domingo, 6 de dezembro de 2009

Uma fantasia... sexo com dois homens


Tinha marcado como de costume um encontro com ele. Porém me ligou e pediu para encontrá-lo em um bar. Um pouco depois do horário marcado, cheguei ao bar e ele estava lá com um amigo. Fomos apresentados e rolou uma conversa informal. Estranhei o fato de ter me chamado para um bar e mais ainda por me apresentar um amigo!
Começamos a beber e ficamos bem alegres. Ele falava obscenidades no meu ouvido e quando seu amigo foi ao banheiro me perguntou se eu tinha gostado dele. Logo caiu a ficha. Falei que sim. Ele deu uma risadinha safada olhando bem no fundo dos meus olhos com aquele olhar sacana que só ele tem.
Convidou para sairmos dali. Eu já imaginava o que viria depois. Mas ainda não estava acreditando. Quando entramos no carro ele me puxou para um beijo ardente e senti as mãos do seu amigo acariciando meu pescoço.
Fomos para um motel os três. Eu estava super excitada mas paralisada com a novidade. Entramos no quarto, ele me abraçou e falou "Não faremos nada que você não quiser!" E começou a me beijar. Senti que seu amigo veio por trás me abraçando e beijando meu pescoço, e acariciando meus seios. Me entreguei a eles com volúpia.
Tiraram minha roupa devagar e beijaram todo meu corpo. Aos poucos fui tirando a roupa dos dois também, e foi aumentando a minha excitação até que não podia mais me controlar. Ele deitou e falou "Vem, meu amor!" e eu subi em cima dele louca para ser penetrada. Seu amigo continuou me beijando e agarrando meu seios com força, me enlaçando pela cintura, por trás, e me mordia também.
Saí de cima dele e fiquei de quatro para chupá-lo, estava enlouquecendo de tesão. Foi a deixa para seu amigo me pegar por trás e me penetrar devagar. Ele falava "Era isso que você sonhava, minha puta, fala!" E puxava meus cabelos, e agarrava meu rosto com força. Falei "Você é louco!" Ele respondeu "Só quero te dar prazer!"
Os dois se alternavam para me penetrar, tive vários orgasmos até os dois gozarem também. Depois, fomos para a banheira e a brincadeira continuou. Quando ele estava fazendo sexo anal comigo em seu colo, de costas para ele, seu amigo fez sexo oral em mim... foi o máximo! Nunca pensei que teria coragem de realizar essa fantasia, mas ele já provou que pode fazer muita coisa comigo...
Curtam a cena do filme "Threesome" que eu adoro e que me inspirou para escrever este conto... se quiser ir até a parte quente, role até 3 minutos rsrsrs
Beijos!

sábado, 5 de dezembro de 2009

O sal e a dor


O velho Mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal em um copo d'água e bebesse.
- Qual é o gosto? - perguntou o Mestre.
- Ruim – disse o aprendiz.
O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse a um lago. Os dois caminharam em silêncio e o jovem jogou o sal no lago. Então o velho disse:
- Beba um pouco dessa água.
Enquanto a água escorria do queixo do jovem o Mestre perguntou:
- Qual é o gosto?
- Bom! - disse o rapaz.
- Você sente o gosto do sal? - perguntou o Mestre
- Não, disse o jovem.
O Mestre então, sentou ao lado do jovem, pegou em suas mãos e disse:
- A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende de onde a colocamos. Quando você sentir dor, a única coisa que você deve fazer é aumentar o sentido de tudo o que está a sua volta. É dar mais valor ao que você tem do que ao que você perdeu. Em outras palavras: é deixar de ser copo... para tornar-se um lago.
Felicidade e muita Paz !

