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segunda-feira, 24 de abril de 2017

... por que não eu?


Resultado de imagem para casamento ao ar livre

Vi um casamento ao ar livre sábado...e hoje umas fotos lindas de casamentos bem diferentes. Às vezes, quando isso acontece, me pego pensando... por que não eu?
Já casei no civil uma vez, separei, juntei com outro, separei... na maior parte da minha vida não sonhei com casamento assim, cerimônia e tal...
Perto de completar 50 anos, vejo que parei de amadurecer aos 13, pois até hoje me comporto como uma menininha nos relacionamentos com homens. E como uma menininha acabo apanhando sempre. Atração por cafajestes? 
Talvez. Conheci há pouco um cara com tantos problemas quanto eu... ou mais... senti mil afinidades pra variar, rolou sexo bom, imaginei cumplicidade, no fim ele voltou para a ex e ainda descobri que provavelmente também estava ficando com outra ao mesmo tempo.
Sou imatura e atraio imaturos? Quando encontrei bons homens estava o quê? Ruim, por isso os perdi?
Às vezes viver cansa. Não sei viver sem paixões. Tem que ter alguém na volta. Devo mudar isso. Cansada de sofrer.

sábado, 11 de janeiro de 2014

Casamento é o fim!


Três amigas, uma noiva, uma casada e uma amante decidiram fazer uma brincadeira: seduzir seus homens usando uma capa, corpete de couro, máscara nos olhos e botas de cano alto, para depois dividir a experiência entre elas.

No dia seguinte, a noiva iniciou a conversa:
- Quando meu namorado me viu usando o corpete de couro, botas com 12cm de salto e máscara sobre os olhos, me olhou intensamente e disse: “Você é a mulher da minha vida, eu te amo”. Fizemos amor apaixonadamente.

A amante contou sua versão:
- Encontrei meu amante no escritório, com o equipamento completo! Quando abri a capa, ele não disse nada, me agarrou e fizemos amor a noite toda, na mesa, no chão, de pé, na janela, até no hall do elevador!

Aí a casada contou sua história:
- Mandei as crianças para a casa da minha mãe, dei folga pra empregada, fiz depilação completa, as unhas, escova, passei creme no corpo inteiro, perfume em lugares estratégicos e caprichei: capa preta, corpete de couro, botas com salto de 15 cm, máscara sobre os olhos e um batom vermelho que nunca tinha usado. Para incrementar, comprei uma calcinha de lycra preta com um laçinho de cetim. Apaguei todas as luzes da casa e deixei só as velas iluminando o ambiente. Meu marido chegou, me olhou de cima abaixo e disse:
- Fala aí Batman, cadê a janta?

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Eu digo sim!

Já falei muito aqui no blog sobre casamento. Sempre para detonar. Afinal, a vida toda tive problemas com relacionamentos. Algumas leitoras vêm aqui defender o relacionamento a dois. Ótimo. Agora passo a entendê-las.
Depois de praticamente 2 separações, uma definitiva e outra que não passou de uma ameaça, desfeito um casamento e outro empurrado com a barriga durante algum tempo, aconteceram coisas que me fizeram pensar diferente.
A distância foi uma delas. Quando estamos vivendo uma rotina há praticamente dez anos, e deixamos ela levar nossa vida para a frente, ao invés de conduzirmos a vida como capitãs, tudo vai sendo encoberto por um véu de desapontamentos e reclamações mesquinhas.
Vamos deixando de ver o outro com suas qualidades e passamos a ver apenas os defeitos, as coisas que nos incomodam, nele e nas coisas que faz; o que diz, os amigos que têm e por aí afora. Como me falou uma amiga... "Até o jeito como ele pega os talheres me irrita!"
E o tempo vai passando, o trabalho e a rotina nos cobrem de poeira, até que um dia a gente tenta sair dali de qualquer forma. No meu caso, foi tendo um caso. Achei que com isso iria revolucionar minha vida.
Serviu para muita coisa. Sacudiu minhas estruturas, me fez mudar e ver que a rotina é culpa minha em primeiro lugar. Mas o tempo passou e levou o que aconteceu para o passado. Tirado o véu da rotina, pude ver certas coisas de forma diferente.
Depois de tirar um tempo para mim mesma e mudar de cidade, lutando contra minha própria acomodação em todos os sentidos - profissional, familiar, amoroso, maternal, social - senti que poderia fazer muito. Mas não queria mais fazer tudo isso sozinha.
A distância me mostrou o valor das pequenas coisas, que de perto eu não via. Senti que poderia ter uma rotina, sim, e ser feliz apesar dela. Porque tudo vira rotina. Mas ser amada pode, sim, ser uma deliciosa rotina. Dividir as coisas boas e os problemas é uma bênção. Chegar ao fim do dia e contar com a simples presença do outro é maravilhoso.
Ter uma pessoa para ajudar em tudo, com quem podemos contar nas horas ruins, que nos dá o apoio para seguir em frente, não é mais para mim confissão de fraqueza ou dependência. Hoje entendo que sempre fui forçada a ser independente, e tomei isso como lei, transformando em regra de vida.
Mas ser independente não significa apenas ser só. Ser independente também pode significar ser individual - mas ser um indivíduo com outro na sua vida. Ter seus momentos de solidão, mas deles voltar e ter alguém para nos receber, com todos nossos defeitos, loucuras e carências. Uma pessoa para nos entender e ser entendida. Para viver ao nosso lado, e não na nossa frente, para tropeçarmos a toda hora, ou atrás, para carregarmos como um peso.
Por tudo isso, e por outras coisas que estou descobrindo (entre elas que família é algo muito valioso, mesmo que seja bem pequena)... agora eu digo "Sim!" ao casamento... e ao amor!

