Mas estarei sempre tentando, e, se puderem me enviar sugestões, agradecerei! Por enquanto, a minha rebeldia vai aparecer em arte corporal: tatuagens, piercings, tinta no cabelo... o que mais? (Quanto mais me olham de cara feia, mais eu quero chocar rsrsrs....)

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Dia de muito...


Desde criança ouço essa expressão "Dia de muito, véspera de nada". Minha avó, depois dos dias de festa, falava que ficava cansada. Minha mãe sempre se sente triste depois de um dia muito alegre. Quando bebemos muito, temos ressaca. Quando comemos demais, sentimos os efeitos no sistema digestivo. Depois de um carnaval, então, ficamos vários dias assim, meio entre o céu e a terra, ou entre o céu e o inferno...
Já li que todo o universo tem seus pontos altos e baixos, e houve uma época em que era moda falar em biorritmo (se quiser fazer o seu, clique aqui). O que nunca esqueço foi uma afirmativa de que atualmente viveríamos uma fase muito pobre artisticamente - na verdade afirmavam que a fase boa já teria alcançado o seu ápice em torno dos anos 60, e depois decairia. (#fato.)
Não vou descambar para a filosofia, que não é o meu forte, mas vou falar de mim, é para isso que tenho este blog. O fato é que o ano passado para mim foi um pico em vários sentidos. Aconteceram muitas coisas. Em todas as esferas de minha vida, foi um ano em que entrei em erupção. Fiz e falei tudo o que tinha vontade. Criei uma personagem virtual que hoje é meu alter ego, e acho a minha pessoa um tanto sem graça perto dela.
Este ano estou em um vale emocional, físico, espiritual e profissional. Sinto como se tivesse jogado para o alto tudo o que tinha em minha vida e agora estou tentando catar no chão, entre o que restou, o que realmente tem valor para mim. É um ciclo que se fecha. Sinto uma nova vida pela frente, mas ainda está tudo muito difuso. Sinto que tenho que tomar decisões, mas não me forço mais. Estou tomando o meu tempo.
Tento recuperar uma coisa de cada vez. A saúde mental foi a primeira; procurei ajuda enquanto precisei. Agora estou cuidando da minha parte física. Meu lado espiritual tem me dado vários chamados e não tenho escutado; sei que em breve terei de cuidar disso. Ele é muito forte e influencia todo o resto da minha vida. Porque é de meu espírito que tiro forças para todo o resto.
Meu lado social está, no momento, se recolhendo um pouco. Não me cobro. Já pensei até em parar com o blog, porque tem horas que parece que ele não tem mais razão de ser. Ainda tenho que arrumar forças para resolver o meu ponto de transcendência: minha profissão. Ela é a única coisa que vai me pertencer por toda a vida. Nem amigos, nem filhos, nem marido, nem familiares... apenas a profissão acompanha um ser humano por toda a sua vida, e é nela que tudo se apoia.
O momento em que você enviuvar ou se divorciar, que seu filho for estudar fora ou seu melhor amigo for embora para o exterior, a hora em que você começa a perder seus parentes próximos; quando todos lhe viram as costas, quando você começa a perder a beleza física e o frescor da juventude... enfim... sempre acreditei nisso: é na profissão que você se agarra. Ela lhe dá a chance de ser alguém no mundo e fazer diferença.
E é esse meu principal problema atualmente: não me sinto mais útil em minha profissão. Cheguei em um ponto em que não há mais desafios intelectuais, e as barreiras para fazer o que eu acho certo me parecem intransponíveis. Estamos também chegando ao fim de mais um ano, e a perspectiva de em breve fazer (mais um?) aniversário, e todas aquelas festas e rituais, nada disso me alegra nem um pouco.
Hoje vinha pela rua pensando... quero parar um pouco. Com tudo. Meditar. Respirar fundo. Ficar alguns momentos sem fazer nada. Eu mereço. Mereço um pouco de nada.
Beijos a todos.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Ser gaúcho é...

