sábado, 17 de abril de 2010

O bom humor do carioca....

Bate-papo pelas ruas do Rio.
- Depois de tanta chuva, o Prefeito Eduardo Paes anunciou a construção da Hidrelétrica da Lagoa Rodrigo de Freitas.
- No Rio não se fala mais direita e esquerda. Agora é bombordo e estibordo!
- Se a Maratona do Rio fosse em Abril, o Cesar Cielo ia humilhar!
- Depois do airbag, os coletes salva vidas são os opcionais mais importantes nos carros do Rio.
- O melhor serviço de entrega no Rio é do Submarino.
- Ninguém passa fome no Rio, Bolinho de Chuva é o que não falta.
- Vamos assistir a chuva lá em casa hoje?
- Quem acha que a água do mundo está acabando não mora no Rio.
- Meu passeio ciclístico de hoje fiz de pedalinho.
- Agora sim, os governantes melhoraram a vida do carioca, todos têm residência com vista para o mar.
- O Lula está lançando o BALSA-familia pra ajudar Rio e São Paulo.
- Lula e Cabral cumpriram o prometido: água e esgôto na casa de todo mundo.
- A Marta Suplício recomendou aos cariocas: relaxa e bóia!!!
- Teve gente que se salvou da enchente porque estava transando com uma boneca inflável.

Caninha Tatuzinho

O rico e o pobre deram uma chegadinha na zona do meretrício local.
O rico pediu uma garrafa de champagne francês Veuve Clicquot, e também a mulher mais gostosa e cara daquela zona.
Arrancou as roupas da "donzela" e, com ela em pé, derramou champagne pelos seios dela e tomou todo o líquido lá embaixo, na "pombinha" da mesma e fez uma saudação dizendo:
- Ser rico é bom demais !!!

O pobre viu aquilo e pediu uma dose de Caninha Tatuzinho e, em seguida, pediu a mulher mais barata da zona e logicamente a mais feia.
Tirou a roupa da mulher, virou-a de costas e derramou a cachaça nas costas da mesma e, com a boca no fiofó dela, tomou toda a pinga que escorria e saudou dizendo:
- Pobre tem mesmo é que tomar no cu !!!

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Aumenta o som!

Ouça essa música e pense...
você com o carro na estrada, a 150 por hora,
o asfalto como um espelho, estrada deserta...
todos os problemas sendo deixados para trás,
você correndo atrás de sua felicidade,
em busca de breves momentos de prazer...
um barzinho, amigas, cerveja muito gelada, blues e muito rock'n roll!
saudades, amiga, você sabe...
coisas que o tempo não vai tirar de nossas esquecidas cabeças
nossas loucas cabeças
eternas insatisfeitas, correndo atrás às vezes nem sabíamos do quê...
e sempre rindo de tudo, até de nossas desgraças!
Amiga, você faz falta!
12.000 km nos separam
mas meu coração está grudado no seu!
e todas as vezes que eu jogar a cabeça para fora da janela do carro
e gritar bem alto
é em você que pensarei!

