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domingo, 22 de novembro de 2009

Casamento... ainda

Esta imagem pode ter sido postada sob a ótica masculina... o homem sonha com uma bela mulher, cerveja e futebol. Mas o que encontra é aquilo ali à esquerda. E com TPM até, se bobear.
E as mulheres se prestam ao papel, mesmo. Início de namoro: se produz toda para sair com o gato, sempre bem depilada, unhas feitas, toda montada. Com o tempo, passamos a achar o máximo receber o namorado em casa com aquele shortinho velho, rasgado... é sexy. Usar as camisetas dele é sexy.
Para o casamento, então, toda a produção é pouco. Cerimônia, festa, roupas e mais roupas. Passada a lua de mel... festas e jantares de casais, aos poucos a coisa vai esfriando, vira família, vêm os filhos, os assuntos são sempre os mesmos...
E um belo dia você está como na foto aí em cima. Olhando a novela, de pantufas e fazendo a unha na sala. É a rotina que se instalou. Mas o que a mulher quer também é o que está à direita na foto. É sedução, romance, diversão. Porque o marido também já não é o bonitão com quem ela um dia começou a sair. Ele agora anda de cuecas rasgadas e dorme de meias. Não faz a barba pra sair com ela no sábado (que saco fazer a barba!), mas sim pra trabalhar na segunda-feira, todo cheiroso.
Falo de coisas que já me aconteceram duas vezes, pois estou no segundo casamento. Sim, eu também tenho culpa. O que não admito mais é ler aqueles milhares de conselhos de como "reacender a paixão" direcionados somente às mulheres. Só porque está sempre de pau duro, não significa que o homem também não tenha que investir e seduzir.
Por outro lado, penso que "quem inventou essa história de dormirem na mesma cama e morarem sob o mesmo teto?" Esse é o maior motivo da coisa toda desandar. Acho que se morássemos em casas diferentes meu casamento não estaria tão morno. Na verdade, gelado. Não teria ido para a internet procurar ex. E olha que procurei apenas pela amizade que tínhamos, mas como ele ficou tentando me seduzir meses... que mulher não adora ver um homem louco por ela, cercando-a de todas as formas, mesmo que seja só para comer e depois cair fora?
Eu adoro isso. Jogo, sedução. Não tem como jogar e seduzir com uma pessoa cujas cuecas você estende no varal e que vai à farmácia comprar seus absorventes. Vira irmão. O pai dos seus filhos. O melhor amigo. E a magia da sedução e do jogo só existe quando há dúvidas, medos, segredos não revelados... aquele coração acelerado quando você vê a pessoa, o medo de que seja a última vez, o querer aproveitar ao máximo...
Nos ensinaram a estudar, crescer, trabalhar, casar e ter filhos. Mas não nos avisaram que tudo isso poderia ser um saco. E não nos ensinaram a fazer tudo isso de um jeito diferente. Penso que está mais do que na hora de reinventar essa instituição chamada casamento, porque o que aí está não serve mais. Você que leu até aqui deve estar se perguntando por que ainda está casado. Pode até defender seu casamento. Mas por que tanta separação, divórcio e traição por aí? E antes que ME perguntem... não, não tenho coragem de me separar de novo. Ainda não. Talvez eu queira reinventar. Talvez não.
Obrigada, Félix, do blog Super Sinceros, pela conversa sobre casamento e traição (no MSN) durante essa postagem!

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Foi bom, mas acabou. Será???