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Metade da laranja?

Já me manifestei aqui no blog contra a ideia de "metade da laranja". Como entrar em um relacionamento sem ser uma pessoa inteira? Encontrei uma entrevista no site M de Mulher com o terapeuta de casal Jorge Bucay, autor do romance Amar de Olhos Abertos. Confira alguns trechos interessantes:
"O relacionamento amoroso tem um grande poder: o de nos servir de espelho (sem o qual continuaríamos cegas sobre como realmente somos) e também de alavanca (para nos tornarmos quem verdadeiramente somos). Não considero que a medida do amor seja o quanto estou disposto a me sacrificar por alguém, e sim o quanto estou disposto a desenvolver minha autonomia”."
"Acontece que, quando nos apaixonamos, acreditamos que o ser amado corresponda exatamente aos nossos ideais. Mas, com o tempo, abrimos os olhos, inevitavelmente, e descobrimos que o parceiro não é como o imaginávamos. Ele é o que é. Então, nós nos frustramos a cada vez que ele não age da maneira desejada. Isso dói."
"Há, na verdade, um monstro de sete cabeças que ameaça os relacionamentos. A primeira cabeça é a ideia de que eu não posso viver sem estar enamorado; a segunda, a competição com o par; a terceira, a falta de projetos comuns; a quarta, problemas com a família do cônjuge; a quinta, a incompatibilidade de gostos; a sexta, antagonismo nas linhas ideológicas básicas; e a sétima, a rotina."
"Essa noção vem do mito de que duas pessoas são metades que, juntas, compõem uma maravilhosa e incrível unidade. Eu, particularmente, prefiro ser inteiro e ter a meu lado alguém igualmente inteiro, para, assim, enriquecermos a vida a dois. Não podemos descuidar esse ponto e deixar de ser quem somos. Afinal, a maior riqueza de conviver é a possibilidade de abrir espaço para que ambos possam ser quem são. Muitas pessoas, infelizmente, acreditam que, para estar junto de alguém, precisam renunciar a si mesmos."
"Uma relação saudável possui três pontos de apoio: o amor, a atração e a confiança. (...) Agora, se um dos três sair de cena, não haverá a parceria; talvez, o matrimônio, mas não a parceria."
"O problema não está em um dos cônjuges, mas no tipo de vínculo estabelecido entre eles. Muitas pessoas se separam e repetem com o parceiro seguinte a história nefasta que viveram no passado. (...) As pessoas se desentendem por causa da criação dos filhos, da relação com a família dele ou dela, por problemas financeiros, por disputa de poder e pelo direito de ter liberdade."
"Nós homens somos muito mais dependentes do que as mulheres, principalmente no que diz respeito a assuntos de ordem prática. Um homem se separa e, três meses depois, está vivendo com uma nova companheira. Já a mulher permanece só, aprende a fazer consertos domésticos, a se virar sozinha e, em pouco tempo, está pensando: 'Para que preciso de um homem nesta casa?' '
(Leia a matéria completa aqui.)
. . .
Mais sobre "metade da laranja" aqui no blog:

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Nunca fui pedida em casamento


