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segunda-feira, 24 de abril de 2017
Fazendo exercícios...

Hoje resolvi voltar para a academia. Sou ciclista, mas quero aproveitar as férias pra dar uma variada... Durante mais de metade da minha vida estive dentro de uma academia: como aluna, depois estagiária, professora e por fim como dona de uma. Sempre fui apaixonada por ginástica.
Mas os esportes em meio à natureza mudaram meus gostos... eu fiz trekking, agora ciclismo, e até tentei escalar mas não rolou.
Então comecei na esteira. 5 minutos e eu não saía do lugar, vendo sempre na minha frente a televisão ligada com atrizes magérrimas desfilando suas fomes na telinha.
Passei para o tal elíptico. Mais 5 minutos, e eu subia, subia, e não enxergava a tal da rocha.
Bicicleta ergométrica. O cúmulo! A paisagem lá fora não mudava nunca! Não tinha o vento no rosto nem o barulhinho das rodas no asfalto ou na terra... quase chorei.
Mas vamos lá... abdominais. Até curto fazer, e faço um monte. Depois fiquei observando as pessoas. Uma morena com excesso de peso mas o corpo de uma - desculpe a expressão - égua. Levantando 30 kg de caneleiras em cada perna. Minha filha, você precisa correr e definir seu corpo!!! As mulheres estão realmente a fim de ficar com corpo de éguas, e os homens tomam conta dos aparelhos até a gente pensar que eles moram ali.
Que fim levou a paquera na academia? A conversa? Virou insanidade. Exercício para a saúde? Não! Éguas. Pra quê isso, filha... depois tu acaba com um baita problema na coluna e nem vai poder mais malhar.
Ainda gosto de exercícios. Graças a eles, cheguei em minha idade com um corpo bem "pegável", segundo um amigo bem mais jovem que eu. E sei mais do que ninguém que são necessários. Mas tem que ter prazer. Tem que ter medida. Menos caneleiras e mais olho no olho, meninas. Menos bíceps e mais assunto, meninos.
Não estou mais acreditando nas pessoas...
Então comecei na esteira. 5 minutos e eu não saía do lugar, vendo sempre na minha frente a televisão ligada com atrizes magérrimas desfilando suas fomes na telinha.
Passei para o tal elíptico. Mais 5 minutos, e eu subia, subia, e não enxergava a tal da rocha.
Bicicleta ergométrica. O cúmulo! A paisagem lá fora não mudava nunca! Não tinha o vento no rosto nem o barulhinho das rodas no asfalto ou na terra... quase chorei.
Mas vamos lá... abdominais. Até curto fazer, e faço um monte. Depois fiquei observando as pessoas. Uma morena com excesso de peso mas o corpo de uma - desculpe a expressão - égua. Levantando 30 kg de caneleiras em cada perna. Minha filha, você precisa correr e definir seu corpo!!! As mulheres estão realmente a fim de ficar com corpo de éguas, e os homens tomam conta dos aparelhos até a gente pensar que eles moram ali.
Que fim levou a paquera na academia? A conversa? Virou insanidade. Exercício para a saúde? Não! Éguas. Pra quê isso, filha... depois tu acaba com um baita problema na coluna e nem vai poder mais malhar.
Ainda gosto de exercícios. Graças a eles, cheguei em minha idade com um corpo bem "pegável", segundo um amigo bem mais jovem que eu. E sei mais do que ninguém que são necessários. Mas tem que ter prazer. Tem que ter medida. Menos caneleiras e mais olho no olho, meninas. Menos bíceps e mais assunto, meninos.
Não estou mais acreditando nas pessoas...
terça-feira, 28 de janeiro de 2014
sábado, 11 de janeiro de 2014
Casamento é o fim!

Três amigas, uma noiva, uma casada e uma amante decidiram fazer uma brincadeira: seduzir seus homens usando uma capa, corpete de couro, máscara nos olhos e botas de cano alto, para depois dividir a experiência entre elas.