Fiz amizade com um leitor do blog pelo Twitter, trocamos MSN e começamos a conversar. O assunto Amores do Passado surgiu e vimos que tínhamos histórias bem parecidas. Então pedi a ele que me contasse tudo em um texto. Vale a pena ler, é mais uma história de amor e paixão que às vezes achamos que só acontecem nas novelas, e que, quando acontecem com a gente, ficamos meio sem entender... O que o destino está querendo dizer quando nos traz de volta pessoas que julgávamos perdidas no tempo, mas não na lembrança?
"Esse vai ser o maior desafio da minha vida. Tenho verdadeira admiração por quem sabe escrever, pois nunca consegui nem em redação na escola; até tenho boas idéias, mas na hora de por no papel, é uma travação só! Mas como havia prometido, lá vai.
Isso aconteceu há alguns anos, mais precisamente, faltando uma semana para eu completar dezoito anos. Conheci e começei a namorar uma menina da mesma idade, tínhamos muita coisa em comum. Gostávamos das mesmas coisas, das mesmas músicas, nossa relação era muito legal, adorávamos ficar horas com os amigos cantando e tocando violão.
Nos divertíamos bastante e também tínhamos um tesão louco um pelo outro, mas era uma coisa contida. Por mais que eu tentasse, não havia jeito, ela não dava de jeito nenhum, tinha muito medo de magoar seus pais, então ficávamos naqueles amassos intermináveis... Saía da garagem da casa dela, lugar onde namorávamos, numa situação deplorável, tinha medo de ter cãimbra no membro, juro, chegava mesmo a doer.
Aguentei só seis meses nessa situação, logo comecei a namorar outra menina, que já estava num outro momento, e acabei por terminar o namoro. A vida seguiu, mas, confesso, sempre tive o sentimento de que não havíamos vivido tudo que tínhamos pra viver... paciência!
Quatro anos depois, estava casado com outra pessoa que conheci e por quem me apaixonei. Tivemos dois filhos, e durante vinte anos não tive nenhum tipo de relação extraconjugal. Porém há cerca de um ano e meio atrás, num belo dia ao abrir o Orkut, a surpresa: ela havia me adicionado. Isso mesmo, vinte e quatro anos depois! Nem preciso dizer que foi uma loucura total, ficamos completamente embriagados, trocamos email, partimos pro MSN, telefonemas, até que decidimos nos encontrar pessoalmente.
Marcamos na casa da irmã dela que mora mais perto, já que ela mora em outra cidade. Foi maravilhoso, conversamos, cantamos, tocamos violão, como nos velhos tempos. No final, ela decidiu me acompanhar até a portaria do edifício para nos despedirmos. Ela abriu a porta, passei e nos despedimos com um tímido beijinho, ela já estava se virando pra voltar quando não pude mais me conter, segurei-a pelo cós da calça jeans e a puxei fortemente contra o meu peito, ela tentou fugir, mas no minuto seguinte já estava totalmente entregue num longo e ardente beijo.
Pronto, a merda estava feita. Iniciamos um relacionamento, ambos casados, com filhos e loucos de tesão como dois adolescentes. Era tanta a vontade que nem a distância foi impedimento, viajava por uma hora e meia até a cidade onde ela morava, a pegava numa praça e mais vinte minutos de estrada até a um motelzinho à beira da estrada, onde nos entregavámos a uma paixão ardente que sobreviveu por todos esses anos dentro de nós. Era tanto tesão que não pensávamos em mais nada, foda-se casamento, filhos etc... só nos importávamos em saciar esse desejo tanto tempo guardado. Essa história durou um ano, uma vez por mês nos entregávamos a essa louca paixão.
Porra! O que estava fazendo? Sou casado, nunca havia traído minha esposa todos esses anos, procurava motivos que justificassem, mas essa já é outra história... Até que a ficha caiu. Lógico que não é amor, não adianta ficar nos enganando, é muito tesão, mas só isso... E quando você faz essa reflexão, é a senha pra cair fora. E foi isso que fiz, não me arrependo, foi bom, mas acabou. Será???"