Ok, vou confessar. Nunca fui pedida em casamento.
Desde menina, me imaginava mãe de uma menina - essa alegria agradeço a Deus todos os dias - mas não lembro de me imaginar com aqueles vestidos que parecem um merengue. Talvez por isso não tenha atraído o tal pedido. Com toda aquela cerimônia.
Claro, tive meus namorinhos românticos... falávamos sobre o que faríamos quando casássemos. E aos 30 anos tive um namorado-reprise que me pediu em casamento. Mas não era o caso, eu tinha acabado de me separar.
Como me casei sem ser pedida? Simples. Eu pedi. Eu determinei como ia ser feito. Ou melhor, primeiro fomos morar juntos, depois casamos no civil, em casa, festa simples. Mini-saia. Branca rsrsrs... tinha que ser diferente. Mas achava ridículo casar em igreja sendo que não frequentava nenhuma.
Continuo não frequentando. Continuo achando ridículas as noivas, mas respeito quem gosta e tem o sonho. E não consigo dar os parabéns a quem o faz.
Talvez eu tenha misturado tudo em minha cabeça - meus problemas de relacionamento com o sexo masculino, o casamento desfeito dos meus pais, a realidade nua e crua, a cerimônia, etc.
E fico às vezes me perguntando se eu teria esse sonho em algum momento de minha vida... de ser pedida em casamento. Quando casei, hoje eu sei, foi para não ficar sozinha... era apaixonada por outro que não me queria. Grande cagada! Mas que o passado fique em seu lugar...
Separei, depois acabei casada de novo. Sem papel nem nada. Não faz a menor diferença uma cerimônia, juro. Casamento é tudo a mesma coisa. Às vezes até dizia que ia fazer uma festa só para ganhar os presentes e renovar a casa...
Continuo pensando que hoje deveríamos criar novas formas de relacionamento que não o tradicional trinômio namorar-noivar-casar.
Mas... e isso aí da foto? Quem não quer? Mesmo a mulher mais independente tem momentos de romantismo. Claro que, com a idade, as coisas vão ficando mais claras na cabeça da gente sobre o que é importante em um relacionamento. De tanto errar, a gente acaba aprendendo.
Agora estou em um mais um momento "E agora?" de minha vida. Questionando tudo em que sempre acreditei. E, principalmente, tudo aquilo em que nunca acreditei.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Mulher que trai #2

"Oi, Mulher de 40...

Estou passando por uma situação muito delicada. Sou casada, entre namoro e casamento 5 anos, mas as coisas entre nós não estão muito bem, sexualmente falando. Chegamos a ficar meses sem nada, falta de vontade minha. Até me excito, mas acho que os problemas do dia a dia me fizeram perder o tesão. Mas, de um mês para cá, me envolvi com um homem casado. Com ele, se pudesse, era sexo todo dia. Trabalhamos quase grudados, ele fica na sala atrás da minha, nos falamos por MSN, nos provocamos e, quando ficamos sozinhos, acabamos transando no escritório mesmo.

Sei que muito vão achar que é errado o que eu faço, mas sei lá o que é certo e errado. Só queria que com meu marido voltasse a ser assim. Podem dizer que não, mas eu amo meu marido, o que acontece é que depois do casamento o homem muda muito. O que eu faço? Bate um peso na consciência quando chego em casa e vejo o marido cheio de amor e declarações e eu acabei de chegar do motel depois de uma tarde maravilhosa. Não sei o que fazer!"


Resposta da Mulher de 40

É normal o tédio no casamento, é normal a falta de tesão por parte da mulher, nem entendemos como é que ELES ainda continuam tendo tesão pela gente depois de tantos anos... E ninguém tem direito de julgar ninguém, até porque não sabemos o dia de amanhã..

Analise se é só sexo o envolvimento que você tem com esse homem casado. Para ele deve ser, mas e para você? Isso não vai mexer mais profundamente com seus sentimentos?

Não, o seu marido não mudou depois de casar, você é que passou a vê-lo sem o olhar da paixão, que torna tudo mais lindo. Você passou a vê-lo como ele realmente é, e com o tempo o tédio tomou conta do seu relacionamento. Isso muitas e muitas mulheres me contam.

Seu casamento não vai voltar a ser o mesmo por mais que você se esforce ou queira. Ninguém passa por uma traição imune. A mulher se culpa por trair. Ainda não descobri como "reacender a velha chama" e francamente, acho que isso não existe. Mulher que gosta de paixão nunca vai ficar satisfeita em um casamento que se tornou morno. E homem se acomoda mesmo!

A única coisa que posso dizer... aproveita tudo o que puder e, se puder, saia dessa e volte para seu maridinho. Mas já te adianto... um dia você vai querer de novo, talvez com outro... essa mania que nós mulheres temos de não saber ficar sozinhas. Então não queremos largar o "certo" pelo "duvidoso" e ficar sozinhas.

Resposta da leitora

"Nossa...me ajudou muito. Com certeza, com o cara casado é só sexo, não vejo ele como um homem por quem eu possa me apaixonar e querer algo, e com isso envolver sentimento. Tanto que quando eu não vejo ele, tudo bem, só rola algo quando nos vemos, aí vem aquele desejo. Sentimento mesmo só pelo meu marido, apesar de tudo. Na minha opinião, que pode estar certa ou não, eu acho que existe a fidelidade de sentimento e a sexual, uma não interfere na outra. Estou tentando acender novamente, nem que seja um pouco, aquele desejo todo. Realmente não sei como eles ainda conseguem ter tanto desejo.

Muito obrigada, pois precisava desabafar com alguém. E pessoalmente é difícil, porque as pessoas ficam nos julgando, como se eles fossem perfeitos e as mulheres que traem fossem sempre as vagabundas, culpadas de tudo!

Abraços!"