No dia seguinte, a noiva iniciou a conversa:
- Quando meu namorado me viu usando o corpete de couro, botas com 12cm de salto e máscara sobre os olhos, me olhou intensamente e disse: “Você é a mulher da minha vida, eu te amo”. Fizemos amor apaixonadamente.
A amante contou sua versão:
- Encontrei meu amante no escritório, com o equipamento completo! Quando abri a capa, ele não disse nada, me agarrou e fizemos amor a noite toda, na mesa, no chão, de pé, na janela, até no hall do elevador!
Aí a casada contou sua história:
- Mandei as crianças para a casa da minha mãe, dei folga pra empregada, fiz depilação completa, as unhas, escova, passei creme no corpo inteiro, perfume em lugares estratégicos e caprichei: capa preta, corpete de couro, botas com salto de 15 cm, máscara sobre os olhos e um batom vermelho que nunca tinha usado. Para incrementar, comprei uma calcinha de lycra preta com um laçinho de cetim. Apaguei todas as luzes da casa e deixei só as velas iluminando o ambiente. Meu marido chegou, me olhou de cima abaixo e disse:
- Fala aí Batman, cadê a janta?
domingo, 24 de fevereiro de 2013
Prazeres da Melhor Idade

Texto de Ruy Castro
A voz em Congonhas anunciou: "Clientes com necessidades especiais, crianças de colo, melhor idade, gestantes e portadores do cartão tal terão preferência etc.".
Num rápido exercício intelectual, concluí que, não tendo necessidades especiais, nem sendo criança de colo, gestante ou portador do dito cartão, só me restava a "melhor idade" - algo entre os 60 anos e a morte.
Para os que ainda não chegaram a ela, "melhor idade" é quando você pensa duas vezes antes de se abaixar para pegar o lápis que deixou cair e, se ninguém estiver olhando, chuta-o para debaixo da mesa.
Ou, tendo atravessado a rua fora da faixa, arrepende-se no meio do caminho porque o sinal abriu e agora terá de correr para salvar a vida. Ou quando o singelo ato de dar o laço no pé esquerdo do sapato equivale, segundo o João Ubaldo Ribeiro, a uma modalidade olímpica.
Privilégios da "melhor idade" são o ressecamento da pele, a osteoporose, as placas de gordura no coração, a pressão lembrando placar de basquete americano, a falência dos neurônios, as baixas de visão e audição, a falta de ar, a queda de cabelo, a tendência à obesidade e as disfunções sexuais.
Ou seja, nós, da "melhor idade", estamos com tudo, e os demais podem ir lamber sabão.
Outra característica da "melhor idade" é a disponibilidade de seus membros para tomar as montanhas de Rivotril, Lexotan e Frontal que seus médicos lhes receitam e depois não conseguem retirar.
Outro dia, bem cedo, um jovem casal cruzou comigo no Leblon. Talvez vendo em mim um pterodáctilo da clássica boemia carioca, o rapaz perguntou: "Voltando da farra, Ruy?". Respondi, eufórico: "Que nada! Estou voltando da farmácia!".
E esta, de fato, é uma grande vantagem da "melhor idade": você extrai prazer de qualquer lugar a que ainda consiga ir.
Primeiro, a aposentadoria é pouca e você tem que continuar a trabalhar para melhorar as coisas. Depois vem a condução.
Você fica exposto no ponto do ônibus com o braço levantado esperando que algum motorista de ônibus te dê uns 60 anos.
Olha... a analise dele é rápida. Leva uns 20 metros e, quando pára, tem a discussão se você tem mais de 60 ou não.
No outro dia entrei no ônibus e fui dizendo:
- "Sou deficiente".
O motorista me olhou de cima em baixo e perguntou:
- "Que deficiência você tem?"
- "Sou broxa!"
Ele deu uma gargalhada e eu entrei.
Logo apareceu alguém para me indicar um remédio. Algumas mulheres curiosas ficaram me olhando e rindo...
Eu disse bem baixinho para uma delas:
- "Uma mentirinha que me economizou R$ 3,00, não fica triste não"
Bem... fui até a pedra do Arpoador ver o por do sol.