sábado, 7 de novembro de 2009

Casamento é uma merda

Ontem perguntei para uma pessoa qual o casamento que ela conheça que seja bom. Se conhecia alguém que estivesse bem em um casamento. Não soube responder. Mas se eu perguntasse qual o casamento que estava uma merda, com certeza a resposta estaria na ponta da língua.
E hoje, lendo um post do blog Doces ou Travessuras sobre Menos Separação?, lembrei de que é fato que atualmente é maior o número de divórcios que de casamentos... isso no cartório, fora os tantos que ainda não oficializaram a separação. Sinto também uma total descrença em relação ao casamento entre o pessoal de 20 e poucos anos, até mesmo com relação a namoro.
Já casei aos 24 com um homem da mesma idade, separei aos 29... "juntei" aos 34 com um homem 12 anos mais novo e estou em vias de me separar de novo... aos 43... e sentindo falta de um homem mais velho ou pelo menos da minha idade. Mas com certeza, se vier a me separar, jamais embarco nessa furada de novo!
Também já li em algum lugar sobre os casamentos em que os dois moram em casas separadas... para mim esse é o IDEAL, sem a menor dúvida. A rotina mata todo o tesão, transforma paixão em amizade e a gente passa a suspirar olhando novelas e vendo aqueles beijos calientes. Aí, se acontece de abrirmos a guarda para uma terceira pessoa, e temos um caso extraconjugal, o mundo desaba sobre nossas cabeças... principalmente se somos mulheres.
Estou passando por isso e não é fácil. No início é uma brincadeira. Com o tempo, vamos vendo que se isso aconteceu é porque faltava alguma coisa no casamento, ou mesmo porque o casamento já estava de certa forma acabando. O amante leva a mulher ao céu e ao inferno... o marido é sempre meio termo. Claro que relação nenhuma é perfeita, ninguém aqui quer brincar de Deus, mas tudo na vida tem um fim, nada é eterno.
Aí o que vemos são casamentos empurrados com a barriga. As mulheres de corsário e camisetão caminhando no parque e tomando antidepressivos. Os maridos barrigudos enchendo a cara na frente da TV e reclamando. Almoços de domingo, hehehe, como sempre falo... E a mulher sente falta de paixão, ontem mesmo assistindo à novela, vi elas falando em paquerar outros homens estando casadas. Mulher quer romance, sedução. Homem quer rotina, quer sossego, não liga para "essas coisas de mulher".
Quanto aos que moram em casas separadas e vivem um eterno namoro, esses talvez consigam "manter acesa a chama" por mais tempo. Ficar com uma pulguinha atrás da orelha tempera um relacionamento. Sentir saudades, mais ainda. Ninguém merece reduzir um amor a reclamações por toalhas atiradas no chão, cotoveladas embaixo das cobertas por causa
de ronco, discussão sobre quem vai ao mercado... essas ninharias me matam, fato. Não nasci pra isso. Talvez eu realmente não saiba cultivar um relacionamento.
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terça-feira, 3 de novembro de 2009

Descontruções - texto de Martha Medeiros

Quando a gente conhece uma pessoa, construímos uma imagem dela. Esta imagem tem a ver com o que ela é de verdade, tem a ver com as nossas expectativas e tem muito a ver com o que ela "vende" de si mesma. É pelo resultado disso tudo que nos apaixonamos.
Se esta pessoa for bem parecida com a imagem que projetou em nós, desfazer-se deste amor, mais tarde, não será tão penoso. Restará a saudade, talvez uma pequena mágoa, mas nada que resista por muito tempo. No final, sobreviverão as boas lembranças.
Mas se esta pessoa "inventou" um personagem e você caiu na arapuca, aí, somado à dor da separação, virá um processo mais lento e sofrido: o de desconstrução daquela pessoa que você achou que era real.
Desconstruindo Flávia, desconstruindo Gilson, desconstruindo Marcelo. Milhares de pessoas estão vivendo seus dias aparentemente numa boa, mas por dentro estão desconstruindo ilusões, tudo porque se apaixonaram por uma fraude, não por alguém autêntico.
Ok, é natural que, numa aproximação, a gente "venda" mais nossas qualidades que defeitos. Ninguém vai iniciar uma história dizendo: muito prazer, eu sou arrogante, preguiçoso e cleptomaníaco. Nada disso, é a hora de fazer charme. Mas isso é no começo.
Uma vez o romance engatado, aí as defesas são postas de lado e a gente mostra quem realmente é, nossas gracinhas e nossas imperfeições. Isso se formos honestos. Os desonestos do amor são aqueles que fabricam idéias e atitudes, até que um dia cansam da brincadeira, deixam cair a máscara e o outro fica ali, atônito.
Quem se apaixonou por um falsário, tem que desconstruí-lo para se desapaixonar. É um sufoco. Exige que você reconheça que foi seduzido por uma fantasia, que você é capaz de se deixar confundir, que o seu desejo de amar é mais forte do que sua astúcia.
Significa encarar que alguém por quem você dedicou um sentimento nobre e verdadeiro não chegou a existir, tudo não passou de uma representação – e olha, talvez até não tenha sido por mal, pode ser que esta pessoa nem conheça a si mesma, por isso ela se inventa.
A gente resiste muito a aceitar que alguém que amamos não é, e nem nunca foi, especial. Que sorte quando a gente sabe com quem está lidando: mesmo que venha a desamá-lo um dia, tudo o que foi construído se manterá de pé.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Mulher que trai