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Incompatibilidade sexual


"Boa noite, Mulher de 40.
Teu blog é uma delicia... descobri por acaso visitando outros blogs e te encontrei. Amei você e sua alma 'aberta' logo de cara. Parabéns pelo espaço,viu?
Minha história é um tanto complicada. Tenho 31 anos e sou casada com um homem de 49. Começamos a namorar quando eu tinha 20. No início, você sabe, né? Uma loucura... Mas depois de 6 anos de casados muitas coisas mudaram na minha cabeça. Principalmente relacionadas ao sexo. Temos uma vida sexual ativa, gostosa, e até certo tempo me achava a mais feliz das mulheres. No entanto, as coisas mudam... Situações que antes me faziam perder o 'chão', agora me deixam entediada.
Há mais ou menos 4 anos me descobri bi. Na verdade, acho que sempre fui, mas devido à criação rigorosa e cheia de proibições, sempre fiquei na minha. Depois disso, nossa vida sexual deu uma guinada, melhorou muito, mas eu quero mais e mais... e ele não quer esse mais. Diz que eu basto para ele. Já tentei propor outros homens, casais... Eu quero e preciso viver isso. Às vezes até sonho com cenas assim, porém ele diz que se eu quero viver isso tudo, tenho de me separar, porque não admite outro homem me possuindo.
Ele é um cara bacana, divertido,companheiro, fiel e me trata como princesa, mas eu não estou feliz. Muitas vezes até me sinto culpada por isso, mas não acho justo viver uma relação onde estarei sempre incompleta. Eu adoraria que ele fosse meu cúmplice nas aventuras, mas a única coisa que ele permite é o ménage feminino, e mesmo assim ele diz que tem de estar presente, caso contrário, seria uma traição. Sem contar que ele sente ciúmes de tudo e de todos. Muitas vezes me sufoca.
Há mais ou menos 3 meses criei um blog erótico e passei a entrar em salas de bate papo... Comecei a conhecer homens atraentes que me deixam 'babando'. Recentemente comecei a pensar em divórcio. Estou cansada dessa amorzinho 'morno', desse sexo apenas com ele. Quero mais, muito mais, quero outros homens, mulheres... Mas percebo que estando com ele isso é impossível , pois já conversamos inúmeras vezes e ele sempre acaba aborrecido. E não quero traí-lo. Não gosto de viver às escondidas. O que devo fazer?"
Resposta da Mulher de 40
O clássico problema do tédio no casamento. Depois de alguns anos, a relação cai na mesmice e um dos lados se rebela. Como você casou nova, talvez não tenha tido a oportunidade de experimentar mais no sexo. E agora, com os hormônios aflorados, deseja ter outras experiências, o que seu marido não admite.
É perfeitamente normal que você tenha curiosidade de experimentar. E também é normal que seu marido não queira, afinal cada pessoa tem seu ponto de vista. Mas você vai ter que decidir se vive tudo isso sem ele ou se tenta convencê-lo a participar.
Talvez uma boa maneira de iniciar isso seja convidá-lo para ir a uma casa de swing apenas para olhar. Existem muitos casais que fazem isso, são chamados de "casais tacinha". Busque informações e relatos pela internet, leia junto com ele e aos poucos vá tentando mudar sua opinião. Se ele aceita ménage feminino, faça isso. Tire fotos de vocês transando, ou até filmem, para olharem depois e juntos se desfazerem de certos pudores.
O importante é que ele não se sinta pressionado. Aos poucos as informações são absorvidas e novos limites podem ser traçados. Mas se nada disso trouxer resultados, então chega o momento de você se perguntar se realmente quer continuar ao seu lado e se contentar com o que sempre teve.
Também fica uma reflexão... você está se redescobrindo sexualmente ou se deixando levar pela enorme quantidade de estímulos eróticos a que temos acesso no mundo virtual? Pense muito antes de tomar uma decisão, pois a internet pode te trazer muitas alegrias mas também muitas desilusões.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Meu marido não me dá carinho!

"Olá, Mulher de 40
Estou com um rapaz há um ano, nossa relação já começou meio assim, mas estamos aí... Ele não é mais como antes, não me dá carinho, mas o sexo é ótimo. Ele não diz me ama nem que sou bonita, nem que gosta de mim. Não saímos, só vivemos dentro de casa; final de semana, ele não passa comigo, passa na casa da mãe dele.
Eu trabalho numa lan house e conheci um homem lindo aqui, misterioso, bonito, charmoso, simpático e pediu para sair comigo. Disse que era para conversar, ele também é casado. Tenho muita vontade, só para ver... Beijar ele, porque o meu marido não me beija, então, o que você acha?"
Resposta da Mulher de 40
Acho que você deveria estar muito carente para embarcar em um relacionamento que "já começou meio assim". E mulher carente acaba em cada situação... Se ele não diz que te ama, não te elogia - o que seria o mínimo que um cara deveria dar à sua mulher - então está na cara que você deve pular fora! Um instante: SEI que não é BEM assim...
Mulher quase sempre está carente. Somos mais acarinhadas e delicadas quando crianças, e depois que crescemos queremos que o mundo continue nos tratando assim. Quando temos um problema no trabalho, choramos. Quando um cara se aproxima e nos pega de jeito na cama, nos apaixonamos e entregamos a vida nas mãos dele. E às vezes seguimos nos conformando com o pouco ou quase nada que ele nos dá.
Agora um cara casado se aproxima de você... é furada, minha querida. Você, carente, provavelmente vai se apaixonar com o primeiro aperto de mão. Deixe o cara que não te merece e vai cuidar desse seu vazio, que é o mesmo meu e de quase todas as mulheres. Quer saber? Vai se divertir com suas amigas, viajar, sair da rotina, curtir os homens errados sem envolvimento, até encontrar um que te mereça e que concorde em preencher esse vazio... ainda existem homens assim, acredite!
E homens assim aparecem de repente, quando você menos espera, quando está imaginando que nada mais pode acontecer em sua vida. Nesses assuntos, é parando de procurar que a gente encontra... Por isso, deixe de levar a vida tão a sério, afinal...
Há mais coisas entre o céu e a terra do que sonha nossa vã filosofia.
William Shakespeare