Subi na pedra e pensei em cumprir a frase. Logicamente velho tem mais dificuldade.
Querem saber? Primeiro, tem sempre alguém que quer te ajudar a subir: "Dá a mão aqui, senhor!!!"
Hum, dá a mão é o cacete, penso, mas o que sai é um risinho meio sem graça.
Sentar na pedra e olhar a paisagem.
É, mas a pedra é dura e velho já perdeu a bunda e quando senta sente os ossos em cima da pedra, o que me faz ter que trocar de posição a toda hora.
Para ver a paisagem não pode deixar de levar os óculos se não, nada vê.
Resolvo ficar de pé para economizar os ossos da bunda e logo passa um idiota e diz:
- "O senhor está muito na beira pode ter uma tontura e cair."
Resmungo entre dentes: ... "só se cair em cima da sua mãe"... mas, dou um risinho e digo que esta tudo bem.
Esta titica deste sol esta demorando a descer, então eu é que vou descer, meus pés já estão doendo e o sol nada.
Vou pensando - enquanto desço e o sol não - "Volto de metrô, é mais rápido..."
Já no metrô, me encaminho para a roleta dos idosos, e lá está um puto de um guarda que fez curso, sei eu em que faculdade, que tem um olho crítico que consegue saber a idade de todo mundo.
Olha sério para mim, segura a roleta e diz:
- "O senhor não tem 65 anos, tem que pagar a passagem."
A esta altura do campeonato eu já me sinto com 90, mas quando ele me reconhece mais moço, me irrompe um fio de alegria e vou todo serelepe comprar o ingresso.
Com os pés doendo fico em pé, já nem lembro do sol, se baixou ou não, dane-se. Só quero chegar em casa e tirar os sapatos...
Lá estou eu mergulhado em meus profundos pensamentos, uma ligeira dor de barriga se aconchega... Durante o trajeto não fui suficientemente rápido para sentar nos lugares que esvaziavam...

Desisti... lá pelo centro da cidade, eu me segurando, dei de olhos com uma menina de uns 25 anos que me encarava... Me senti o máximo.
Me aprumei todo, estufei o peito, fiz força no braço para o bíceps crescer e a pelanca ficar mais rígida, fiquei uns 3 dias mais jovem.
Quando já contente, pelo menos com o flerte, ela ameaçou falar alguma coisa, meu coração palpitou.
É agora...
Joguei um olhar 32 (aquele olhar de Zé Bonitinho) ela pegou na minha mão e disse:
- "O senhor não quer sentar? Me parece tão cansado?"
Melhor Idade??? Melhor idade é a puta que te pariu...
Ruy Castro (Caratinga, 27 de fevereiro de 1948) é um jornalista e escritor brasileiro.
ESTE TEXTO INAUGURA A TAG "RUMO AOS 50". É inevitável, então vamos gozar...
terça-feira, 11 de setembro de 2012
sábado, 4 de agosto de 2012
terça-feira, 24 de julho de 2012
domingo, 17 de junho de 2012
Para terminar o domingo bem...
Sutileza Feminina
Joãozinho...
O professor coloca quatro lombrigas em quatro tubos de ensaio separados:
1. A primeira lombriga em álcool;
2. A segunda lombriga em fumo de cigarro;
3. A terceira em esperma;
4. A quarta em água mineral.
No dia seguinte o professor mostra aos alunos o resultado:
1. A primeira lombriga, em álcool, está morta;
2. A segunda, no fumo do cigarro, está morta;
3. A terceira, em esperma, está morta;
4. A quarta, em água mineral, é a única viva e saudável.
O professor comenta que é bastante nítido o que é prejudicial, e pergunta à classe:
" - O que podemos aprender desta experiência?"
E, "logo", responde o Joãozinho:
- Quem bebe, fuma e faz sexo não tem lombriga!
Continuo a achar o Joãozinho um gênio.