Sempre lemos sobre por que uma mulher trai, mas é bem mais fácil fazer uma leitura superficial, depois analisar e julgar, quando não é na carne que sentimos. Aqui estou abrindo a minha alma, e não é fácil.
"Elas traem, eu não". Fácil. O marido não a valoriza. Ela cansou de comer o mesmo arroz-com-feijão anos a fio.
Ela não tentou "reacender a velha chama", nem quis usar os "47 truques para excitar seu homem". Ela não usou mais uma lingerie sexy, o marido não lhe trouxe mais flores.
O marido vai para a cama de meias, fica olhando TV horas e horas. Ela lê revistas... Enfim... sempre as mesmas razões, pisadas e reprisadas.
E se nada disso for verdade, se tudo foi feito, será que temos mesmo a obrigação de fazer durar para sempre? "Ninguém casa para se separar". Será que o pra sempre um dia não pode simplesmente acabar, como diz a música? Deixar o palco quando a platéia ainda ri, e não quando começou a levantar e ir embora de fininho...
Ninguém pode negar que um dia o tesão acaba. E ponto. Tudo pode estar em ordem, o marido ser atencioso, carinhoso, apaixonado... mas ela não pode querer mais? Mais do que tudo isso? Ou outra coisa a não ser isso? Então tá. Trai porque não presta, mesmo. É vagabunda.
Por que não deixar um espaço, ou mesmo um tempo, dentro de um relacionamento, para curtir outras pessoas, outras cabeças, outros olhares, outras emoções?
Isso é trair? Ou é abrir os horizontes? O que temos construído ao longo de anos é tão fraco que não suporte uma força maior? Ou é tão forte para não se abalar com uma fraqueza?
E agora?

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Chorar por amor?

Chorar por amor?
O que é chorar por amor?
Quem já não chorou ou fez chorar?
Bem, sou do tipo que se escabela chorando, mesmo. Que parece que vai morrer. Já bati em casa de "ex" de madrugada pra fazer barraco. Pior, na frente da nova namorada.
Já chamei "ex" pra conversar à tarde, em horário de trabalho. Apelando para a razão pra tentar provar que eu era a melhor opção.
Também já fui muito cachorra. De bater na porta de ex-namorado pra chorar por causa de outro. Uma noite fui ao apartamento do meu ex-marido de madrugada - sempre de madrugada, sempre bebum rsrs - pra fazer ele trair a nova namorada...
E a gente chora, e chora mesmo. E parece que vai morrer. Minha mãe também já recebeu uma visita minha de madrugada... chorando, por causa de homem. E olha que já tinha trinta anos na cara, hem?
Sabe quando é que a gente chora por causa de homem? Quando tá com TPM. Sério. É quando damos o fora neles também. E depois nos arrependemos. Mulher é bicho hormonal. Os anos vão passando e vamos ficando independentes dos homens e dependentes dos hormônios.
Eles fazem a gente feliz ou infeliz. Sem eles, viramos uma planta. Passei anos tomando antidepressivos para tratar de depressão, pânico e TPM. Era uma planta. Sempre verdinha, regada a comprimidos, sem esboçar reações, sem chorar, sem sorrir.
Não vou dizer que às vezes eu não apele para os comprimidinhos, mas assim, na onda hormonal, para cima e para baixo, me sinto muito mais feliz. E, às vezes, completamente infeliz com tudo!
Como hoje. Com vontade de chorar. Com vontade de sair correndo e largar tudo! Hormônios? Paixão? Loucura? Quem vai me acalmar?
Vou deixar até esse post sem terminar. Terminem ele por mim. Aqui eu posso largar tudo. Na vida real, só posso chorar...
E... sabem o que descobri? Quando a gente procura "chorar" no Google Imagens, aparecem imagens de pessoas chorando... Quando procura "cry" aparecem imagens de violência. Será que é brasileiro que gosta de chorar mesmo? (Bobagem?...)

