quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Pierce Brosnan



Me investigue, 007!
Beijos e boa quinta-feira!

Foi bom, mas acabou. Será???


Fiz amizade com um leitor do blog pelo Twitter, trocamos MSN e começamos a conversar. O assunto Amores do Passado surgiu e vimos que tínhamos histórias bem parecidas. Então pedi a ele que me contasse tudo em um texto. Vale a pena ler, é mais uma história de amor e paixão que às vezes achamos que só acontecem nas novelas, e que, quando acontecem com a gente, ficamos meio sem entender... O que o destino está querendo dizer quando nos traz de volta pessoas que julgávamos perdidas no tempo, mas não na lembrança?
"Esse vai ser o maior desafio da minha vida. Tenho verdadeira admiração por quem sabe escrever, pois nunca consegui nem em redação na escola; até tenho boas idéias, mas na hora de por no papel, é uma travação só! Mas como havia prometido, lá vai.
Isso aconteceu há alguns anos, mais precisamente, faltando uma semana para eu completar dezoito anos. Conheci e começei a namorar uma menina da mesma idade, tínhamos muita coisa em comum. Gostávamos das mesmas coisas, das mesmas músicas, nossa relação era muito legal, adorávamos ficar horas com os amigos cantando e tocando violão.
Nos divertíamos bastante e também tínhamos um tesão louco um pelo outro, mas era uma coisa contida. Por mais que eu tentasse, não havia jeito, ela não dava de jeito nenhum, tinha muito medo de magoar seus pais, então ficávamos naqueles amassos intermináveis... Saía da garagem da casa dela, lugar onde namorávamos, numa situação deplorável, tinha medo de ter cãimbra no membro, juro, chegava mesmo a doer.
Aguentei só seis meses nessa situação, logo comecei a namorar outra menina, que já estava num outro momento, e acabei por terminar o namoro. A vida seguiu, mas, confesso, sempre tive o sentimento de que não havíamos vivido tudo que tínhamos pra viver... paciência!
Quatro anos depois, estava casado com outra pessoa que conheci e por quem me apaixonei. Tivemos dois filhos, e durante vinte anos não tive nenhum tipo de relação extraconjugal. Porém há cerca de um ano e meio atrás, num belo dia ao abrir o Orkut, a surpresa: ela havia me adicionado. Isso mesmo, vinte e quatro anos depois! Nem preciso dizer que foi uma loucura total, ficamos completamente embriagados, trocamos email, partimos pro MSN, telefonemas, até que decidimos nos encontrar pessoalmente.
Marcamos na casa da irmã dela que mora mais perto, já que ela mora em outra cidade. Foi maravilhoso, conversamos, cantamos, tocamos violão, como nos velhos tempos. No final, ela decidiu me acompanhar até a portaria do edifício para nos despedirmos. Ela abriu a porta, passei e nos despedimos com um tímido beijinho, ela já estava se virando pra voltar quando não pude mais me conter, segurei-a pelo cós da calça jeans e a puxei fortemente contra o meu peito, ela tentou fugir, mas no minuto seguinte já estava totalmente entregue num longo e ardente beijo.
Pronto, a merda estava feita. Iniciamos um relacionamento, ambos casados, com filhos e loucos de tesão como dois adolescentes. Era tanta a vontade que nem a distância foi impedimento, viajava por uma hora e meia até a cidade onde ela morava, a pegava numa praça e mais vinte minutos de estrada até a um motelzinho à beira da estrada, onde nos entregavámos a uma paixão ardente que sobreviveu por todos esses anos dentro de nós. Era tanto tesão que não pensávamos em mais nada, foda-se casamento, filhos etc... só nos importávamos em saciar esse desejo tanto tempo guardado. Essa história durou um ano, uma vez por mês nos entregávamos a essa louca paixão.
Porra! O que estava fazendo? Sou casado, nunca havia traído minha esposa todos esses anos, procurava motivos que justificassem, mas essa já é outra história... Até que a ficha caiu. Lógico que não é amor, não adianta ficar nos enganando, é muito tesão, mas só isso... E quando você faz essa reflexão, é a senha pra cair fora. E foi isso que fiz, não me arrependo, foi bom, mas acabou. Será???"

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

"Faça o que você quer!"