Um homem telefona para sua esposa e diz:
- Querida, o meu chefe convidou a mim e a alguns dos seus amigos para irmos pescar num lago distante. Vamos ficar fora uma semana. Esta é uma excelente oportunidade para eu conseguir a promoção que tenho esperado; por isso me prepare roupa suficiente para uma semana, e também a minha caixa de apetrechos de pesca. Vamos partir diretamente daqui do escritório e vou passar aí apenas para apanhar essas coisas.
- Ah... Por favor, coloque também o meu pijama novo, aquele de seda azul.
A mulher acha que isso soa um bocado estranho, mas atende ao pedido do marido. No fim-de-semana seguinte, ele regressa da pescaria um tanto cansado, mas. fora isso, nada de anormal. A mulher recebe-o com um beijo e pergunta-lhe se apanharam muitos peixes.
Ele responde:
- Sim! Muitos pargos, algumas garoupas e uns poucos carapaus. Mas, por que é que você não colocou o meu pijama de seda azul, tal como pedi?
A mulher apenas olha fixamente nos olhos dele e responde segura de si:
- Coloquei sim, querido! Coloquei-o dentro da caixa de apetrechos de pesca.
O professor coloca quatro lombrigas em quatro tubos de ensaio separados:
1. A primeira lombriga em álcool;
2. A segunda lombriga em fumo de cigarro;
3. A terceira em esperma;
4. A quarta em água mineral.
No dia seguinte o professor mostra aos alunos o resultado:
1. A primeira lombriga, em álcool, está morta;
2. A segunda, no fumo do cigarro, está morta;
3. A terceira, em esperma, está morta;
4. A quarta, em água mineral, é a única viva e saudável.
O professor comenta que é bastante nítido o que é prejudicial, e pergunta à classe:
" - O que podemos aprender desta experiência?"
E, "logo", responde o Joãozinho:
- Quem bebe, fuma e faz sexo não tem lombriga!
Continuo a achar o Joãozinho um gênio.
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
Homens insinuantes...
Homens insinuantes na vida das mulheres...
'Tire a roupa...'
- Seu médico
'Agora deite e relaxe...'
- Seu psicanalista
'Está doendo? A cabeça incomoda?'
- Seu farmacêutico
'Abra um pouco mais...'
- Seu dentista
'Quando estiver tudo dentro, você vai gostar.'
- Seu decorador
'Vem...vem...assim.....assim...'
- Seu flanelinha
'A senhora quer lubrificante ?'
- Seu frentista
Pode segurar, mas não pode apertar.'
- Seu vendedor de frutas
'Vamos fazer uma coisa diferente?'
- Seu cabeleireiro
'Vai querer tudo ou só metade?'
- Seu peixeiro
'Isso, assim mexe um pouco mais agora...'
- Seu professor de culinária
'Sim. Está quentinho! Como a senhora gosta.'
- Seu padeiro
'Gostoso, não é? Pode experimentar outra vez....'
- Seu feirante
'Hoje? Outra vez?! Assim não há quem aguente !!'
- Seu marido
'Tire a roupa...'
- Seu médico
'Agora deite e relaxe...'
- Seu psicanalista
'Está doendo? A cabeça incomoda?'
- Seu farmacêutico
'Abra um pouco mais...'
- Seu dentista
'Quando estiver tudo dentro, você vai gostar.'
- Seu decorador
'Vem...vem...assim.....assim...'
- Seu flanelinha
'A senhora quer lubrificante ?'
- Seu frentista
Pode segurar, mas não pode apertar.'
- Seu vendedor de frutas
'Vamos fazer uma coisa diferente?'
- Seu cabeleireiro
'Vai querer tudo ou só metade?'
- Seu peixeiro
'Isso, assim mexe um pouco mais agora...'
- Seu professor de culinária
'Sim. Está quentinho! Como a senhora gosta.'
- Seu padeiro
'Gostoso, não é? Pode experimentar outra vez....'
- Seu feirante
'Hoje? Outra vez?! Assim não há quem aguente !!'