sábado, 13 de novembro de 2010

Coisas da vida...

Um homem caminha por uma farmácia com seu filho de dez anos.
Aconteceu de eles passarem pela seção de preservativos e o menino perguntou:
- O que é isso, pai?
O pai respondeu:
- São os chamados preservativos, filho... Os homens usam para fazer sexo seguro.
- Ah, tá... - respondeu o menino, pensativo. - Sim, eu já ouvi falar disso nas aulas de educação sexual na escola.
Ele olha para a prateleira, apanha um pacote de três preservativos e pergunta:
- Por que tem três nesse pacote?
O pai responde:
- Esses são para garotos do Segundo Grau. Uma para a Sexta, uma para o Sábado e uma para o Domingo.
- Legal, diz o menino.
Agora ele pega um pacote com 6 e pergunta:
- E esses? Para que servem?
- Esses são para garotos da Faculdade, o pai responde. - Duas para a Sexta, duas para o Sábado e duas para o Domingo.
- Uau! - exclamou o menino. Então quem usa estes? - Perguntou, apanhando um pacote com 12.
Com um suspiro, o pai responde:
- Estes são para os homens casados. Uma para Janeiro, outra para Fevereiro, outra para Março... e assim por diante, até Dezembro.
(Se você está rindo é porque é casada(o)... Se você falou "não acredito", casa pra ver...)

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Quer garantir seu relacionamento?


O insight veio de madrugada. Como sempre. Onde começa tudo o que nos incomoda? Na informação. Você fica sabendo de alguma coisa, vai lá e quer saber mais, e pergunta, e cada vez quer saber mais. Curiosidade. É o que move as pessoas, é também o que destrói os relacionamentos.
A rotina também ajuda, mas uma coisa leva à outra. Se você está entediado, fica com a mente vagando aqui e ali em busca de algo que lhe tire do tédio. E acaba encontrando algo que lhe desperta a curiosidade. Bendito e maldito Mr. Google!
Nos relacionamentos, então, é a mesma coisa. Segundo uma das leis da física, todo corpo em repouso tende a permanecer em repouso, e todo corpo em movimento tende a permanecer em movimento retilíneo uniforme. Ou seja... "não mexa com quem está quieto", ou "em time que está ganhando não se mexe!"
Portanto, se você está envolvido em algum relacionamento ou casamento e quer mantê-lo, siga algumas dicas que passaram pela minha cabecinha de madrugada rsrsr...
1 - Não tenha amigos solteiros. Você vai descobrir que as pessoas saem, se divertem, têm muitos amigos divertidos, e o pior... fazem sexo, e muito, e do bom, e com vários parceiros!!!
2 - Não vá para baladas com seu parceiro ou parceira. Você vai encontrar muita gente bonita, bem arrumada, que se cuida, e vai descobrir que você ou seu parceiro estão meio fora de moda, ou que ele ou ela não sabe dançar - ou que vira a piada da turma depois da terceira dose...
3 - Frequente pizzarias daquelas que os casais levam as crianças. Se você estiver namorando, vai ver que tem gente que está em um situação pior que você - ufa! - e que não tem que aguentar aqueles pirralhos correndo em volta da mesa e pedindo chocolate toda hora. Se tiver filhos, vai dar graças a Deus pelo fato da pizzaria ter um recanto só para os pimpolhos e você poder comer em paz.
4 - Visite seguidamente a sua mãe, concorde com tudo o que ela disser e ouça seus conselhos. Afinal, mãe é a pessoa que mais conhece a gente e sabe quando a gente está querendo fazer cagada... ou já fez! Vocês também podem comentar as novelas. Sogra também vale. Peça para olhar as fotos do seu amado quando era bebê e fará uma senhora feliz!
5 - Quando seu marido ou namorado avisar que vai jogar futebol, ou comer churrasco com os amigos, aproveite para limpar os armários e organizar tudo. Assim, você ocupa sua cabeça e não fica pensando bobagens. Quando ele voltar, você estará tão cansada que não vai nem reclamar da hora ou do estado em que ele chegou.
6 - Se você encontrar algum ex-namorado na rua e ele estiver careca e barrigudo, terá motivos de sobra para se achar a mulher mais feliz do mundo com o maridinho que tem em casa... a menos que ele também esteja careca e barrigudo. Mas pense que pelo menos ele é seu. E se encontrar uma ex de seu homem, e ela estiver maravilhosa, conte a ele que ela virou garota de programa ou que tem mil amantes.
7 - Se você gosta de internet, acesse apenas blogs e sites de trabalhos manuais, de educação de filhos ou de penteados para noivas - se está pretendendo casar. Aperfeiçoamento de carreira e fofocas de famosos também vale. Procure também abrir TODOS os emails de auto-ajuda com arquivos em Powerpoint que você receber, e devolva todas as correntes e visitas de Nossa Senhora. JAMAIS - eu disse JAMAIS - procure pessoas do seu passado no Google. Você vai encontrar... e os resultados podem ser desastrosos.
8 - Jamais aceite convites de estranhos em redes sociais, aliás, você nem deveria acessá-las. Tem tanta gente louca por aí nesses negócios de Twitter, Facebook, etc... Todos um bando de infelizes e solitários, que não têm amigos para conversar. E você já tem o bingo das quintas-feiras para colocar o papo em dia mesmo...
9 - Jamais acesse blogs sobre relacionamentos, dicas de sexo e comportamento. Esta deve ser a última vez que você lê meu blog. Proteja sua vida sentimental. Se os outros têm problemas, que vão se tratar, ou procurar um padre, ou psicólogo, mas que não venham destilar seu veneno para atormentar a cabeça de quem está feliz com seu casamento ou namoro.