Ser gaúcho é...
  • Morar em Florianópolis e dizer que Caxias do Sul é melhor;
  • Assinar Zero Hora em Nova York;
  • Estar no Maracanã escutando a Rádio Gaúcha;
  • Bater no filho ao descobrir que ele é Flamengo;
  • Chamar jacaré de lagartixa;
  • Achar que a FREE WAY é a nona maravilha do mundo;
  • Ter confiança em bancos gaúchos;
  • Comemorar uma revolução que não deu certo;
  • Chamar a mulher de prenda;
  • Dizer que é fácil fazer churrasco;
  • Comer a costela antes da picanha;
  • Dizer que vaso de banheiro é PATENTE;
  • Comer NEGRINHO em vez de brigadeiro;
  • Falar TCHÊ ao telefone só pra ver se descobre outro;
  • Falar TU em vez de VOCÊ;
  • Enviar cartão postal de TORRES;
  • Fazer compras no SUPER;
  • Dizer que tem um FRIGIDAIRE em vez de geladeira;
  • Achar que o LAÇADOR é maior e mais bonito que o Cristo Redentor;
  • Achar que o GUAÍBA é rio;
  • Dizer que tomar água a 100º C com gosto de mato é coisa de macho;
  • Chamar geléia de CHIMIA;
  • Chamar doce de leite de MU-MU;
  • Falar classe em vez de carteira;
  • Falar roleta em vez de catraca;
  • Falar lomba em vez de morro;
  • Poder falar tri legal ou muito tri;
  • Chamar quarteirão de quadra;
  • Chamar semáforo de sinaleira (ninguém entende);
  • Falar "capaz" (ninguém entende também);
  • Torcer pra qualquer time que esteja jogando contra o time adversário (Grêmio ou Inter);
  • Ficar babando na frente do açougue e achar carne "linda";
  • Gostar de passar frio (5 graus e o índio velho vai colocar um moletom);
  • Outra coisa que só o gaúcho fala é "pechada" quando se refere a uma batida de carros... ninguém entende;
  • Chegar no mercado e pedir : me dá 5 pila de cacetinho e 1 kilo de guisado.
Ser gaúcho é:
  • Saber que a nossa pátria é o Pampa e não a praia com coqueiros;
  • Saber que nossa característica é a bravura e não o jeitinho;
  • Saber que nosso valor é a lisura e não a malandragem;
  • Ser simples de modos, mas reto de caráter;
  • Ser franco e direto, nem que isso cause inimizades;
  • Ser humilde em ambições, mas exagerado em ideais e paixões;
  • Ser um respeitador fiel da hierarquia funcional e o primeiro a proclamar a igualdade;
  • Um ser batalhador, que não desiste nunca;
  • Um rebelde, que nunca aceita ser dominado;
  • Um bravo, que não foge de uma luta por ser difícil;
O gaúcho autêntico é um verdadeiro tradicionalista.
Não porque aprende coisas no CTG, mas porque carrega em si esses valores e não vê alternativa possível de vida digna fora deles.
Por isso eu tenho orgulho de ser chamada de "GAÚCHA".
Um quebra costela a todos!
(Bem CAPAZ que eu não vou REPASSAR!)

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Alguém anotou o número da placa?

