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sábado, 25 de junho de 2016

Aquele que te faz rir...



(Prefiro um companheiro, casamento não rola mais, mas tá valendo...)

"Case-se com alguém que adore te escutar contando algo banal como o preço abusivo dos tomates, ou que entenda quando você precisar filosofar sobre os desamores de Nietzsche.
Case-se com alguém que você também adore ouvir. É fácil reconhecer uma voz com quem se deve casar; ela te tranquiliza e ao mesmo tempo te deixa eufórico como em sua infância, quando se ouvia o som do portão abrindo, dos pais finalmente chegando. Observe se não há desespero ou insegurança no silêncio mútuo, assim sendo, case-se.

Se aquela pessoa não te faz rir, também não serve para casar. Vai chegar a hora em que tudo o que vocês poderão fazer, é rir de si mesmos. E não há nada mais cruel do que estar em apuros com alguém sem espontaneidade, sem vida nos olhos.
Case-se com alguém cheio de defeitos, irritante que seja, mas desconfie dos perfeitinhos que não se despenteiam. Fuja de quem conta pequenas mentiras durante o dia. Observe o caráter, antes de perceber as caspas.

Case-se com alguém por quem tenha tesão. Principalmente tesão de vida. Alguém que não lhe peça para melhorar, que não o critique gratuitamente, alguém que simplesmente seja tão gracioso e admirável que impregne em você a vontade de ser melhor e maior, para si mesmo.
Para se casar, bastam pequenas habilidades. Certifique-se de que um dos dois sabe cumpri-las. É preciso ter quem troque lâmpadas e quem siga uma receita sem atear fogo na cozinha; é preciso ter alguém que saiba fazer massagem nos pés e alguém que saiba escolher verduras no mercado.

E assim segue-se: um faz bolinho de chuva, o outro escolhe bons filmes; um pendura o quadro e o outro cuida para que não fique torto. Tem aquele que escolhe os presentes para as festas de criança e aquele que sabe furar uma parede, e só a parede por ora. Essa é uma das grandes graças da coisa toda, ter uma boa equipe de dois.

Passamos tanto tempo observando se nos encaixamos na cama, se sentimos estalinhos no beijo, se nossos signos se complementam no zodíaco, que deixamos de prestar atenção no que realmente importa; os valores. Essa palavra antiga e, hoje assustadora, nunca deveria sair de moda.
Os lábios se buscam, os corpos encontram espaços, mas quando duas pessoas olham em direções diferentes, simplesmente não podem caminhar juntas. É duro, mas é a verdade. Sabendo que caminho quer trilhar, relaxe! A pessoa certa para casar certamente já o anda trilhando. Como reconhecê-la? Vocês estarão rindo. Rindo-se."

(autoria desconhecida)


sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Carinho


Ela chegou sorridente e ele a esperava com champanhe gelada. Elogiou seu vestido, seus brincos, sua maquiagem, seu sorriso... Sempre nota os mínimos detalhes. "Que bom que você está aqui!" Foram para o terraço beber e conversar. Mas suas mãos não param! Ele sempre fazendo carinho... Beijos. Sussurrou: "Vamos para o quarto?" Suas mãos terminaram de convencê-la.
Depois, chegou por trás e começou a falar no seu ouvido, e beijar seu pescoço. Deixava a barba por fazer pois sabia que ela adorava. Lentamente começou a enfiar as mãos por baixo do vestido e quando chegou na cintura ela ficou sem fôlego. Começou a tirar seu vestido.
Suas mãos então apertaram seus seios, o sutiã já era, para quê essa calcinha?
Logo suas mãos percorreram todo o seu corpo que já estava se desmanchando de tanto tesão. Quando a possuiu, os dois já não sabiam onde terminava um e começava o outro. Eram um só, um dentro do outro, amor calmo, com momentos selvagens, carinho e loucura. 

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Um minuto de silêncio

"Nos anos 70, Marina Abramovic viveu uma intensa história de amor com Ulay. Durante 5 anos viveram num furgão realizando todo tipo de performances. Quando sentiram que a relação já não valia aos dois, decidiram percorrer a Grande Muralha da China; cada um começou a caminhar de um lado, para se encontrarem no meio, dar um último grande abraço um no outro, e nunca mais se ver.