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Homens que baleiam

Pedi uma sugestão para um post hoje no twitter e a @cristianesita me sugeriu "Homens pamonha ou Homens que baleiam (como o twitter) RÁ".
Não sei bem o que ela estava imaginando, mas parei para pensar no que seriam os homens que baleiam. Odeio homens lerdos. Que demoram para entender, demoram para responder, demoram para fazer as coisas, demoram para decidir.
Acho que o maior motivo de existirem os homens-pamonha é o fato de eles estarem se sentindo meio sem lugar no mundo. Antigamente eram os provedores, e, como tais, detentores do poder. As mulheres ficavam em casa, esperando por eles. Nossos homens ainda são, na maioria, filhos dessas mulheres. É com elas que aprenderam a lidar com o universo feminino.
Então, de repente, caem num mundo onde as mulheres já são maioria nas universidades, estão tomando conta do mercado de trabalho, e quando estão a fim de alguém, chegam e demonstram. Além de tudo, essas mulheres já estão perdendo a paciência de assumir a tal dupla jornada ou até tripla, em alguns casos. Porque quando as mulheres começaram a trabalhar fora de casa, chegavam em casa e sobrava tudo para elas. Inclusive os filhos. Agora, já não temos mais saco para tanta obrigação. E eles não sabem o que fazer conosco!
(E ele chega em casa, está tudo bagunçado como deixou, a mulher saiu para um chopp com as amigas e ele ainda tem de fazer a janta dos filhos. Fato: homem não tem que "ajudar" em casa. A gente ajuda os outros a fazerem as coisas que são dos outros. O que é dos dois, que repartem uma casa, é obrigação dos dois, então o homem não ajuda a esposa, ele apenas faz a sua parte. Então, se ele lava uma louça, não está ajudando a sua mulher, está fazendo a sua parte, apenas. Simples assim. Mas eles não foram feitos para isso, coitados!!!! Nasceram para serem servidos...)
Também tem homem-pamonha que não chega junto. Fica só nos telefonemas e MSN. Parece não se dar conta do que pode. Ou não dá o devido valor a um mulherão quando a encontra. Tem medo. Acaba preferindo a mulher que se faz de indefesa. É mais fácil, afinal. Está na genética dominadora deles. Sabe que não vai precisar de muita inteligência para levá-la para a cama. E ainda pode preservar a fama de mau!
E para você? O que é um homem-pamonha?

Baixa de energia

Vi no Laerte

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Antidepressivos ou anti emoções?

Volta e meia comento aqui no blog sobre o uso que já fiz de antidepressivos. Quem nunca tomou que atire a primeira receita azul embolada! Pois bem, este mês decidi voltar a tomar minhas pilulazinhas da "felicidade", por conta de um TPM violenta - eles também são receitados para isso - e por conta de tudo que tenho vivido.
Feito. Quatro dias e já me sinto mais calma. Mais acomodada. Já não implico tanto com as colegas de trabalho, que são simplesmente obtusas. Já não me estresso com os bate-bocas comuns por lá. Dirijo mais devagar e não grito com os barbeiros como de costume. Me sinto mais disposta.
Porém me sinto menos rebelde. Sem vontade de mudar nada em minha vida. Gostando da calma de minha cidade - calma, não pasmaceira! Twitter quase deixei de lado, o blog me parece mais distante, posts mais pesados... Libido, então, começa a zerar, um dos efeitos mais significativos dessas porcarias que chamam de antidepressivos - legítima droga! Nem vontade de ouvir música eu sinto!
Muito bom ter mais calma. Mas isso se pode aprender e cultivar. Deixar a internet de lado às vezes e visitar um amigo é muito bom, também. Não se estressar por pouca coisa, ótimo. Mas e quanto a sentir emoções positivas? Olhar aquele sapato na vitrine e simplesmente enlouquecer enquanto não compra? Ouvir bem alto aquela música que te desperta recordações boas, e encher os olhos de lágrimas? Vestir aquela roupa que adoramos e gostar do que vemos no espelho? Sentir tesão no meio da tarde, assim, sem motivo? Dar uma gargalhada conversando no MSN com uma amiga? Tomar uns chopinhos a mais e ficar falando bobagens?
Tudo isso também some junto com a irritação, a ansiedade e a depressão típicas da TPM e de outros estados depressivos. Como eu sempre digo, a gente vira um vegetal. Entra no automático e deixa a vida passar. (Sabe o que eu mais fazia quando tomava direto os remédios? Jogava Tetris o tempo todo!) Acaba o tsunami e vira um lago. Passa o furacão e ficamos perdida no meio dos destroços. Como um lixo.
Não quero isso, quem já me conhece um pouquinho sabe que não sou assim. Precisei para não enlouquecer! Vou aproveitar a calma para pensar um pouco, assim, em marcha lenta... Quem leu meu desabafo sabe que ando precisando! Mas me sinto como uma sombra do que eu sou, longe da minha essência, vazia de intenções. E se não voltar a postar sobre sexo tão cedo, me desculpem... é culpa desses remédios mesmo!
Beijos! Preciso muito de você que leu até aqui... deixe seu comentário!

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Keanu Reeves

E chega de reclamar da vida... ela nos traz muitas coisas boas... Vamos olhar um pouquinho para isso...




Ainda bem que a gente ainda pode sonhar...