10 - E finalmente... (por que as listas tem sempre 10 itens?) Se não está muito feliz ultimamente, não é pelo fato de que dois garçons te atenderam ao mesmo tempo no café, ou que aquele garotão te olhou com um olhar diferente, que você vai conseguir coisa melhor por aí. Contente-se com o que tem em casa. Afinal, deve ser apenas TPM, ou uma pontinha de depressão por stress... nada que uns remedinhos não resolvam! Cuidado...

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Namorada insatisfeita

"Olá Mulher de 40,
Leio seu blog todos os dias e fico super feliz quando tem post novo...rs...
Então, minha história é a seguinte: tenho 28 anos e namoro há 05. Vamos casar no fim do ano. Há 02 anos o namoro caiu naquele tédio típico que todo mundo já conhece. Segui todas as receitinhas que dizem por aí: supresas, viagens, lingerie nova, mudança radical no visual e blá blá blá.
Nada adiantou pra "reacender a paixão", mesmo porque ele não faz a parte dele. Como todo homem ele acha que tá tudo bem, que não há nada de errado, que tudo é uma fase... No fundo eles (os homens) só abrem o olho quando tudo já passou do ponto.
Enfim...diante dessa cena patética comecei a me sentir carente sexualmente e meus olhos se abriram pro mundo à minha volta. Foi quando então comecei a reparar num colega de trabalho (típico, né) 20 anos mais velho. Ele é inteligente, tem um senso de humor incrível e um corpo de parar o trânsito. Ele malha, se cuida, enquanto meu namorado é relaxado, mal faz a barba e corta cabelo.
Dei em cima desse sujeito com classe e elegância. Ele ficou meio desconfiado no começo, afinal eu sou bem mais jovem, bonita e bastante cobiçada por outros caras na empresa. Levou um tempo pra ele entender que eu queria apenas sexo e não "me aproveitar" dele financeiramente. Saímos uma primeira vez e foi tudo de bom. Não rolou sexo, mas uns amassos no carro.
Depois de um mês e meio saimos de novo. Veja bem, nesse tempo todo não liguei pra ele nem mandei mensagem, pra ele não pensar que eu tava envolvida. No trabalho, eu agia normalmente, apenas cumprimentos e olhares provocativos. Diante dos olhares insistentes dele, resolví pedir uma carona. Acabamos indo para um barzinho, bebemos, rimos muito... saímos de lá e fomos pro motel. Foi tudo de bom, como eu imaginava.
Daí 15 dias rolou de novo e foi bom também. Só que dessa vez eu disse pra ele: "se for pra rolar de novo eu gostaria que você me ligasse então. Eu não gosto de ficar correndo atrás, ainda mais que eu insisti muito até sair com você. Parece que eu tô mendigando, e eu detesto isso". Ele respondeu "eu também não gosto de mendigar, ainda mais que você é muito fria comigo lá no serviço". E eu disse: "relaxa, eu só não quero dar bandeira na frente do pessoal".
Enfim, já se passaram 15 dias desde o último encontro. Eu gostaria de vê-lo novamente porque sinto necessidade do corpo dele, o encaixe é perfeito. Nesse meio tempo nos falamos normalmente, mas não tocamos no assunto. Ele demonstra claramente que quer de novo, pois fica me olhando feito um adolescente de 16 anos. Mas... também não se manifestou sobre uma nova saída. Enfim, o que eu quero saber mesmo é como insinuar que quero dar pra ele de novo, sem que pra isso EU tenha que convidar. Como posso induzí-lo a me convidar pra sair sem parecer uma desesperada?
Detalhe: amo meu namorado e tenho plena certeza de que quero casar com ele. Nossa afinidade é incrível, só o sexo que tá mais ou menos. Não tenho nenhum sentimento romântico pelo "véio". Apenas gosto da pegada dele e ao que parece ele também tá na mesma. Convivo normalmente com essa situação e, ao contrário do que eu pensava, não rolou nenhuma ressaca moral depois de trair.
Aguardo ansiosamente sua resposta."