- Seu marido
domingo, 12 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Veraneio no Rio Grande do Sul
Para conhecimento nacional e reconhecimento regional:
Estamos no verão, e com ele vem o veraneio, como chamamos aqui no Sul. Não sei se vocês, de outros Estados, sabem, mas temos o mais fantástico litoral do País: de Torres ao Chuí, uma linha reta, sem enseadas, baías, morros, reentrâncias ou recortes. Nada! Apenas uma linha reta, areia de um lado, o mar do outro. Torres, aliás, é um equívoco geográfico, contrário às nossas raízes farroupilhas e devia estar em Santa Catarina.
Característica nossa, não gostamos de intermediários. Nosso veraneio consiste em pisar na areia, entrar no mar, sair do mar e pisar na areia. Nada de vistas deslumbrantes, vegetações verdejantes, montanhas e falésias, prainhas paradisíacas e outras frescuras cultivadas aí para cima.
O mar gaúcho não é verde, não é azul, não é turquesa. É marrom! Cor de barro iodado, é excelente para a saúde e para a pele! E nossas ondas são constantes, nem pequenas nem gigantes, não servem para pegar jacaré ou furar onda. O solo do nosso mar é escorregadio, irregular, rico em buracos. Quem entra nele tem que se garantir.
Não vou falar em inconvenientes como as estradas engarrafadas, balneários hiper-lotados, supermercados abarrotados, falta de produtos, buzinaços de manhã de tarde e de noite, areia fervendo, crianças berrando, ruas esburacadas, tempestades e pele ardendo, porque protetor solar é coisa de fresco e em praia de gaúcho não tem sombra. Nem nos dias de chuva, quase sempre nos fins-de-semana, provocando o alegre, intermitente, reincidente e recorrente coaxar dos sapos e assustadoras revoadas de mariposas.
Dois ventos predominam, em nosso veraneio: o nordeste – também chamado de nordestão – e o sul, cuja origem é a Antártida. O nordestão é vento com grife e estilo.... estilo vendaval.
Chega levantando areia fina que bate em nosso corpo como milhões de mosquitos a nos pinicar. Quem entra no mar, ao sair rapidamente se transforma no – como chamamos com bom-humor – veranista à milanesa. A propósito, provoca um fenômeno único no universo, fazendo com que o oceano se coloque em posição diagonal à areia: você entra na água bem aqui e quando sai, está a quase um quilômetro para sul. Essa distância é variável, relativa ao tempo que você permanecer dentro da água.
Outra coisa: nosso mar é pra macho! Água gelada, vai congelando seus pés e termina nos cabelos. Se você prefere sofrer tudo de uma vez, mergulhe e erga-se, sabendo que nos próximos quinze minutos sua respiração voltará ao normal: é o tempo que leva para recuperar-se do choque térmico.
Noventa por cento do nosso veraneio é agraciado pelo nordestão que, entre outras coisas, promove uma atividade esportiva praiana, inusitada e exclusiva do Sul: Caça ao guardassol. Guardassol, você sabe, é o antigo guarda-sol, espécie de guarda-chuva de lona, colorida de amarelo, verde, vermelho, cores de verão, enfim, cujo cabo tem uma ponta que você enterra na areia e depois senta embaixo, em pequenas cadeiras de alumínio que não agüentam seu peso e se enterram na areia.
Chega o nordestão e... lá se vai o guardassol, voando alegremente pela orla e você correndo atrás. Ganha quem consegue pegá-lo antes de ele se cravar na perna de alguém ou desmanchar o castelo de areia que, há três horas, você está construindo com seu filho de cinco anos.
O vento sul, por sua vez, é menos espalhafatoso. Se você for para a praia de sobretudo, cachecol e meias de lã, mal perceberá que ele está soprando. É o vento ideal para se comprar milho verde e deixar a água fervente escorrer em suas mãos, para aquecê-las.
Raramente, mas acontece, somos brindados com o vento leste, aquele que vem diretamente do mar para a terra. Aqui no Sul, chamamos o vento leste de ‘vento cultural’, porque quando ele sopra, apreendemos cientificamente como se sentem os camarões cozinhados ao bafo.