quinta-feira, 15 de abril de 2010

A enfermeira

"Já passava da meia noite e eu só pensava em ir embora daquele hospital no qual passei quase 1 mês. Estava ansioso, em menos de 12 horas minha alta já estaria assinada e eu estaria de volta para casa, mas ainda tinha que passar por algumas checagens para saber se tudo estava realmente ok. O que me chateava era o fato de ter que ser um cara para vir fazer essas malditas checagens.
A porta se abriu alguns minutos após a meia noite, e pude sentir um perfume adocicado e feminino invadindo o quarto. Olhei para ver quem entrava, e ao invés do cara era uma enfermeira. Morena, de cabelos lisos e soltos, de jaleco e vestido branco. A cena dela chegando perto de mim me fez ficar excitado na hora. Ela caminhava em minha direção e os cabelos passeavam pelo seu decote comportado, mas não tanto.
Ela mediu minha pressão, que na hora deveria estar realmente alta e minha respiração, que no momento não deveria estar muito boa. Tentei me acalmar para que tudo desse certo, mas a cada fitada nos meus olhos dela, eu me sentia cada vez mais excitado.
Ela terminou as medições e simplesmente saiu. Fiquei no quarto sozinho e imaginando aquelas cenas de filme pornô, do qual a enfermeira ataca o paciente. Não demorou muito e já me via acariciando o meu pau, duro por imaginar aquela deusa me chupando.
Fiquei totalmente à vontade. A próxima checagem seria só na próxima hora. Fiquei deitado batendo uma punheta devagar, imaginando as cenas mais deliciosas que poderia, quando a porta abriu e eu mal percebi. Tudo bem, ela também não percebeu o que estava fazendo. Quando ela se aproximou que nos assustamos. Eu, com a chegada repentina dela, e ela com a minha mão segurando meu pau.
- Desculpa, senhor. Eu volto outra hora. É que sou nova aqui e esqueci que precisava checar mais algumas coisas.
- Não, não!! Você que me desculpe... Eu não percebi você entrando!!
- Tudo bem! Daqui a pouco eu volto e...
A interrompi na hora lhe puxando pelo braço. Que eu poderia perder?
- Fica. Foi você quem me deixou desse jeito.
Ela na hora ficou ruborizada. Estremeceu. Conseguia ver os mamilos dela endurecendo por baixo do vestido. Sem palavras, ela tentava não olhar para mim.
- Posso perder meu emprego, senhor.
- Esse é o único problema?
E com uma das mãos comecei a afastar o cabelo do seu decote, e a massagear os seus peitos. Ela gemeu baixo. E fui com a boca no seu pescoço. Subindo e beijando até a sua boca. Ela correspondia ao beijo, mas assustada com o que estava acontecendo.
- Senhor. Pode entrar alguém - Disse ela gemendo baixinho.
Ignorei, e continuei a beijando com ela sentada na cama. Fui lhe passando as mãos nas coxas, que ela, com um pouco de receio, ia abrindo devagar. Minha mão chegou fácil na sua calcinha, que já estava bem encharcada. Quando comecei a acariciar sua buceta por cima dela, ela me mordeu o lábio, e começou a me bater uma bem de leve. Ela ia subindo e descendo com a mão no meu pau, e eu afastando aquela pequena calcinha, pra enfiar meus dedos. Ela gemia no meu ouvido, me beijava o pescoço. O que era medo se transformou em tesão. O que era uma recatada enfermeira, virou uma vadia toda de branco.
Ela tirou o jaleco, enquanto me beijava o peito, a barriga, e ia descendo com a boca no meu pau, que a esse momento já babava de tanto tesão. Ela engolia minha rola como uma profissional. Chupava, lambia, passava na cara. Ela queria me fazer gozar logo. Apesar do tesão, existia todo o perigo de alguém entrar. Enquanto ela me chupava, fui tentando tirar o vestido dela. Ela parou por uns instantes e tirou os peitos pra fora. Ela parecia naquele momento ler meus pensamentos, e colocou meu pau entre seus peitos e foi subindo e descendo, lambendo a cabeça inchada da minha pica.
Ficamos assim por um tempo, mas eu queria mais. Queria tudo. Nem vi como, nem quando, mas quando a puxei pra cama, a calcinha dela já estava no chão. Um belo convite pra encher minha boca naquela buceta. Ela veio, levantando o vestido e me mostrando aquela buceta quase toda raspadinha. Eu quis deitá-la pra poder chupá-la e ela disse:
- Eu que devo cuidar de você.
Me deitou e sentou no meu peito com a bunda virada pra minha cara. Ela ficou rebolando, coçando o grelo com os pelos do meu peito enquanto me batia uma punheta. Até que ela se abaixou para continuar chupando e me deixou com aquela bunda com marca de biquini na minha cara e aquela buceta com o grelo rosado na minha boca.
Ficamos naquela brincadeira gostosa por algum tempo. Ela me chupando, mordendo a cabeça do meu pau, e eu a chupando, enfiando os dedos ora na sua buceta, ora naquele cuzinho, que se contraía a cada estocada. Depois de pouco tempo ela não se aguentou, e tirou a buceta da minha boca para sentar no meu pau. E sentou gostoso. Meu pau simplesmente sumiu naquela buceta. E a vadia rebolava gostoso. Gemia baixinho. Chupava meus dedos, lambia os peitos. Uma vadia perfeita. Depois de várias reboladas:
- Agora vou fazer algo que vai te deixar bonzinho.
- Aé, doutora vadia? O que?
Sem falar nada, virou de costas. Pegou minha pica e foi sentando, sem colocar os joelhos na cama e atolou o cuzinho, bem devagar na minha pica. Delicia ver aquele cuzinho subindo e descendo na minha rola. Quanto mais meu pau pulsava, mais forte aquela vadia pulava. Até que não aguentei e anunciei o gozo.
Ela sem mais delongas, tirou o rabo do meu pau e me chupou. Mas não um boquete comum, só mamando a cabeça. Ela engolia o meu caralho inteiro, me massagendo as bolas com as mãos e a língua. Não demorou muito para aquela vadia me fazer gozar direto na garganta dela. Eu me contorcia e me controlava para não gemer alto.
Ela ainda me deu mais algumas chupadas, até acabar com toda a porra do meu saco. No final se levantou, ajeitou o vestido, o cabelo, colocou o jaleco e disse:
- Próxima checagem daqui a uma hora, senhor."
(Conto enviado por um leitor)
Twitter @T_Dyas

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Tarde demais para viver um grande amor?