Adoro ler a página da Betty Milan na revista Veja. Ela também tem uma coluna chamada Consultório Sentimental na Veja.com.
Na revista de 14/10/2009, ela fala sobre o que as mulheres querem e se pergunta o que significa fazer um consultório sentimental, que tem hoje a função que a literatura tinha no passado - e ainda hoje tem, nos países onde o hábito de ler persiste.
E cita um conto de Geoffrey Chaucer em que um rapaz violou uma jovem e escapou da morte porque a rainha lhe propôs que respondesse à seguinte pergunta: "O que as mulheres mais querem?"
O rapaz saiu pelo mundo sem encontrar duas que lhe dessem a mesma resposta. Até que uma senhora de 100 anos lhe respondeu: "O que as mulheres mais querem é a liberdade. Querem ser livres para fazer o que bem entenderem." Ninguém discordou da resposta que o rapaz levou à rainha, poupando-lhe a vida.
"O conto permanece moderno, pois encerra uma verdade que não é datada sobre o desejo feminino: ele é tão indissociável da liberdade quanto o masculino. Esse é o motivo pelo qual só há entendimento verdadeiro entre os dois sexos quando o fato de um ser livre é decisivo para o outro. Nesse caso, e só nele, existe a afinidade sentimental verdadeira. 'Vá em frente, não tenha medo, faça o que você quer' é a fala amorosa que deveria uní-los. E um caminho, assim, poderia ser trilhado sem maiores 'percalços'."
Esses dias um leitor fez um comentário a respeito do post Tudo Enjoa falando que "Ser homem está cada vez mais difícil, é muita expectativa em cima de um ser. Se vocês notarem, os papéis estão se invertendo aos poucos, os homens estão cada vez mais fazendo o que a mulher fazia e as mulheres o inverso, estão se tornando verdadeiras líderes. Pois hoje em dia homem já tem que ajudar a lavar, passar, cozinhar, ser bom na cama, de beijo, carinhoso, atencioso, se vestir bem, inteligente, dotado kkk, responsável, ter dinheiro. Praticamente o homem perfeito dos quadrinhos. Eu não entendo que as mulheres realmente querem na verdade."
O que a gente quer, na verdade? Se realmente estamos conquistando tudo o que esse leitor afirma, estaríamos conquistando a liberdade? Pela qual tanto nossas mães e avós lutaram e sonharam? Ou ainda queremos um homem, como ouvi esses dias, "que não nos deixe subir nos tamancos"?
Relacionamentos dificilmente são parelhos. Geralmente a vontade de um dos dois predomina, na maior parte das questões. Isso pode ser consciente ou inconsciente. É o que chamo de "o homem da relação". Nem sempre o "homem da relação" é o homem. Do ponto de vista do leitor acima citado, o homem da relação está sendo a mulher, que está determinando tudo o que um homem tem que ser e ter para ser digno dela. Mas essa mulher é feliz assim?
Liberdade ou refúgio? Fazer o que queremos ou repartir as decisões? E agora? Eu não sei. Sempre fui o homem em meus relacionamentos. Acho que cansei. Por outro lado, não sei se deixaria que me colocassem uma coleira... e olha que já tentaram. E quem disse que para ser feliz a gente tem que ter alguém? Não fui eu, com certeza.

Amor que sempre fica...


A gente já sabe qual. Qual o amor que sempre fica.
Todo mundo tem um. Ou teve. Mas se teve, sabe que se aparecer na frente, volta tudo.
Sexo é tudo! É troca, é posse, é doação. E quando acontece aquela mágica com alguém, é pra sempre!
Aquela pessoa que você bate o olho e pensa "Esse eu vou pegar!"
E quando pega, tem certeza. Olho no olho, a química acontece. O primeiro beijo é quase uma possessão. Você quer engolir a pessoa. E ela engole a sua alma.
Não pensa em nada a não ser em ir pra cama. Não lembra bem o que aconteceu antes, quando vê está transando. Arranca as roupas em segundos. Não precisa de preliminares, só basta um olhar e um toque...
Quando vê, ele está dentro de você e o encaixe é perfeito! O pau dele é do tamanho exato da sua buceta. Cabe direitinho e parece que já conhece o caminho... Suas pernas se enrolam nele e você nem sabe em que posição está transando, porque seu corpo está todo arrepiado, você está quase desfalecendo de tanto prazer, se sente flutuando...
Não é ele que te come. Vocês se comem. E o primeiro orgasmo é muito rápido, é como uma explosão mesmo. Uma necessidade que veio de não sei onde. Um desabafo. Um descontrole.
Depois, você não consegue mais parar. Descansa, conversa, mas de repente ele está dentro de você de novo. E de novo. E de novo...
Tenho um amor que me domina assim. Amor de pele. Isso é uma coisa maravilhosa, que se justifica por si. Que faz sentir toda a essência de ser fêmea e de estar viva!
Seremos sempre apaixonados assim um pelo outro... nunca teremos um ao outro além da cama. E se for só isso, já é muito!