23 anos depois, em 2010, quando Marina já era uma artista consagrada, o MoMa de Nova Iorque dedicou uma retrospectiva a sua obra. Nessa retrospectiva, Marina compartilhava um minuto de silêncio com cada estranho que sentasse a sua frente. Ulay chegou sem que ela soubesse e... Foi assim."

(Traduzido por Rodrigo Robleño)




Vi no Criação Criativos no Facebook
Pra quem sempre espera o tal do final feliz, vá ver novela. A vida é como ela é.
Ou será que esse é um final feliz?

domingo, 16 de dezembro de 2012

Alma gêmea ou 1 kg de sal


"Quando iniciamos o namoro, minha mulher falando com o pai sobre o namorado, disse a ele: “Pai, ele é bacana, amigo, companheiro...” aí meu sábio sogro falou: “Filha, ele pode até ser isso tudo que você está falando, mas deixe para me dizer isto depois que comerem um quilo de sal juntos”!!!

Sábio sogro, sal se come de pitadas em pitadas, quando se consegue comer 1 kg de sal juntos, é porque já se passaram muitos anos, e aí sim podemos falar com PROPRIEDADE sobre o outro! Fala-se muito em alma gêmea! Ela não é minha alma gêmea, nem eu a dela, mas a nossa luta diária por amor, respeito, carinho, buscar o melhor para o outro... faz com que a cada dia sejamos mais cúmplices e amigos! Independente de muitas diferenças que existem!

Quando começamos a namorar, eu tinha a certeza de que nunca teríamos nada sério... Nada como o tempo, para como Raul Seixas dizia: “Eu quero dizer, agora o oposto do que eu disse antes!” Não podemos ter “aquela velha opinião formada sobre tudo”, e o tempo e a vontade de seguir juntos, nos mostra o melhor da vida!

Ser diferente é um barato! Aí entra o melhor de uma relação, morder e soprar, concessões, olhar pelo prisma do outro, lutar para dar certo e ser muito feliz! MUITO FELIZ! Isso aí! Por eu não saber viver nada mais ou menos, lutamos todos os dias para manter a chama acesa! Comemoramos todos os meses de namoro! Seja com um jantar, almoço, flores, cartão, ou um simples beijo! Mas não passa um mês em branco!

Admirar o outro é combustível para a relação! Como conviver e viver com alguém que não admiramos?! As pessoas se contentam com pouco, às vezes permanecem numa relação ruim, por comodismo, covardia, ou por não saberem que podem ser mais felizes do que de fato são! Mas o que é ser mais feliz, podemos ser mais felizes sendo sós, do que numa relação mais ou menos... Me dou muito bem comigo mesmo! Ou está muito bom, ou estou só!

SINTONIA sim é importante! Num olhar sabemos o que o outro está pensando, se quer ir embora, se está aprovando ou reprovando uma situação. Nós parecemos dois malucos quando estamos sozinhos! Curtimos e rimos muito das nossas loucuras, afinidades e diferenças! Se houvesse uma câmera de vigilância em casa nossas famílias nos internariam! rs Como dizemos ao outro: “Intimidade é uma merda!” rs

Mas sintonia não nasce pronta, se desenvolve dia a dia. Quantas concessões são feitas numa relação? Muitas e sempre! Só é ruim se forem unilaterais, aí o outro cansa. Mas se existe bom senso e meio termo, sempre há a alternância de “favores”. Um não gosta de forró, o outro adora, impor ao que não gosta que isso aconteça muitas vezes é tirar o pino de uma granada, mas excepcionalmente abrir uma exceção e curtir o que o outro gosta é bacana. Falando em curtir, se vai fazer algo que não ama pelo seu parceiro, faça bem feito! Aproveite o que de melhor aquela situação pode te dar, e tente fazer com que seja especial para o outro. Porque fazer algo que não gosta, e deixar isso claro enquanto faz? Se vai fazer, faça ser especial!

Interessante como ao longo do tempo a SIMBIOSE faz com que passemos a ter o prisma e até comportamento do outro em muitas situações. Passar a gostar de comidas, atividades que não gostávamos, e até diferentes manias são simultaneamente trocadas sem que percebamos.

Nada como o tempo! Não tenho paciência hoje em dia para a maioria das coisas que muitos ainda tem! Festas são bacanas, mas todo excesso é sobra! Em doses homeopáticas gosto de “quase tudo”. Dou valor a coisas que simples que antes não dava, domingo passado dormi até 15hs e amei! Estar com minhas filhas e esposa é um prazer especial! Assistir um filme à dois mesmo numa tela de um notebook, andar juntos, descobrir um bom restaurante, ir à casa de amigos, adoro! Para não confirmar que estou velho, digo que estou SELETIVO!