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Amores que marcam

"Esses dias conversava com um amigo e ele falou que tinha saudade de uma ex-namorada, e ao mesmo tempo medo de encontrá-la. Pude ver em seus olhos um brilho e um sorriso especial ao lembrar dos momentos juntos.
Ela cansou de esperar que ele tomasse uma atitude e assumisse a relação. Ele aceitou o rompimento quando ela pediu uma decisão, porque nunca pensou que a relação terminaria de verdade. Esse é o tipo de saudade que se leva para o resto da vida. Pessoas que marcam e deixam saudade. Pessoas que sentem uma atração enorme, mas se separam.
É aquela química perfeita que em alguns momentos mete medo. É aquele beijo com gosto de quero mais. É aquela despedida não querendo ir. É acreditar que um dia, quem sabe, um dos dois vai abrir seu coração e expor seus sentimentos. É não querer um fim, mas por desconhecer os sentimentos do outro, acabar com tudo para ver o que vai dar. Isso significa que existem muitas pessoas que optam por enganar a si mesmas.
Uma vez que existe um sentimento forte que nos dá prazer, e ao mesmo tempo sente-se que aquela é a companhia perfeita, e quando estão juntos o tempo passa sem perceber, é porque existe um sentimento muito forte que não deve ser desprezado.
Talvez não tivessem percebido, mas o amor é isso e só encara quem tem coragem de assumir, jogar tudo para o alto, jogar a razão para o lado e viver a emoção.

Talvez por medo ou mesmo por insegurança casais se afastam e depois sentem um enorme vazio que é preenchido pelas lembranças daquele relacionamento que acabou. Uma saudade que dura a vida inteira e deixa sempre a dúvida de que poderia ter sido feliz com aquela pessoa.
É arriscado pensar que a outra pessoa ficará esperando a vida inteira, pois a solidão e a ansiedade de esquecer poderão ser supridas por outro alguém. Talvez não seja com a mesma intensidade, mas como uma tábua de salvação. Isso acontece porque a relação não se esgotou. Não teve um ponto final e sim uma vírgula ou reticências.
Por isso, quando sentir que alguém lhe faz suspirar e a lembrança dessa pessoa dá aquela saudade, fique atento, pois a felicidade pode estar bem à sua frente. O amor verdadeiro pode ter chegado e você está deixando escapar, simplesmente por medo de arriscar.
Quanto mais o tempo passa mais difícil será resgatar esse amor, até mesmo porque cada um dará um rumo à sua vida e com isso você correrá o risco de perder o seu grande amor. Portanto, quando sentir que alguém faz a diferença em sua vida não deixe que se distancie de você.
Traga para junto de seu coração e procure viver com intensidade cada momento. Arrisque e não tenha medo de viver esse amor. Enlouqueça. Perca a cabeça. Vibre como criança, pois o amor não é nem deve ser racional.
O amor é a eterna busca do ser humano. Abra os braços para este sentimento tão nobre e garanto que não irá se arrepender. O que lhe espera são muito mais que momentos mágicos.
Declare seu amor sem medo e não perca a chance de ser feliz, pois seu coração cobrará isso a vida inteira."
(Desconheço a autoria)

domingo, 20 de setembro de 2009

Me ame!