Hoje volto ao motivo inicial que me moveu ao criar este blog. A passagem pelos 40 anos. Estou passando, talvez mais rápido do que gostaria, mas o fato é que é bem fácil falar que é a melhor fase da vida, que os 40 são os novos 30, etc, etc. Não é bem assim. Para algumas, talvez até seja, e eu então me considero imatura comparada a elas, porque certas coisas estão demorando para serem aceitas como parte da vida. Da minha vida.
Hoje comecei a fazer hidroginástica. Depois de muito brigar contra a minha natureza, porque sempre fui rata de academia. Até que a idade foi chegando, e com ela, os problemas de coluna. O médico começou aconselhando, terminou ameaçando. Ou hidro, ou pilates, ou vou acabar na faca. Não posso mais caminhar. Nem levantar pesos. Ainda insisti um pouco em casa, pois amo ginástica localizada, que já faço há 25 anos. Mas acabei tendo que tomar remédios fortíssimos para dor. Ou seja, porque não aceito envelhecer rsrsrs...
Para mim, exercícios físicos e espelhos sempre foram sinônimos. Sempre adorei ver meus músculos se contraindo no espelho, sentir o suor escorrendo pela nuca, sempre corrigindo a postura e procurando fazer o movimento mais exato. Tinha épocas que passava 3 ou 4 horas por dia malhando. E hidroginástica para mim sempre foi coisa de velha, sem querer ser preconceituosa. Uma coisa meio parada, meio de doente mesmo. Como sempre, estou sendo bem sincera.
Mas a hora de cada um sempre chega. Depois de 2 anos sentindo dores diárias, e adiando, acabei lá, na hidro. Junto com uma porção de mulheres bem mais velhas ou bem mais gordas do que eu. Quando entrei na piscina, ficou todo mundo me olhando. Depois imaginei por que seria. Achei que foi por causa de uma grande tatuagem que tenho no braço, que é tão agressiva quanto meu temperamento. E meu temperamento não se importa em chocar ou chamar a atenção.
Gostei de fazer hidroginástica. Mas porque minha cabeça está mudando. Acho que estou aceitando estar com quase 44. E estou vendo vantagens nisso. Por exemplo, atualmente ando às voltas com "perder 3 quilinhos"... mas não é nem um pouco por estética, se fosse por isso estaria me lixando, me sinto muito bem como estou, obrigada. Mas, mais uma vez, por questões de saúde.
Senti falta de me olhar no espelho fazendo exercícios. Parecia que não estava fazendo nada, pois não doía, não suava, não enxergava. Mas, aos poucos, o bicho foi pegando, e como estou fora de forma justamente por não estar mais conseguindo malhar como adorava... fui sentindo os músculos. Nem sei como vou me sentir amanhã. Agora estou ótima! Se estiver dolorida amanhã, vou adorar! Só quem gosta de exercícios sabe do que estou falando - aquela dorzinha gostosa do
day after.
É uma mudança pequena. Mas para mim é enorme. Mudar de hábitos não é fácil, depois dos trinta, a gente passa a ser cada vez menos flexível, se não se der conta disso. É o tal do envelhecer na cabeça e não no corpo. Mas eu mais uma vez estou notando que posso, sim, continuar mudando. E fico muito feliz com isso. Aliás, venho notando algumas mudanças em meu temperamento ultimamente. Coisas da idade? Nao sei, mas vou continuar por aqui falando sobre isso e buscando pessoas que pensem parecido.
Enquanto isso... alguém aí anotou o número da placa do caminhão que passou por cima de mim hoje naquela piscina?

sábado, 2 de outubro de 2010

#Meme: 9 coisas sobre mim

Recebi do blog Mulher de Marte esse meme e resolvi postar, óbvio, logo eu que nem gosto de falar de mim rsrsr...
1 - Tenho um jeito de falar meio estúpido e sério, dizem que é coisa de escorpiana ter a voz inconfundível, então muitas vezes acham que estou brava. E falo demais também, ou coisas que não deveria. Sempre admirei pessoas que falam pouco, calmamente e com meiguice. Isso me transforma naquelas pessoas que você ama ou odeia.
2 - Adoro trabalhar e conversar com adolescentes, tenho que me cuidar para não querer ser igual a eles, porque quando me dou conta já incorporei até algumas gírias deles. Mas acho que é porisso que eles me adoram! \o/
3 - Tenho o hábito de ficar cutucando embaixo da unha do polegar com a unha do mindinho, vi a Coco Chanel do filme fazer igualzinho enquando fumava e achei chiquérrimo! rsrsr... Isso depois de ter passado quase 30 anos de minha vida roendo as unhas, então hoje curto elas compridas.
4 - Sempre fumei, bebi e tomei remédios para depressão e para dormir. Mas jamais viciei em nada disso. Cigarro para mim é companhia para bebidas, baladas, conversas com amigas, e só fumo quando a outra pessoa também fuma. Chego a ficar semanas sem fumar. Bebida é uma cervejinha ou taça de vinho, mas já tomei muito porre na vida. E quanto às drogas legais - tarja preta - atualmente estou "limpa".
5 - Também já tive uma fase natureba, não comia carne vermelha, era anti-tabagista das chatas, fazia muito exercício (até demais)... mas isso não me levou a muita coisa, não. Descobri com a idade que genética e atitude positiva contam mais na saúde do que todo o resto, e que quanto menos preconceitos tivermos, mais chances temos de conhecer pessoas legais e ser feliz!
6 - Bem, exercício faço desde os 18 anos, então são quase 26 anos de ginástica! Possivelmente, depois da minha filha, a maior paixão da minha vida! Mas na escola detestava jogar vôlei, parecia que era a bola que batia em mim, e não eu nela. Até hoje sinto isso e gostaria de ter aprendido. Andei tentando jogar esses dias e foi cômico!
7 - Aos 18 anos, fui Rainha das Piscinas aqui na minha pequena cidade! \o/ Disputei o concurso a nível estadual e não ganhei nada, mas aqui a minha satisfação foi ter ganho da menina que havia me roubado o namorado kkkkk... E ainda ganhei 3 dias em um hotel 5 estrelas!
8 - Sou muito caseira, não sou de visitar quase ninguém, e quase ninguém me visita. Como passo o dia fora, trabalhando em meio a muitas pessoas, gosto de chegar em casa e ficar quietinha, ou no meu mundinho virtual. E por ter trabalhado durante 15 anos até as 20 horas, hoje tenho prazer em chegar cedo em casa e ver todas as novelas, às vezes...
9 - Adoro água! Mar, rio, piscina quente, piscina fria, chuveiro, banheira de motel, banho de mangueira, banho de chuva, whatever! Nadar então... amo! Acho que fui um peixe em outra encarnação! Ou uma sereia... hehehe
Após me exibir bastante, vou deixar aqui o convite para prosseguir com o #meme aos meus seguidores do Twitter. Quem se habilita? Mandem para o email mulheradolescente@gmail.com, vou adorar publicar!
Beijos!