I Encontro Paraná Mulher - 12.12.2009

O Paraná Mulher é uma associação voltada para o público feminino com o intuito de ajudar as mulheres do Paraná a se desenvolverem profissionalmente e criarem uma rede de relacionamentos produtiva e interessante.
A ideia surgiu a partir da necessidade de estar inserida em um grupo que entenda os desafios e lutas enfrentadas pelas profissionais do sexo feminino. O objetivo é crescer, apoiar-se e criar um grupo de profissionais confiáveis e interessadas em crescer e aparecer!
O Paraná Mulher busca algo prático, frequente e menos elitizado do que outras associações, para poder encontrar um lugar nesta grande diversidade de perfis que existem no mundo corporativo feminino.
O foco é em prol do "Empoderamento Feminino". Não é algo CONTRA os homens, e sim A FAVOR das mulheres. "A época de queimar sutiãs já passou e aquela velha conversa de igualdade de sexos e tomar o lugar dos homens não passa de delírio de algumas feministas. Como nos igualar se somos tão diferentes? Qual o objetivo de tomar o lugar dos homens se podemos estar em nosso próprio lugar fazendo as coisas à nossa maneira?"
O blog Mulher de 40 apóia a Associação Paraná Mulher!
Mais informações em Paraná Mulher e no blog Débora Carvalho, de onde foi condensado esse post.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Onze mandamentos de Nuno Cobra, preparador físico - comentados


Stress rolando, depressão pegando, mas vocês não têm culpa. Sempre procuro dar o melhor de mim justamente quando estou em crise. Hoje resolvi pegar leve!
Mandam cada coisa por email... até já pedi que não me mandassem mais essas porcarias de mensagens de auto-ajuda, mas essa eu resolvi comentar, em itálico.
1- Durma pelo menos oito horas e tente acordar sem despertador. "Ele é uma agressão ao organismo". E se chegar atrasado ao trabalho vai ganhar é uma agressão do chefe, com certeza!
2- Alimente-se a cada três horas, em pequenas quantidades. Vamos virar vacas, ruminando o dia inteiro. Você tem tempo para isso? Eu não... às vezes só para um chiclete.
3- Cheire a comida, pegue as folhas com as mãos e mastigue o mais devagar possível. Só não faça isso na frente de um pretendente, senão, já era! Nem em um almoço de negócios...
4- Exerça alguma atividade física pelo menos três vezes por semana. Até aqui, tudo ok. Uma hora de caminhada pode ser praticada por qualquer pessoa, em qualquer lugar, e é suficiente para obter os benefícios do esporte. Helloooooo... caminhada é bom para velhinhas... vai tentar manter a bunda no lugar só caminhando, vai! E caminhada não fortalece músculos nem o coração (sou formada em Educação Física, sei o que estou falando!).
5- Evite ficar nervoso. Em situações de stress, boceje e espreguice-se. Tá. Quando brigar com o namorado ou marido, até vale como provocação. Mas na reunião semanal do trabalho, você lá, espreguiçando e bocejando... já imaginou?
6- Dedique pelo menos quinze minutos do dia à meditação. Escolha um local silencioso, sente-se numa posição confortável e esqueça-se da vida. Isso eu faço quando vou ao banheiro fazer o número 2. Será que vale?
7- Tome ao menos dois banhos frios por dia. Falou isso antes de saber dos hábitos ecologicamente corretos tão apregoados atualmente! Esse hábito é energizante. Queria ver ele aqui no sul, tomando banho frio com a temperatura ambiente 4 graus!!! (se não for capaz, finalize seu ducha ou banho com um jato de água fria ascendente, a começar no pé esquerdo e a terminar na mão direita) Entendeu ou quer que desenhe?
8- Nenhum tratamento funciona se não se abandonarem vícios e se não se adquirirem hábitos de higiene de vida. Não beba, não fume, não exagere no cafezinho, não tome remédios por conta própria, beba bastante água... bla bla bla bla...
9- Quando fizer exercícios físicos, concentre-se apenas neles. Não leia enquanto pedala na bicicleta nem ouça música enquanto corre. E para beber, não vai nada? Nem a novelinha das sete pode?
10- Preste atenção ao fluxo de ar que entra e sai de seu pulmão e procure respirar mais profundamente. Prefiro prestar atenção a outras coisas que entram e saem de mim e que me fazem respirar rapidamente, ofegantemente, loucamente... rsrsrs...
11 - Faça elogios com mais freqüência. Essa tática funciona como um ímã e faz com que todos queiram estar a seu lado. Afinal, quem não gosta de um puxa-saco? Faz isso a longo prazo, faz... todos vão saber quem é falso da história. Sinceridade não é para os fracos!
Espero que aproveitem os conselhos... da forma que acharem melhor.
Beijos!