Consegui ter uma relação com minha mulher de realmente amigos e cúmplices! O que não confesso a meu melhor amigo, falo a ela sem problemas! Entendo que ela é “fora de curva”, não conheço uma mulher que seja segura e racional como ela. Por isso, o que passa por minha cabeça pode ser conversado sem qualquer problema. Como dizia minha amiga Dora, sou um sortudo! Tive uma ex-mulher bacana (mãe de minhas duas princesas) e tenho uma outra maravilhosa! Alguma coisa devo ter de bacana, não pode ser só sorte... rs

A palavra mais importante para nós hoje é “PAZ”! Problemas todos temos, mas quem enxerga problemas onde não existe merece ficar só! Se podemos simplificar a vida, porque uns complicam?
Temos que ser verdadeiros sempre, intensos nos momentos certos, e leves em todos os outros momentos! Respeitar o espaço do outro, individualidade, amigos, é o segredo de uma relação bacana!

(Comecei a escrever este texto em 19/05, mas com o pouco tempo livre e muito trabalho, estou terminando ele hoje, 05/06/2012! Significa que em 28/05/2012 completamos 10 anos juntos!!!!!!!!!!!!! Trocamos nossas alianças por alianças novas, as mesmas foram bentas pelo Padre que fez a primeira comunhão de nosso sobrinho Gabriel no RJ! Continuaremos lutando por nossa FELICIDADE todos os dias! E sei que o melhor da vida ainda estar por vir! AGORA SIM POSSO DIZER QUE JÁ COMEMOS 1 KG DE SAL! Viu meu sogro?! Beijos meu AMOR! Te AMO e admiro a cada dia mais!)"

Roberto LÔPO  Salvador, 19 de maio de 2012

Perigo


Estou tentando voltar para cá... parece que o que guia minha verborragia é a infelicidade, mas sei que tenho muito o que dizer ainda! Feliz ou não... beijos a todos e desculpem a minha ausência aqueles que sentem minha falta...


O perigo do sexo é que você pode se apaixonar. O perigo do amor é virar amizade (Arnaldo Jabor)

Mais frases de Arnaldo Jabor em kdfrases.com

sábado, 17 de novembro de 2012

Violetas

"O destino une e separa as pessoas,
mas nenhuma força é tão grande
para fazer esquecer pessoas
que, por algum motivo,
um dia nos fizeram felizes

Chega um momento na vida em que você sabe quem é importante para você, quem nunca foi, quem não é mais e quem o será sempre.

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Meu corpo quer

Meu corpo quer
teu corpo
ardemos
lânguidos
Roçamo-nos num louco cio
Desejando um prazer 
Desejando prolongar
Desejando desejar
Saliva suor mel
doces sabores e odores
pudores e demores
para quebrá-los
perder a lisura 
a compostura
protuberância
reentrâncias
atritos
gemidos
gritos
arfar
um doce entrelace de corpos
nada vulgar
isso é amar.

por Homem Quarenta

sábado, 7 de abril de 2012

No amor e na guerra...


Há uma frase dizendo que "no amor e na guerra, vale tudo". Mas até a guerra tem suas regras. E o amor? Ficar em casa em um início de feriado, com a cidade bombando, faz com que você acabe filosofando sobre o porquê de estar em casa, sozinha, em um início de feriado, com a cidade bombando.

"A amizade é, acima de tudo, certeza – é isso que a distingue do amor."
Marguerite Yourcenar

Sempre fui de me apaixonar pelos incertos. Pelos difíceis. Homem no meu pé, acaba sempre virando capacho. Mas também, quem gosta? Só que tudo cansa. Ficar esperando aquele telefonema, cansa. Ficar esperando resposta para um convite, cansa. Ficar esperando atitude de um homem, cansa.

"O amor é como a guerra; fácil de começar, e muito difícil de terminar."
Ninon de Lenclos


O amor parece não ter fim. Só quando acaba. Sempre troquei um amor por outro. Ou melhor, uma paixão por outra. Talvez por não saber amar, que é uma coisa mais comprometida. Mas paixão dá fome. E qualquer animal, quando não encontra alimento, muda de casa.