sábado, 25 de setembro de 2010

Me deixem sofrer!

Quem acompanha meu blog desde o início, sabe que ele é uma colagem. Tenho posts contando minhas histórias reais, histórias que me mandam por email, textos opinativos, e também posto textos de outros autores que admiro, que estão por aí na internet, e que normalmente me vêm por email. Considero ele um tipo de agenda, daquelas que a gente tem quando é adolescente, e aonde cola fotos dos amigos, bilhetinhos, poesias, letras de músicas, coisas que aconteceram, enfim...
Desde que comecei a postar, muitas coisas aconteceram na minha vida, aliás, criei o blog justamente porque estava em uma fase de mudanças pessoais. O blog veio de encontro à história de muitas mulheres que passaram ou passam pelas mesmas coisas que eu, e até homens também, e todos entram em contato para repartir, multiplicar, refletir ou tentar amenizar os problemas que enfrentamos.
Noto que a maioria das pessoas, quando a gente está sofrendo por algum motivo, tenta apelar para que façamos uso da razão. "Esse cara não te merece!"... "Sai dessa!"... "Levanta a cabeça!"... "Decide logo!" Como se fosse fácil assim. Claro que a razão também temos, mas o coração tem horas que não obedece. Se fosse tão simples assim, não existiriam milhares de blogs tratando de relacionamentos. Era só desligar um botão e pronto.
Sempre considerei minha intuição. Claro que busco centenas de outras opiniões, mas nas poucas vezes em que preferi usar a razão para assuntos emocionais, continuei sofrendo, talvez de outro modo, mas sofrendo. E talvez até fazendo outras pessoas sofrerem. Porque acredito que lá no fundo todos sabemos o que nos faz feliz. Mas sempre tem alguém para repetir "Não é por aí".
Agradeço aos que tentam me ajudar, e adoro um ombro amigo, porém quem sofre sabe que precisa chegar ao fundo do poço, e de lá pegar impulso para subir. Se tiver que me estrepar toda, eu vou até o fim. Mas seguindo minha intuição. Então, esses dias comentei com humor e ironia os emails de auto ajuda que nos enviam. Para que milhares de livros de auto ajuda? Um só bastaria. Todos se repetem, como os emails e as correntes, e como os conselhos da maioria das pessoas.
Sei que todos querem nos ver feliz, mas "cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é". Sempre chega o momento de cair na realidade. Ou não. Se repetimos os mesmos erros e nos damos conta a tempo, ótimo. Senão, o destino vai-se repetir incessantemente. E a colcha de retalhos que é nossa vida vai aos poucos cobrindo nosso corpo, nos sufocando. Então sabemos que apenas o tempo ensina, e a quem quer aprender.
Como na foto acima, acho que devemos dar o primeiro passo... e deixar acontecer todo o resto. É inevitável. E às vezes até bonito!