E, em todos os veraneios, acontece aquele dia perfeito: nenhum vento, mar tranquilo e transparente, o comentário geral é: “foi um dia de Santa Catarina, de Maceió, de Salvador” e outras bichices. Esse dia perfeito quase sempre acontece no meio da semana, quando quase ninguém está lá para aproveitar. Mas fala-se dele pelo resto do veraneio, pelo resto do ano, até o próximo verão.
Morram de inveja, esta é outra das coisas de gaúcho!
Atenta a essas questões, nossa indústria da construção civil, conhecida mundialmente por suas soluções criativas e inéditas, inventou um sistema maravilhoso que nos permite veranear no litoral a uma distância não inferior a quinhentos metros da areia e, na maioria dos casos, jamais ver o mar: os famosos condomínios fechados.
A coisa funciona assim: a construtora adquire uma imensa área de terra (areia), em geral a preço barato porque fica longe do mar, cerca tudo com um muro e, mal começa a primavera, gasta milhares de reais em anúncios na mídia, comunicando que, finalmente agora você tem ao seu dispor o melhor estilo de veranear na praia: longe dela. Oferece terrenos de ponta a ponta, quanto mais longe da praia, mais caro é o terreno. Você vai lá e compra um.
Enquanto isso a construtora urbaniza o lugar: faz ruas, obras de saneamento, hidráulica, elétrica, salão de festas comunitário, piscina comunitária com águas térmicas, jardins e até lagos e lagoas artificiais onde coloca peixes para você pescar. Sem falar no ginásio de esportes, quadras de tênis, futebol, futebol-sete, se o lago for grande, uma lancha e um professor para você esquiar na água e todos os demais confortos de um condomínio fechado de Porto Alegre, além de um sistema de segurança quase, repito, quase invulnerável.
Feliz proprietário de um terreno, você agora tem que construir sua casa, obedecendo é claro ao plano-diretor do condomínio que abrange desde a altura do imóvel até o seu estilo.
O que fazemos nós, gaúchos, diante dessa fabulosa novidade? Aderimos, é claro.
Construímos as nossas casas que, de modo algum, podem ser inferiores às dos vizinhos, colocamos piscinas térmicas nos nossos terrenos para não precisar usar a comunitária, mobiliamos e equipamos a casa com o que tem de melhor, sobretudo na questão da tecnologia: internet, TV a cabo, plasma ou LCD, linhas telefônicas, enfim, veraneamos no litoral como se não tivéssemos saído da nossa casa na cidade.
Nossos veraneios costumam começar aí pela metade de janeiro e terminar aí pela metade de fevereiro, depende de quando cai o Carnaval. Somos um povo trabalhador, não costumamos ficar parados nas nossas praias.
Vamos para lá nas sextas-feiras de tarde e voltamos de lá nos domingos à noite. Quase todos na mesma hora, ida e volta.
É assim que, na sexta-feira, pelas quatro ou cinco da tarde, entramos no engarrafamento. Chegamos ao nosso condomínio lá pelas nove ou dez da noite. Usufruímos nosso novo estilo de veranear no sábado – manhã, tarde e noite – e no domingo, quando fechamos a casa.
Adoramos o trabalhão que dá para abrir, arrumar e prover a casa na sexta de noite, e o mesmo trabalhão que dá no domingo de noite.
E nem vou contar quando, ao chegarmos, a geladeira estragou, o sistema elétrico pifou ou a empregada contratada para o fim-de-semana não veio.
Temos, aqui no Sul, uma expressão regional que vou revelar ao resto do mundo:
- Graças a Deus que terminou esta bosta de veraneio!
Paulo Wainberg
Paulo Wainberg
domingo, 29 de janeiro de 2012
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
Dom de iludir
"Não me venha falar da malícia de toda mulher..."
É assim com os modernos palestrantes dos modernos treinamentos que não querem dizer absolutamente nada... só faltou citar o gerundismo - eca!
(do Facebook)
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Velha, eu?