Resposta da Mulher de 40
O que aconteceu com você, essa insatisfação com seu namorado, acontece quase sempre, e com quase todas as mulheres com quem tenho contato. É incrível o grau de insatisfação atual das mulheres com relação aos homens que escolheram. Claro que, como os assuntos de meu blog giram em torno de meus problemas de relacionamento, atraem pessoas com problemas parecidos... os comentários reafirmam tudo o que é dito e até acrescentam.
As mulheres que se dizem felizes com seus namorados ou maridos não aparecem para explicar o porquê dessa felicidade. Sinceramente, estou inclinada a pensar que esse tipo de mulher é o tipo que não pensa muito, não se preocupa com muita coisa, não é exigente... cheguei a dizer esses dias que se eu não fosse tão inteligente seria mais feliz ou mais satisfeita. Podem me criticar se quiser, quem não gosta que crie seu blog para defender o que pensa! (E tem mais... eu ando revoltada mesmo! rsrsr)
Aí surge o cara que se cuida, que se valoriza e que te satisfaz na cama como o namorado não faz. Você quer se divertir. E o faz. Ninguém tem o direito de julgá-la. A minha sugestão, querida leitora, é que você vá lá, convide o cara para sair, se é isso que você quer. Tem aqui no blog um post sobre isso.
Mas se você quer realmente um conselho, e quer realmente aprender com os erros dos outros... NÃO CASE! Se você já não está satisfeita agora, acha que com um papel assinado e uma porção de fotos produzidas vai mudar alguma coisa? Não vai, não, só vai piorar. Sua afinidade com seu namorado é fruto de um relacionamento onde os dois já se conhecem, como dois amigos.
Se você não ficou com ressaca moral de traí-lo é sinal de que nem ao menos o respeita mais como homem. Você quer casar com alguém a quem não respeita? Se até você mesma já se deu conta de que os homens não se dão conta das coisas mesmo?
O caso que você teve com o colega de trabalho mostra bem que você está insatisfeita, sim, e ao mesmo tempo está querendo fazer o contrário do que diz o ditado, ou seja, está querendo segurar dois pássaros na mão. Pode acabar com os dois voando. Ou pretende continuar com seu caso depois de casada? Ou... vai conseguir ficar sem ele? E se contentar com um maridinho meia-boca?
Acho que está na hora de você questionar essa sua certeza de querer casar e essa sua "afinidade incrível" com seu namorado. O mais provável é que ele não mude. E, francamente na sua idade, eu não casaria, não... Dois caminhos, duas opções... você decide.

domingo, 18 de julho de 2010

Aprendendo a se amar


"Boa noite querida,
Te acompanho pelo twitter e gosto muito de seus posts. Hoje preciso desabafar. Estou separada há muitos anos, foi um casamento horrível, não o amava, ele era alcoólatra, enfim, graças a Deus, passado.

Já me apaixonei, mas eles não, sofri demais por amor; hoje, estou com uma pessoa que gosta de mim, estamos juntos há alguns meses. Ele é bom, mas não estou apaixonada. Meu filho e ele se dão muito bem, mas tem uma personalidade difícil, trabalha demais - nesses 5 meses saímos somente 2 vezes para jantar. Ficamos em casa todo fim de semana, eu sou caseira, mas às vezes isso cansa. Ele é anti-social, complicado.

Te pergunto, estou com ele por segurança, não sei se vou-me apaixonar, tenho medo de não encontrar ninguém. Estou com 32 anos e ele 29. Tenho dúvidas em levar adiante, mas também tenho medo de me arrepender se terminar tudo agora. O que faço?"

Resposta da Mulher de 40

Você parece ter o perfil de quem se atrai por homens problemáticos. Casou com uma pessoa doente, se apaixonou por homens que não lhe retribuíram, e agora está com medo de perder o porto seguro que conseguiu encontrar.

domingo, 13 de junho de 2010

Como deve ser uma separação para não doer tanto?