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Desabafo #2


Já se sentiu alguma vez assexuada? Pois é assim que me sinto atualmente. Deixei invadirem meu lado mais bonito, mais mulher, mais sexy, e fui simplesmente usada como diversão.
Muitas mulheres passam por isso, eu sei. Olhar para as lingeries lindas que comprou para impressionar o cara, e ter vontade de chorar ou de colocar fogo em tudo. Mas guarda como recordação de um pedaço seu que foi embora.
Não sei quando vou conseguir me sentir mulher de novo ao lado de alguém. Não me imagino nua ao lado de homem nenhum. Não imagino homem algum invadindo minha intimidade, explorando meu corpo, afetando meus sentidos, me fazendo desfalecer. Fui roubada.
E os beijos? Simplesmente minha boca ficou seca. Não sei mais o que é ter vontade de beijar demoradamente, assim, com o corpo todo se envolvendo. Quando vejo uma cena de novela assim, parece que é uma coisa de um passado distante, tão distante quanto o tempo em que eu trocava bilhetinhos na escola com o garoto de quem gostava.
Me fechei em copas. Fechada para balanço. Depois de ter vontade de arrancar minha própria pele de tanto nojo que senti, fiquei estranhamente fria. Sem sentimento algum em minha alma. Nada mais me move. Sou um corpo que responde automaticamente aos pedidos de comida e água. Trabalho por necessidade. Durmo muito menos do que gostaria. Fico sozinha menos ainda.
A única vontade que tenho é de pegar meu carro e sair pela estrada, sem destino. Para sorte de minha filha, Deus me fez uma boa mãe, então isso está fora de cogitação. Talvez o destino esteja me proporcionando mais ocupações do que o normal, então minha cabeça fica ocupada, pois quando páro, acendo um cigarro, o mundo cai de novo.
E, sem querer fugir dos lugares comuns... Sei do meu valor. Sei o quanto posso. Sei também que o tempo traz todas as respostas e novas perguntas. Minha consciência está tranquila. Tudo foi dito. Tudo foi feito. E sei que tudo que fazemos e desejamos volta em dobro para nós. Eu só quero um pouco de paz.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Quer garantir seu relacionamento?


O insight veio de madrugada. Como sempre. Onde começa tudo o que nos incomoda? Na informação. Você fica sabendo de alguma coisa, vai lá e quer saber mais, e pergunta, e cada vez quer saber mais. Curiosidade. É o que move as pessoas, é também o que destrói os relacionamentos.
A rotina também ajuda, mas uma coisa leva à outra. Se você está entediado, fica com a mente vagando aqui e ali em busca de algo que lhe tire do tédio. E acaba encontrando algo que lhe desperta a curiosidade. Bendito e maldito Mr. Google!
Nos relacionamentos, então, é a mesma coisa. Segundo uma das leis da física, todo corpo em repouso tende a permanecer em repouso, e todo corpo em movimento tende a permanecer em movimento retilíneo uniforme. Ou seja... "não mexa com quem está quieto", ou "em time que está ganhando não se mexe!"
Portanto, se você está envolvido em algum relacionamento ou casamento e quer mantê-lo, siga algumas dicas que passaram pela minha cabecinha de madrugada rsrsr...
1 - Não tenha amigos solteiros. Você vai descobrir que as pessoas saem, se divertem, têm muitos amigos divertidos, e o pior... fazem sexo, e muito, e do bom, e com vários parceiros!!!
2 - Não vá para baladas com seu parceiro ou parceira. Você vai encontrar muita gente bonita, bem arrumada, que se cuida, e vai descobrir que você ou seu parceiro estão meio fora de moda, ou que ele ou ela não sabe dançar - ou que vira a piada da turma depois da terceira dose...
3 - Frequente pizzarias daquelas que os casais levam as crianças. Se você estiver namorando, vai ver que tem gente que está em um situação pior que você - ufa! - e que não tem que aguentar aqueles pirralhos correndo em volta da mesa e pedindo chocolate toda hora. Se tiver filhos, vai dar graças a Deus pelo fato da pizzaria ter um recanto só para os pimpolhos e você poder comer em paz.
4 - Visite seguidamente a sua mãe, concorde com tudo o que ela disser e ouça seus conselhos. Afinal, mãe é a pessoa que mais conhece a gente e sabe quando a gente está querendo fazer cagada... ou já fez! Vocês também podem comentar as novelas. Sogra também vale. Peça para olhar as fotos do seu amado quando era bebê e fará uma senhora feliz!
5 - Quando seu marido ou namorado avisar que vai jogar futebol, ou comer churrasco com os amigos, aproveite para limpar os armários e organizar tudo. Assim, você ocupa sua cabeça e não fica pensando bobagens. Quando ele voltar, você estará tão cansada que não vai nem reclamar da hora ou do estado em que ele chegou.
6 - Se você encontrar algum ex-namorado na rua e ele estiver careca e barrigudo, terá motivos de sobra para se achar a mulher mais feliz do mundo com o maridinho que tem em casa... a menos que ele também esteja careca e barrigudo. Mas pense que pelo menos ele é seu. E se encontrar uma ex de seu homem, e ela estiver maravilhosa, conte a ele que ela virou garota de programa ou que tem mil amantes.
7 - Se você gosta de internet, acesse apenas blogs e sites de trabalhos manuais, de educação de filhos ou de penteados para noivas - se está pretendendo casar. Aperfeiçoamento de carreira e fofocas de famosos também vale. Procure também abrir TODOS os emails de auto-ajuda com arquivos em Powerpoint que você receber, e devolva todas as correntes e visitas de Nossa Senhora. JAMAIS - eu disse JAMAIS - procure pessoas do seu passado no Google. Você vai encontrar... e os resultados podem ser desastrosos.
8 - Jamais aceite convites de estranhos em redes sociais, aliás, você nem deveria acessá-las. Tem tanta gente louca por aí nesses negócios de Twitter, Facebook, etc... Todos um bando de infelizes e solitários, que não têm amigos para conversar. E você já tem o bingo das quintas-feiras para colocar o papo em dia mesmo...
9 - Jamais acesse blogs sobre relacionamentos, dicas de sexo e comportamento. Esta deve ser a última vez que você lê meu blog. Proteja sua vida sentimental. Se os outros têm problemas, que vão se tratar, ou procurar um padre, ou psicólogo, mas que não venham destilar seu veneno para atormentar a cabeça de quem está feliz com seu casamento ou namoro.