"Não posso estar assim tão velho (a)" ?
Veja o que conta uma amiga:
- Estava sentada na sala de espera para a minha primeira consulta com um novo dentista, quando observei que o seu diploma estava dependurado na parede. Estava escrito o seu nome e, de repente, recordei de um moreno alto, que tinha esse mesmo nome. Era da minha classe do colegial, uns 30 anos atrás, e eu me perguntava: Poderia ser o mesmo rapaz por quem eu tinha me apaixonado na época?
Quando entrei na sala de atendimento imediatamente afastei esse pensamento do meu espírito. Este homem grisalho, quase calvo, gordo, com um rosto marcado, profundamente enrugado, era demasiadamente velho pra ter sido o meu amor secreto. Depois que ele examinou o meu dente, perguntei-lhe se ele estudou no Colégio Sacré Coeur.
- Sim, respondeu-me.
- Quando se formou? perguntei.
- 1965 . Por que esta pergunta? Respondeu.
- É que... bem... você era da minha classe, eu exclamei.
E então, este velho horrível, cretino, careca, barrigudo, flácido, filho de uma p***, lazarento me perguntou:
- A senhora era professora de quê?
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Casamento ou amizade...
Se você quer alguém que coma o que você colocar na frente dele e nunca diga que
a sua comida não é tão boa quanto a da sua mãe...
Então adote um cachorro!
Se você quer alguém disposto a sair, a qualquer hora, pelo tempo e onde você quiser ir...
Adote um cachorro!
Se você quer alguém que nunca toque no controle remoto, não se importe com futebol,
e que se sente ao seu lado enquanto você assiste a filmes românticos.
Adote um cachorro!
Se você quer alguém que se contente em chegar em sua cama só para esquentar
seus pés e que você poderá expulsar se roncar.
Então adote um cachorro!
Se você quer alguém que nunca critique o que você faz, não se importe se você é bonita ou feia, gorda ou magra, jovem ou velha, que aja como se cada palavra que você diz é especialmente digna de ouvir, e te ame incondicionalmente, perpetuamente...
Adote um cachorro!
MAS, por outro lado, se você quer alguém que nunca virá quando você chamar, te ignore quando você chega em casa, deixa cabelo em todo o lugar, anda em cima de você, saia a noite toda e só venha para casa para comer e dormir, e aja como se toda sua existência fosse apenas para garantir a sua felicidade ....
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...então adote um gato.
"Cachorros têm donos, gatos têm funcionários..."
(Qualquer semelhança com pessoas ou fatos reais é mera coincidência...)
(Qualquer semelhança com pessoas ou fatos reais é mera coincidência...)
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Mulher de classe

O marido chega em casa às 18:00h e diz à mulher que teria uma reunião às 22:00h, mas que ele não iria pois considerava isto um absurdo. Mas a mulher, preocupada com o marido, o convence de que o trabalho é importante. O maridão esperto então vai tomar um banho para se preparar e pensa: - Foi mais fácil do que eu pensava!
Como toda mulher, quando o homem entra no banho ela revista o bolso do seu paletó e encontra um bilhete onde estava escrito:
'Amor, estou esperando por você para comermos um pato ao molho branco. Beijão, Sheila'.
Quando o marido sai do banho, encontra sua mulher com uma camisolinha transparente, sem calcinha, toda fogosa deitada de bruços. O marido, ao ver aquela maravilha sob a transparência não resiste e cai matando. A mulher lhe dá um trato completo e ele, exausto, vira pro lado e adormece. Quando vai chegando a hora, a mulher acorda o marido, que não quer mais ir a reunião, mas novamente ela o convence da importância do trabalho.
Ao chegar na casa da amante, o cara está arrasado. Cansado, diz a ela que hoje trabalhou muito e que só iria tomar um banho e descansar um pouco. Como toda mulher, ao entrar no banho ela revista o bolso de seu paletó, e encontra um bilhete onde estava escrito:
'Querida Sheila, o pato foi, mas o molho branco ficou todo aqui. Beijão, A Esposa.'
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
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