Dicas de beleza de Audrey Hepburn


O texto a seguir foi escrito por ela, quando pediram que revelasse seus segredos de beleza.
  1. Para ter lábios atraentes, diga palavras doces.
  2. Para ter olhos belos, procure ver o lado bom das pessoas.
  3. Para ter um corpo esguio, divida sua comida com os famintos.
  4. Para ter cabelos bonitos, deixe uma criança passar seus dedos por eles pelo menos uma vez por dia.
  5. Para ter boa postura, caminhe com a certeza de que nunca andará sozinha.
  6. Pessoas, muito mais que coisas, devem ser restauradas, revividas, resgatadas e redimidas; jamais jogue alguém fora.
  7. Lembre-se que, se alguma vez precisar de uma mão amiga, você a encontrará no final do seu braço. Ao ficarmos mais velhos, descobrimos porque temos duas mãos, uma para ajudar a nós mesmos, a outra para ajudar o próximo.
  8. A beleza de uma mulher não está nas roupas que ela veste, nem no corpo que ela carrega, ou na forma como penteia o cabelo. A beleza de uma mulher deve ser vista nos seus olhos, porque esta é a porta para seu coração, o lugar onde o amor reside.
  9. A beleza de uma mulher não está na expressão facial, mas a verdadeira beleza de uma mulher está refletida em sua alma. Está no carinho que ela amorosamente dá, na paixão que ela demonstra.
  10. A beleza de uma mulher cresce com o passar dos anos.
O Talmud é um livro onde se encontram condensados todos os depoimentos, ditados e frases pronunciadas pelos Rabinos através dos tempos. Há um ditado que termina assim:
“Cuida-te quando fazes chorar uma mulher, pois Deus conta as suas lágrimas. A mulher foi feita da costela do homem, não dos pés para ser pisada, nem da cabeça para ser superior, mas sim do lado para ser igual, debaixo do braço para ser protegida e do lado do coração para ser AMADA.“

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Desabafo


Quando decidi escrever este blog, inspirada no blog Mulherzinhas, estava em uma fase da vida um tanto insatisfeita, curiosa, carente de desafios, cansada da rotina, buscando algo mais, enfim... acho que é a tal fase da loba. Como a maioria das coisas que se passavam pela minha cabeça, e ainda passam, são coisas que a gente não admite às vezes nem para o espelho, decidi que seria um blog anônimo, ou coisa parecida.
Poucos leitores sabem minha verdadeira identidade, e hoje faço questão de que ninguém mais saiba. Uma característica minha é gostar de mistério, afinal. Isso gera curiosidade principalmente nos leitores homens, e atiçar essa curiosidade é um prazer para mim. Aos poucos que me revelei foi porque me identifiquei muito pessoalmente, e cultivo hoje amizades que apesar de serem virtuais são muito reais em minha vida.
O que mais me moveu desde o início foi contar minhas histórias do passado. Saudosismo puro. Nostalgia. Vontade de fazer o relógio parar e voltar para trás. Na minha idade a gente olha para trás e vê quantas oportunidades deixou escapar por pura imaturidade ou por falta de parar para pensar friamente. Às vezes também penso que me faltou uma presença masculina forte na infância, pois meu pai nunca esteve presente nem ligou a mínima para os filhos, e minha mãe sim, foi durona e criou sozinha dois filhos que hoje ainda estão com sequelas psicológicas...
E agora estou chegando ao fundo do poço. Enfeitei o blog com minhas memórias, com minhas histórias, com minhas ideias, com minha rebeldia e até com minha tristeza às vezes. Desabafei muito, #prontofalei várias vezes, chutei o balde, disse tudo que gostaria de poder dizer se não tivesse marido nem filha. Fui divertida, sacana, e acho que às vezes até útil. Só que agora isso não está me bastando, estou em um momento que quero escancarar na vida real a personagem que criei para extravasar.
Esses dias um leitor dos que conhecem a minha identidade verdadeira falou que eu estava precisando "cuidar um pouco da fulana". Que sou eu, e não a Mulher de 40. Retruquei que na verdade eu sou a Mulher de 40, só que em virtude da existência de um marido e de uma filha, eu não posso escancarar. E isso está me destruindo. Sempre odiei a hipocrisia, o fingimento, o viver para o que os outros vão pensar. E na verdade, me escondendo atrás de um pseudônimo, estou fugindo. É certo que estou me divertindo também, isso tudo para mim também é lazer, mas acima de tudo é uma terapia. O que estou postando agora são coisas que adoraria poder gritar bem alto.
E cheguei a um momento pessoal de ruptura. Estou prestes a romper com tudo. Mudar de cidade, de local de trabalho, talvez até me separar, criar um sofrimento enorme para duas pessoas que são parte definitiva na minha vida: minha filha e o pai dela. E estou com muito medo disso tudo. Muito medo mesmo. Muita dúvida. Sempre me virei sozinha. Sempre tive coragem. Minha mãe fala que quando eu quero uma coisa, ninguém me segura. Só que simplesmente estou com medo de estar querendo a coisa errada, depois de tanta cagada que já fiz na vida.
Meus amigos já cansaram de me ouvir falar e pesar tudo. Ninguém mais sabe o que me dizer. A decisão é minha. O que me salvará agora? Fechar os olhos e ir em frente, doa a quem doer, e buscar o que me faz feliz? Ou tentar repartir a dúvida? Ainda é tempo? Com dez anos menos eu não teria tantas dúvidas, com certeza. Acho que ter mais de 40 deixa as pernas da gente mais pesadas.

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