domingo, 15 de novembro de 2009

Que posição você prefere?

Vamos lá... sempre gosto de falar de sexo, acho que se pudesse até falava o tempo todo... acho, por exemplo, que é uma das melhores formas de relacionamento entre as pessoas. Cada um tem suas preferências... Qual é a sua? Votem nos comentários!!!
1



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4


5


6


7


8


9


10


11


12


Não sabe qual escolher?

Sem stress. Todas elas podem ser testadas!

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Tudo enjoa

Pra variar, estava lendo sobre mulheres que perdem o tesão por seus maridos - a gente não ouve muitos caras falarem que perdem o tesão por suas mulheres, acho que eles se calam ou vão procurar outras mais facilmente, ou até não perdem o tesão tanto quanto nós... Mas o maior motivo das tais dores de cabeça é a falta de tesão mesmo!
Lembrei do seriado Aline, que está sendo exibido pela Rede Globo e foi baseado nas tiras de Adão Iturrusgarai. Fui procurar na internet e dei com essa tira da Aline original...
Quem de nós não gostaria de ter dois homens assim, loucamente apaixonados e de comum acordo? Eu particularmente confesso que um de cama e outro de mesa já me satisfariam... Difícil conseguir de um só homem que tenha selvageria suficiente na cama e civilidade fora dela... já namorei muito, e nunca encontrei nenhum assim. Eterna insatisfeita? Talvez.
(Até tive um que era músico, era bem quente na cama e também era "família" quando tinha que ser. Mas se vestia mal pra burro... o dia em que apareceu de tênis branco lá em casa caí do cavalo e o troquei pelo cozinheiro hehehe Na verdade, namoramos um tempo e terminamos, e ele fez uma música para mim falando "no segundo mês, eu dancei" por que eu falava pra ele que meus namoros não duravam mais de 2 meses...)
Tudo na vida enjoa. Até a Aline enjoou! Porque nascemos insatisfeitos. E morreremos assim. Do contrário seríamos uma planta, que apenas precisa de água e sol. Claro que reduzir um relacionamento mais sério a esses termos parece superficial. Mas as pessoas vão adquirindo hábitos e gostos no decorrer da vida e vão mudando - não em sua essência, que continua a mesma.
Quando a pessoa que está ao nosso lado vai mudando dessa forma e não vamos acompanhando por alguma razão, acabamos nos afastando. No início, a gente faz tudo junto. Visitas. Amigos. Baladas. Com o tempo, um dos dois acha alguma coisa de que goste, e descobre que o outro não curte tanto assim para acompanhá-lo.
Até aí, tudo bem. A individualidade deve ser preservada pois, a meu ver, faz parte da auto-estima. Mas, e quando essas coisas de que gostamos separadamente vão aumentando? Na verdade, não seria a tal essência que está mostrando a sua verdadeira face? E que escondemos no início para agradar o outro?
Isso cansa, enjoa!
Chega aquele ponto em que tudo que achávamos engraçadinho no início, agora irrita. Aquela piada que ele sempre conta. A reclamação dela de que ele sempre chega tarde. A falta de sexo. O excesso de TV e internet. A falta de privacidade por causa dos filhos...
Quem disse que tudo tem que ser engraçado a vida inteira? Quem disse que temos obrigação de levantar o que caiu ou colar os cacos do que se quebrou? Por que não criar coragem e #prontofalar tudo o que se passa na nossa cabeça, mesmo que vá doer?
Já fiz isso. Doeu muito. Estou fazendo de novo. Está doendo muito. Mas como crescer sem doer? Como ser bebê sem sair do útero? Como ser borboleta sem deixar de ser lagarta?

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