Fiz a seguinte pergunta no Twitter, um dia desses: Como deve ser uma separação para não doer tanto? Resposta um tanto óbvia, já que sempre dói, às vezes mais, às vezes menos, mas queria fazer um post sobre isso e não sabia por onde começar. É um tema que deixa mais dúvidas do que respostas.
Respostas dos seguidores, e meus comentários...
"Tem que ser algo lento, gradativo, para ter certeza de que já era."
Às vezes ficamos naquele eterno ir e vir, tentando reacender algo que já virou cinzas. Não deixa de ser uma forma gradativa de se separar.
"E depois que separou nada de 'flash back', porque é igual comida requentada, você come um dia ou dois, depois... éca éca de novo!"
"'Separou No flashback'. Eu mudei de cidade as duas vezes para não correr risco e para sofrer menos também..."
"Um recomeço, novos ares, fazem bem. E é #fato: o que os olhos não veem o coração não sente! Acho que isso é o que facilita!"
Sem dúvida, um bom conselho. Mas... Uma coisa que já foi boa um dia, sempre deixa um gostinho de "quero mais". Às vezes estamos ainda fechadas para novas experiências, bate a falta de sexo, ou a saudade dos carinhos... E nem sempre podemos nos afastar completamente da pessoa, quando há filhos, por exemplo.
"Não acho que tem receita de bolo. Já me separei duas vezes e sempre dói. Mesmo quando já era. Ninguém começa nada pensando em separar..."
Às vezes começamos algo sem perceber que estamos "começando algo". Quando vemos, passaram-se anos e "algo" está instalado em nossas vidas. Aí temos que passar pelo processo de arrancar a pessoa de nossas vidas porque "algo" já não está mais funcionando bem. Quando saber o ponto certo de desistir?

domingo, 30 de maio de 2010

Coragem de Desistir


Texto de Simone Arrojo
"Hoje precisava escrever sobre esse tema que... em princípio, parece tão controverso.
Certa vez, num domingo, estava na casa de um namorado, lendo jornal na sala, eu num canto e ele em outro. De repente me veio uma luz, como se eu estivesse mais lúcida, como se os véus que me faziam imaginar o que se passava do outro lado, tivessem caído finalmente. Comecei olhar o ambiente, a situação e o que eu estava fazendo com a minha vida. Nada fazia mais sentido, meu lugar não era mais ali. Comecei a enxergar a situação com outros olhos, os olhos espirituais. Maravilhoso enxergar com esses olhos... os olhos da alma... que nos colocam em contato direto com o que realmente vale a pena... com o certo.
Coincidentemente, recebi uma ligação de Saul Brandalise Jr. dizendo:
Simone, você me deu um pêndulo de radiestesia e eu estou treinando com ele, alguma coisa me disse para te ligar e dizer que é hora de mudar, de sair dessa situação...
Lógico que, como uma luz, as informações e sinais aparecem de várias maneiras. Era hora de desistir, eu não estava acostumada a desistir de nada. Sempre terminei os cursos que comecei, sempre me achei persistente... sempre achei que desistir de qualquer coisa era para pessoas fracas.

terça-feira, 25 de maio de 2010

MulherNaoPresta e o casamento


Dá pra acreditar que ele mudou e amadureceu depois de mais de um ano separados? Será que um homem arrependido e cheio de saudades pode realmente ser diferente? (Ele terminou, e foi bem sacana)
A situação do momento pode mudar uma pessoa, mas se o namoro continuar como era antes e VOCÊ não mudar suas atitudes, a pessoa vai voltar a ter as mesmas manias.
O problema de namoros, casamentos e relacionamentos oficiais é que acabam fatalmente caindo na rotina e no comodismo. E é aí que as pessoas mostram quem elas são de verdade. Nós é que erramos de achar que tudo será ótimo por nos darmos bem com a outra pessoa e termos muita coisa em comum. Não é assim que funciona na prática. Por mais que se dêem bem, rotina é maçante e, sim, namorar por muito tempo e sem espaços para cada um cuidar um pouco da sua vida é muito chato, muito complicado.
Ele pode estar se sentindo realmente mudado agora. Mas a resposta você só vai saber, com certeza, em um ano ou dois , quando a rotina se instalar novamente. Se achar que vale a pena pagar pra ver, vá em frente. Mas se você acha que ele foi bem sacana então dê a oportunidade a si mesma de conhecer outras pessoas, melhores do que ele.

domingo, 16 de maio de 2010

Os bons tempos




Recebi este texto por email e achei muito interessante para refletirmos neste domingo... #not
Os bons tempos das sábias vovós italianas!
Frases retiradas de revistas femininas das décadas de 50 e 60:
“Não se deve irritar o homem com ciúmes e dúvidas". (Jornal das Moças, 1957)
"Se desconfiar da infidelidade do marido, a esposa deve redobrar seu carinho e provas de afecto, sem questioná-lo". (Revista Claudia, 1962)
Bons tempos...
"A desordem em um banheiro desperta no marido a vontade de ir tomar banho fora de casa". (Jornal das Moças, 1965)

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