10 - E finalmente... (por que as listas tem sempre 10 itens?) Se não está muito feliz ultimamente, não é pelo fato de que dois garçons te atenderam ao mesmo tempo no café, ou que aquele garotão te olhou com um olhar diferente, que você vai conseguir coisa melhor por aí. Contente-se com o que tem em casa. Afinal, deve ser apenas TPM, ou uma pontinha de depressão por stress... nada que uns remedinhos não resolvam! Cuidado...

terça-feira, 20 de julho de 2010

Amigo



Amigo é aquele que pode estar ao teu lado agora, ou pode estar a milhares de quilômetros de distância, e a sensação é a mesma. Você pode tê-lo visto ontem à tarde ou há dez anos atrás, mas quando sentarem para conversar, a intimidade é a mesma.
Amigo toma porre junto e segura o seu cabelo para você vomitar. Entra no banheiro das mulheres para tirar você de lá e te levar para o hospital. E no outro dia vai te visitar e saber se você acordou bem.
Amigo tranca a porta da sua casa para você não fazer besteira. Canta Ursinho Pimpão pra você dormir. Amigo escreve carta - quando eu era adolescente escrevi muitas, hoje são os depoimentos. E guarda as que recebe. Eu guardei todas.

domingo, 20 de junho de 2010

Happy Birthday, Mulher de 40!


Hoje, dei-me conta de que amanhã o blog completa um ano! Quando fiz o primeiro post não sabia bem o que estava acontecendo ou por acontecer. Mas, de lá para cá, foram muitas gratas surpresas!
O post de ontem sobre amizade virtual já foi um presente antecipado, pelos comentários que recebi de vários amigos que conquistei durante esse ano de blog e Twitter.
Resolvi parabenizar a mim mesma e ao blog (não seríamos uma coisa só?...) com a imagem de uma mulher maravilhosa que parece ter decidido não envelhecer. E é ela, Marilyn, que vai cantar parabéns para o blog!

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Antidepressivos: por quê?