Quando você me tocar, toque devagar.
Comece no canto dos meus lábios. Beije. Use a língua.
Adoro sua barba raspando no meu pescoço, ainda mais na parte de trás... aliás, gosto da sua barba em qualquer parte do meu corpo. Essa é a grande diferença entre nós... adoro estar bem macia para receber a sua aspereza.
Meu seios são muito sensíveis. Segure. Beije em toda a volta, massageie o seu contorno.
Segure minha cintura com força. É assim que você me mostra a sua masculinidade, com suas mãos firmes.
Brinque com minha barriga. Beije, assopre de leve... e descendo.
Quando chegar aonde eu quero que chegue, seja decidido. Beije a parte de dentro das minhas coxas, a virilha, e dê umas mordidinhas nos meus lábios. Use toda a sua língua, bem molhada, como se eu fosse um sorvete.
Aos poucos, use seus dedos em mim, explorando, invadindo, atormentando. E sempre a língua, sempre bem molhada.
Me coloque de quatro e continue a lamber, agora morda a minha bunda, me agarre com força.
Lamba o meu cu e a minha buceta até que eu implore pelo resto...
Agora estou entregue. E feliz. E amada.

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Amores virtuais

Tenho uma amiga que conheceu um cara pela internet e começou a namorar.
O tempo foi passando. Ela foi-se apaixonando e deu corda. Comunicavam-se por uma espécie de portunhol, porque ela não falava francês nem ele português, mas ele falava espanhol e ela entendia hehehe...
Ele quis conhecê-la pessoalmente. Como não tinha muita grana, resolveu vender o que tinha pra comprar a passagem.
Pela web cam, ela via a mobília do cara ir sumindo atrás dele... A estante, o sofá, tudo se foi.
Finalmente, chega o dia do encontro. Ela foi com a mãe no aeroporto esperá-lo. Quando ele desceu do aeroporto... o susto.
Minha amiga parece a Betty Boop, baixinha, miudinha, uma graça! Ele era muito menor do que ela! Ela se apavorou e quis fugir dali. Mas a mãe dela não deixou. Levaram o cara pra casa delas.
Não adiantou. Ela simplesmente não deixou o cara chegar perto dela, não rolou nem um beijo sequer.
E ele se foi.
Decepção dos dois lados, claro.
Que isso não sirva de "banho de água fria" para quem acredita em amor virtual. Eu mesma acredito! Às vezes me apaixono por alguém só pelas idéias que trocamos... se rolar umas fotos ou uma web cam, então, e o resultado for convidativo... a gente pensa mil coisas, afinal, toda mulher é assim, fantasiosa!
Mas, acho que, como em todas as situações reais da vida, o amor virtual também não pode ser cego. Porque assim como na vida real, na vida virtual a gente se mostra como gostaria de ser... ou mostra só o que quer.
O tempo e nossas atitudes mostram o que é verdade e o que é fantasia... o que é coisa de momento e o que é pra ficar... o que é carência e o que é coerência.
Beijos apaixonados!
(ainda que sejam beijos virtuais...)

sábado, 27 de junho de 2009

Casamento

Dizem que errar uma vez é humano, mas que 2 vezes já é burrice. Quem casa 2 vezes incorre na estupidez?
A paixão biologicamente acaba em, no máximo, 2 anos. Depois disso, diz a maioria, é o amor que leva um casamento para a frente. O que é esse tal amor que leva um casamento para a frente?
Seria um amor mais calmo, sem o fogo que faz com que a gente transe toda hora?
Seria um amor mais fraterno, que inclui sexo - ÀS VEZES - e companheirismo?
Companheirismo - odeio essa expressão. Sou companheira do meu irmão, da minha filha, dos meus alunos, dos meus amigos... mas do marido, até quando a gente consegue ser companheira?
E quando a gente começa a tomar rumos diferentes, um gosta de uma coisa, o outro de outra... A mulher já não tolera muito os amigos do marido, ele nem conhece direito os dela... Chega um momento em que a gente já nem sabe direito da vida um do outro.
A gente deixa essas coisas acontecerem por acomodação ou elas são naturais?
Algumas pessoas, que defendem o casamento, às vezes sem nem serem casadas, dizem "é fase".
Espero que seja, mesmo. Já tive fases mornas, frias e quentes nos meus 2 casamentos. Até quando esse vai durar, não sei. Tenho, como todas as mulheres e seres humanos, medo de ficar só. Mas qual é a vantagem de se estar só e acompanhada ao mesmo tempo?

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