"Amor e desejo são coisas diferentes.
Nem tudo o que se ama se deseja e nem tudo o que se deseja se ama."
Miguel Cervantes


Seria isso um epitáfio pra os relacionamentos? Amamos até o desejo acabar? Depois, fica só a amizade. De volta à frase inicial... "A amizade é, acima de tudo, certeza – é isso que a distingue do amor."

sábado, 18 de junho de 2011

É fácil amar?

"É fácil amar o outro na mesa de bar, quando o papo é leve, o riso é farto, e o chope é gelado.
É fácil amar o outro nas férias de verão, no churrasco de domingo, nas festas agendadas no calendário do de vez em quando.
Difícil é amar quando o outro desaba. Quando não acredita em mais nada. E entende tudo errado. E paralisa. E se vitimiza. E perde o charme. O prazo. A identidade. A coerência. O rebolado.
Difícil amar quando o outro fica cada vez mais diferente do que habitualmente ele se mostra ou mais parecido com alguém que não aceitamos que ele esteja.
Difícil é permanecer ao seu lado quando parece que todos já foram embora. Quando as cortinas se abrem e ele não vê mais ninguém na plateia. Quando o seu pedido de ajuda, verbalizado ou não, exige que a gente saia do nosso egoísmo, do nosso sossego, da nossa rigidez, do nosso faz-de-conta, para caminhar humanamente ao seu encontro.
Difícil é amar quem não está se amando.
Mas esse talvez seja, sim, o tempo em que o outro mais precisa se sentir amado. Eu não acredito na existência de botões, alavancas, recursos afins, que façam as dores mais abissais desaparecerem, nos tempos mais devastadores, por pura mágica. Mas eu acredito na fé, na vontade essencial de transformação, no gesto aliado à vontade, e, especialmente, no amor que recebemos, nas temporadas difíceis, de quem não desiste da gente."
Ana Jácomo
em Eu amo o amor no Facebook

A verdade sobre o amor


domingo, 1 de maio de 2011

Meus achados

Estou me preparando para fazer uma mudança há mais de dois meses. Encontro coisas valiosas, lixo, cartas, roupas velhas, fotos, anotações, bilhetinhos, preciosidades desses meus quarenta e poucos anos... Algumas coisas jogo fora, outras me fazem voltar no tempo... Como essa poesia escrita em 17 de março de 1991. Silêncio, por favor...
Eu vou aparecer na rua
doce e tua
como eu nunca fui.
Eu vou aparecer tão nua
como a lua
depois das nuvens
como eu sempre quis ser.

sábado, 18 de dezembro de 2010

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Dia do sexo


Sexo é bom. Sexo é tudo de bom. Não existe sensação melhor do que a de perder o controle junto com alguém que tem química conosco. Alguém que te olha e você já sabe que vai rolar e que vai ser bom.
Isso é um sexto sentido. Uma premonição. Um sentimento que vai além do explicável. Um arrepio na pele, um beijo roubado e a sensação de que somos abduzidos para outro mundo.
Um mundo onde a pele vira o principal órgão do corpo, onde a boca fica querendo infinitos beijos, onde um único beijo pode durar toda a eternidade e onde a gente perde a noção do que está fazendo.
Há um estremecimento e uma entrega dos sentidos, uma mistura de cheiros e gostos, um desejo de que nunca termine e uma explosão violenta e duradoura.
E assim você sempre vai querer mais e mais, porque de repente tudo recomeça, mais calmo ou mais violento, um recomeço onde você quer mais carinho ou você quer sentir um pouco de dor também. Você quer experimentar de todas as maneiras, e cada vez sente mais e mais prazer.
Sexo é nunca deixar de querer mais e mais, quando é bom fica na memória do corpo e do coração, as almas permanecem unidas pela cumplicidade... Aquilo que um dia aconteceu entre os lençóis ou no chão, no sofá ou na mesa da cozinha, tudo isso fica gravado e volta para nos atormentar, para nos afogar em saudades, para nos temperar a nostalgia.
Sexo vira sentimento, pode virar amor, paixão, saudade, ódio ou apenas amizade. Mas ainda é algo que mexe com nosso lado mais íntimo, mais verdadeiro, mais animal e mais humano também. Sexo, enfim, é algo que transforma duas pessoas em uma só, ainda que por breves momentos ou por toda uma eternidade.