Tenho uma "saga" com depressão, síndrome do pânico, transtorno de humor e antidepressivos desde os 20 anos, quando comecei a sofrer de insônia. Evitei muito tempo tomar remédios, achava horrível apelar para isso. Um dia, não aguentei mais e cedi. Meu ginecologista decidiu me receitar fluoxetina, o famoso Prozac.
Talvez por uma tendência genética, somada a uma afinidade pela solidão, eu tenha desde então alternado minha vida entre bons e maus momentos. E entre "tomando" e "fugindo" dos comprimidos. Tive até depressão gestacional, mal que, só descobri hoje, assola cerca de 30% das gestantes. Depois da primeira crise de pânico, já experimentei de tudo um pouco, acho que fui cobaia de um psiquiatra mais louco que seus pacientes.
O fato é que a vida de todo mundo tem altos e baixos, são ciclos pelos quais a gente passa desde que a nossa expectativa média de vida subiu de 40 para 70 e poucos anos... Quando se vivia pouco, pouco tempo sobrava para pensar, e a vida era bem mais simples, rápida e rústica. Agora temos milhares de coisas para escolher, trocamos de profissão ao longo da vida, trocamos de marido/esposa, trocamos de sexualidade, deixamos de ser filhos e filhas para sermos pais e mães, avôs e avós, tios e tias... Não é justo me tacharem de "transtornada" por ser um pouco mais instável que os outros, talvez eu seja na verdade um pouco mais transparente ao demonstrar minha fragilidade sendo imprevisível.
O que me parece é que sempre que as pessoas estão infelizes e insatisfeitas com suas vidas, alguém acaba lhes convencendo de que é depressão. Eu sei que estou infeliz, e isso me deprime. E estar deprimida me rouba a coragem de mudar. E fico mais infeliz ainda não mudando. É uma bola de neve.
Resolvi procurar mais gente como eu, o que é mais fácil do que encontrar quem não tome algum tipo de antidepressivo, hoje em dia. Felizes os que não precisam. Embora eu saiba que a medicina e a indústria farmacêutica tenham banalizado o seu uso, por comodidade e lucro, o certo é que somos o que se poderia chamar de "civilização perdida"... muito não sabem por que estão aqui, para onde vão, nem onde estão... Eu gostaria de me achar, e receio que tenha que procurar pela quarta ou quinta vez a ajuda de psicoterapeutas. Ou quem sabe criar coragem para admitir quem eu realmente sou, para mim mesma e para os outros, que estão esperando que eu não seja mesmo aquela louca que surta de vez em quando.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Autobiografia


Quando tinha uns onze anos, e já me achava mocinha, sempre imaginava que lá pelos trinta anos já teria minha casa, um bom trabalho, marido e três filhos: duas meninas e um menino, já tinha até os nomes. Inclusive, fazendo os cálculos, eu e minha amigas dizíamos: Ihhh, no ano 2000 estaremos umas velhas...
Dos quinze aos dezoito anos foi bem como me disseram que seria... passou voando! Um período de descobertas, do primeiro amor, a primeira transa com quase dezenove anos... Depois vieram os namorados, vários, pois nunca fui de esquentar banco. Nem na faculdade esquentei, fiz dois anos de um curso e passei para outro, escolha essa de que hoje muito me arrependo.
Aos 20 e poucos, casei pela primeira vez. Aos 29, me separei. E, quando finalmente cheguei aos tais trinta anos... separada, sem filhos, sem casa, dona do próprio negócio, que às vezes dava dinheiro, às vezes não dava. Enfim, tudo diferente do que imaginava. Não me dedicava como devia ao trabalho, porque estava empenhada em viver a liberdade de uma segunda adolescência, dessa vez não vigiada, morando sozinha \o/ !
Hoje,

terça-feira, 11 de maio de 2010

MulherNaoPresta no Twitter


Desta vez, vou tentar responder aos tweets de meu amigo MulherNaoPresta... ou comentar... Ponto de vista masculino (dele) X Ponto de vista feminino (o meu)!
"Algumas mulheres inventam historinhas para terminar. Facilite pra ela. Faça de conta que você acredita e vá procurando outras."
Alguns homens inventam desculpas para não comparecer a um encontro marcado. Todas elas significam = arrumei outra melhor! Finja que acredita e faça a fila andar da mesma forma.
"Palavras que DEVEM sair da sua boca: 'Você vai dormir aqui outra vez?'"
Se levou para a sua casa, aguenta! Ou vai colocar a mulher porta afora no meio da madrugada?
Ou, no caso dele querer dormir na casa dela - e começar a roncar - , ótima frase: "Não durmo com estranhos".
"Palavras que DEVEM sair da sua boca: 'Ih, começou a gritar? Peraí, vou lá pra varanda. Assim você grita daí e a sua voz chega normal até lá'"
O problema é que a maioria dos homens são completamente surdos, esquecidos e desligados. Daí o motivo de gritarmos. Sem contar os hormônios...

domingo, 25 de abril de 2010

Blog com novo visual!