domingo, 29 de agosto de 2010

Relação com mulher mais velha

Recebo emails de homens preocupados por estarem se relacionando com mulheres mais velhas, algumas até com filhos. E não sabem como lidar com a situação. Algum tempo atrás, eram as mulheres que não sabiam o que fazer num caso desses...
Caso 1
"Sou homem, 26 anos, saindo com uma mulher de 37, solteira e mãe de 2 filhos. Estou completamente confuso e inseguro por ser mais novo. Ela é inteligente, culta, gostosa e bem resolvida, a mulher dos meus sonhos... Mas estou perdido na relação, nunca me envolvi com uma mulher onde a diferença de idade fosse tão grande. Transamos a noite inteira e nunca sei se ela está satisfeita. Não sei que convites fazer, o assunto “filhos” é meio que um tabu, pois ela tem vergonha de me apresentar para a família.
Acho que ela está comigo porque sou diferente dos outros caras com quem ela se envolvia: cafajestes, sempre pisando na bola, etc... Eu sou o oposto: carinhoso, romântico, inteligente e trato com respeito, mas gosto de puxar os cabelos na hora certa. (risos)
Enfim: Sei que não existe a 'receita do sucesso', mas imagino que devam existir 'coisas básicas' que mulheres com mais de 30 gostam e não gostam. Que tipo de inseguranças tem uma mulher de 37 anos? O que devo fazer para que ela confie em mim e assuma a relação...? Me ajuda?"
Talvez ela esteja esperando a hora certa de te assumir. Uma mulher nessa faixa etária, com filhos e madura, não fica apresentando qualquer um para seus filhos. É o que eu faria. Ela precisa ter certeza da relação, e isso vem com o tempo.
Quanto a transar a noite inteira, aproveite a fase dela, pois é quando ficamos mais liberadas sexualmente, e os hormônios femininos, que mudam depois dos 30 anos, nos deixam mais fogosas... se ela transa a noite inteira é porque está gostando!
Com o tempo você conseguirá mostrar a ela a sinceridade de seus sentimentos. Se ela está acostumada com cafas, é bem provável que fique com um pé atrás em relação aos homens em geral. Conquiste a sua confiança. Convide-a para programas de que você goste, e veja a reação dela. Se ela está saindo com um cara mais novo, provavelmente não goste de programas de "velha". Falo por experiência própria.
Caso 2
"Tenho 21 anos e estou me relacionando com uma mulher de 37 que teve uma história com outra pessoa e teve filho...

O problema é que ela ainda não percebe que agora existe outra pessoa, que não pensa sobre as coisas que ela esteve construindo dentro de sua cabeça em relação a ter uma família, que agora se desfez, começou tudo de novo... Sem falar de coisas como às vezes me chamar pelo nome da outra pessoa na cama...
Já estamos entrando no 8º mês de namoro... Gosto dela indiscutivelmente, acredito que ela também de mim, mas eu sou um rapaz de quase 22, e ela adulta e mãe, mora com os pais, na minha cidade (sou universitário em outra cidade), nos vemos 2 vezes ao mês, quando dá, nos falamos frequentemente..."
Achei você um tanto inseguro de seu relacionamento, e parece que ela não te dá a menor margem para essa segurança, pois não tirou o pai de seu filho da cabeça ainda. Será que vale a pena você investir nesse relacionamento? Afinal, você é tão novo, tem tantas coisas para pensar, estudos, carreira... Pode ser que ela esteja querendo te usar como apoio para ter a família que tanto queria, ou para esquecer o outro. E amor a gente não força.
Converse com ela sobre suas inseguranças, e juntos cheguem a uma conclusão sobre o que fazer daqui para a frente. Não é pela diferença de idade que as coisas devem ser diferentes, tudo envolve diálogo e química para um relacionamento dar certo.
Enfim, o que eu diria para os homens é o que digo para as mulheres também... preocupem-se primeiramente com vocês mesmos, em estudar, construir uma carreira sólida, um referencial de vida, isso é o que irá acompanhar qualquer ser humano por toda a vida. Nas horas fáceis e difíceis é a profissão que te sustenta, é onde você vai sempre se apoiar para mostrar o seu valor e a sua transcendência.

Devem pensar também, com relação à diferença de idade, na questão "filhos" que surgirá mais adiante... E, independente da idade de nosso parceiro, o que queremos é alguém seguro de si, não concordam, meninas?
Mais textos sobre o assunto:

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Relacionamentos


"Oi! Tenho apenas 18 anos e não sei mais o que pensar em relação ao meu antigo e último relacionamento. Tudo começou há 5 anos atrás, quando nos conhecemos, éramos amigos, e fomos ficando, ele havia terminado há pouco tempo com a ex, ela pisava nele. Quando a doida soube que estávamos juntos, e era pra valer (pelo menos pra mim) ela pirou e correu muito atrás dele. Ele voltou com ela, e fiquei muito mal, sem dormir, sem comer, apenas chorava.
O tempo passou e ele terminou com ela para voltar comigo, eu não quis. Sempre gostei de conversar com ele, é a pessoa que faz eu não me sentir sozinha, além de sempre me fazer gostar mais dele. O tempo passou e voltamos a ficar, aí a história se inverteu: ele queria levar a sério e eu não, porque tinha outro na jogada. Depois de algumas semanas terminei, e continuamos a nos falar, e ele começou a namorar outra menina. Encontrava com os dois com frequência, e ela também sentia ciúmes de mim. Ele namorou uns dois anos e depois terminaram, o que aconteceu? Ele veio correndo me procurar... depois de alguns meses ficamos de novo, de vez em quando, e assim foi por um ano.

domingo, 18 de julho de 2010

Aprendendo a se amar


"Boa noite querida,
Te acompanho pelo twitter e gosto muito de seus posts. Hoje preciso desabafar. Estou separada há muitos anos, foi um casamento horrível, não o amava, ele era alcoólatra, enfim, graças a Deus, passado.

Já me apaixonei, mas eles não, sofri demais por amor; hoje, estou com uma pessoa que gosta de mim, estamos juntos há alguns meses. Ele é bom, mas não estou apaixonada. Meu filho e ele se dão muito bem, mas tem uma personalidade difícil, trabalha demais - nesses 5 meses saímos somente 2 vezes para jantar. Ficamos em casa todo fim de semana, eu sou caseira, mas às vezes isso cansa. Ele é anti-social, complicado.

Te pergunto, estou com ele por segurança, não sei se vou-me apaixonar, tenho medo de não encontrar ninguém. Estou com 32 anos e ele 29. Tenho dúvidas em levar adiante, mas também tenho medo de me arrepender se terminar tudo agora. O que faço?"

Resposta da Mulher de 40

Você parece ter o perfil de quem se atrai por homens problemáticos. Casou com uma pessoa doente, se apaixonou por homens que não lhe retribuíram, e agora está com medo de perder o porto seguro que conseguiu encontrar.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Amizade, um amor que não vicia


Por Flávio Gikovate - Médico Psiquiatra - Revista Cláudia, dezembro de 1994.
"O amor corresponde às sensações de paz, harmonia e completude que sentimos ao lado de outra pessoa. É alguém especial, escolhido segundo critérios de admiração (e outros que nem sempre compreendemos), e que se transforma na figura substituta da mãe, nosso primeiro amor. Do amor adulto esperamos coisas muito parecidas com as que esperávamos de nossa mãe. O amado terá de estar presente nos momentos de aflição, nos dar segurança, atenuar nosso desamparo. Em resumo, terá que preencher nosso “buraco”.
A única novidade é que a isso se acrescenta o sexo, nova fonte de inseguranças, ciúmes e incertezas. Ou seja: a relação torna-se mais possessiva e exclusivista do que era a da criança com a mãe. O vocabulário romântico é indicativo disso: chamamos de “benzinho”, “lindinho” – e em tom de voz idêntico ao que usamos para falar com crianças. Aliás, se os bebês falassem, também diriam à mãe: “Você é maravilhosa”, “Sem você eu não viveria” etc.
Ao longo da vida, conhecemos várias pessoas. Com algumas nos encantamos; com uma, esse encantamento se torna especial. É a eleita, a amada. Na prática, será a encarregada de, com sua presença e atitudes, atenuar nossa sensação de incompletude. Ela será a guardiã do meu “buraco”. E eu, do dela. Quer se queira, quer não, esse caminho leva à dominação recíproca – ainda que, na aparência, um seja o dominador e o outro, o dominado. Por amar, as pessoas se julgam com direitos especiais sobre o outro. O amor “autoriza” isso, pois o amado não pode deixar de acudir quando o “buraco” exigir. Se vou trabalhar, não preciso de minha mulher. Ao voltar para casa, porem, preciso dela lá, senão me sinto incompleto e inquieto, exatamente como a criança que volta da escola e não encontra a mãe.

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