Bem, se você está aqui já deve ter visto que o blog está com novo visual. Infelizmente não salvei uma cópia do layout antigo com o print screen pra guardar de recordação... mas vou ver o que posso fazer. Ainda quero mudar umas coisinhas no blog daqui pra frente, até o aniversário de um aninho em 21 de junho hehehe...
Beijos a todos os leitores, comentem, mandem links, fotos e sugestões!

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Vale tudo em busca da felicidade?


Tive um fim de semana calmo, para não dizer parado mesmo. Li muita coisa pela internet. Conversei com amigos. Ando deprimida, é fato. Se isso é doença, ou sintoma de alguma doença, vou acabar descobrindo, pois resolvi fazer uma peregrinação aos consultórios médicos e psiquiátricos. Até búzios procurei. Rezei. Enviei correntes por email. Chorei. Tomei muito calmante. Me joguei no chão. Pensei em me internar em uma clínica psiquiátrica - falei brincando no Twitter sobre isso, mas um dos médicos que procurei me sugeriu mesmo... e não está fora de cogitação. Também penso em um templo budista, quem sabe?
Vale tudo em busca da felicidade? Claro que sim. Mas o que é esse tudo para você, ou para mim? Uns dizem que a felicidade está dentro de nós, outros dizem que há momentos felizes e não felicidade plena. Quem pode dizer que é feliz? Ou que está feliz?
Sempre fui uma pessoa meio extrema. Ou amo, ou odeio. Num dia amo, no outro odeio. Hoje quero, amanhã não quero mais. Olhando para mim e para trás, vejo alguém sempre em busca de alguma coisa em seus momentos infelizes ou de insatisfação. Também já estive calma e satisfeita. Qual o problema em mudar de opinião? Quem me conhece critica muito essa minha instabilidade. Uns dizem que nunca sabem como vão me encontrar. Outros dizem que eu devo me tratar. Outros dizem até que sou louca... já li algo assim em algum blog...
Olho para as pessoas que parecem normais e não consigo me identificar. Porisso estou cogitando a hipótese de ir para uma clínica psiquiátrica, quem sabe no meio dos loucos eu não me encontro? Poderia até arrumar um novo emprego por lá, já que o meu só anda me causando tristezas e problemas... como já fui professora de ginástica durante vários anos, poderia inventar a Psico-aeróbica. Ou o Crazy Trainning.
Bobagens à parte, acima de tudo ando tentando ouvir as pessoas. Juro por Deus e pela minha filha que sim. Difícil é alguém me fazer calar a boca e escutar rsrsrs... Mas se cheguei a esse ponto da vida, quem sabe já descendo a ladeira, tenho que ter aprendido alguma coisa. Tenho que tentar me encaixar em alguma categoria. Encontrar um centro na gangorra emocional. Aprender a contar até dez, ou até cem se preciso for. Um pensamento me consola...
"Há duas épocas na vida, infância e velhice, em que a felicidade está numa caixa de bombons." Carlos Drummond de Andrade

Outros pensamentos que catei por aí, ou para me justificar ou para me inspirar...
"Nunca existiu uma grande inteligência sem uma veia de loucura."Aristóteles
"Preferi sempre a loucura das paixões à sabedoria da indiferença."Anatole France
"Não existe um caminho para a felicidade. A felicidade é o caminho."Mahatma Gandhi
"A arte de ser louco é jamais cometer a loucura de ser um sujeito normal." Raul Seixas
"Ser normal é a meta dos fracassados!" Carl Jung
"Toda a pessoa normal se sente tentada, de vez em quando, a cuspir nas mãos, içar a bandeira negra e sair por aí cortando gargantas." Henry Mencken - (Pensador - Normal)

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Aumenta o som!

Ouça essa música e pense...
você com o carro na estrada, a 150 por hora,
o asfalto como um espelho, estrada deserta...
todos os problemas sendo deixados para trás,
você correndo atrás de sua felicidade,
em busca de breves momentos de prazer...
um barzinho, amigas, cerveja muito gelada, blues e muito rock'n roll!
saudades, amiga, você sabe...
coisas que o tempo não vai tirar de nossas esquecidas cabeças
nossas loucas cabeças
eternas insatisfeitas, correndo atrás às vezes nem sabíamos do quê...
e sempre rindo de tudo, até de nossas desgraças!
Amiga, você faz falta!
12.000 km nos separam
mas meu coração está grudado no seu!
e todas as vezes que eu jogar a cabeça para fora da janela do carro
e gritar bem alto
é em você que pensarei!

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