História enviada pela leitora Mariana Cardoso
"Histórias foram feitas para serem contadas. E essa é mais uma história que veio à minha mente em uma noite de sono... Ela não é real para quem não a viveu. Jogar tudo para o alto e viver uma louca paixão? Ao mesmo tempo em que essa opção é mais alucinante e gostosa, pode ser considerada a maior loucura de suas vidas. Afinal quem é ela? Que direito ela tem de magoar os corações das pessoas ao seu redor? E quem são essas pessoas, que direito elas têm de impedir essa mulher de viver seu amor bandido? Muitas perguntas sem resposta, qual o verdadeiro caminho a seguir e o final da história dessa mulher vai finalmente corresponder ao desejo de seus corações.
Há 24 anos, Ana era uma adolescente que tinha perdido sua mãe e vivia em grandes conflitos interiores. Fazia parte de um grupo de amigos, apesar de seus problemas, namorava Toni, que era loucamente apaixonado por ela. Mas ela não poderia dizer o mesmo, guardava em seu coração um segredo, um amor que carregava por Jean, o namorado de sua melhor amiga.
Os dois viviam essa paixão secreta, na troca de olhares, vontade e desejo de estar juntos. Os anos se passaram, e eles ainda estavam presos a um amor que era possível, só bastava eles decidirem o certo a se fazer. Como iriam lidar com a angústia de Toni e Gabriela? Apesar de hoje acharem simples, o que o tempo não cura no coração dos jovens. Jean propôs a Ana que fugissem juntos, assim não teriam que olhar nos olhos de seus parceiros a dor de uma separação e uma enorme traição.
Ela recusou, jamais faria mal a alguém, preferiu sacrificar seu sonho de viver em paz com alguém que ama, para não magoar, ou envergonhar pessoas que ela também não deixava de amar. No final, ambos casaram. Casaram-se pensando um no outro, optaram por se afastar, mas ficavam pelos corredores, praças, trocando olhares, corações que clamavam um pelo outro.
A cada dia ficava insuportável a distância. Estava nascendo dentro dela uma necessidade de estar nos braços dele, uma vontade de beijá-lo, de viver mesmo que por horas uma loucura que faria valer a pena todo seu sacrifício de estarem longe todos aqueles anos. A ligação entre eles foi tão forte que não resistiram e se aproximaram.
Quando ela se deu conta já estava envolvida em seus braços, amarrada pelo cheiro do seu perfume, presa no seu olhar, seus sentidos acompanhando os movimentos de suas mãos escorregando por todo seu corpo. Com a força em que tirava cada peça e com a delicadeza de seus beijos por todo seu corpo... Sentia arrepios, ouvia sons, não queria sair daquele momento por nada. Sentia-se presa aos movimentos que ele fazia. O olhar apaixonado de um homem cheio de desejo a enlouquecia e a fazia querer que cada segundo fosse eterno.

Ela sentia que estava no lugar onde ela sempre deveria estar, naqueles braços fortes, que a seguravam com força, que a levantavam, que buscavam por ela, que tinham a sede de sentir sua macia pele, seu corpo, seu cheiro. Sua pele e o calor que ela transmitia faziam aquele momento ser quente, intenso, forte, excitante, mágico, lindo. Ela respirava fundo, engolia em seco, virava os olhos, e buscava a boca dele, beijando como se fosse a primeira vez.
Ao sair dali, parecia ter vivido em outro mundo, sem acreditar que foi real. Que depois de tantos anos, ela finalmente pode amar e sentir aquela pessoa que ela sempre desejou. Mas... Ao chegar a casa, viu seu marido a esperando com um grande sorriso de braços abertos, com saudade. Sua filha sentada e os admirando. Seria difícil definir o sentimento de horror que ela sentiu. Estava impura, enganando, magoando, ferindo dois outros corações inocentes, que viviam em sua volta, que estavam presentes em todos os momentos. Que viveu na dor e na alegria. Tomava banhos, porque ainda sentia o cheiro daquela noite, chorava se sentindo impura. Seu coração se recusava a se arrepender de um momento lindo, tão mágico, mas a outra parte se sentia egoísta em destruir três corações.
Acabar com aquilo que ela mesma teve a opção de não construir anos atrás. E agora? Existiam mais pessoas envolvidas, mais corações que se partiriam. Seria egoísmo largar tudo e viver seu amor? E sua filha? Seu marido que vivia por ela, que buscava agradar, amar de todas as maneiras que ele encontrava. Porque ela não o amou? Não encontrara nele defeitos, era bom, companheiro, amigo... Mas ela o fazia infeliz por sua incapacidade de amá-lo como ele merecia. Pois mesmo assim ele estava lá.
Sem desistir de viver ao lado dela. E se sentia mais culpada quando sua amiga vinha compartilhar que Jean não queria ter filhos. Ana sabia que ele queria que ela fosse a mãe de seus filhos. Como olhar nos olhos de sua amiga, a angústia e a pressão aumentavam a cada dia que passava, vivia sufocada naquele silêncio, e culpada por ter se entregado a uma paixão que deveria ter morrido há muito tempo.
Hoje, completa 24 anos em que olha pela janela, em que a lágrima escorre em seu rosto, quando a saudade bate e junto com o vento vem o cheiro do perfume dele. Ela fecha os olhos e lembra exatamente cada segundo vivido ao lado dele. Ela não o deixou de amar, mas aprendeu que o amor traz paz ao coração. Entendeu que ambos desperdiçaram suas oportunidades por covardia e depois seria tarde demais para serem corajosos.
São 24 anos de uma história que com certeza ainda não chegou ao fim, nem sempre o fim é de acordo com o que desejamos, mas isso não significa que não seja um final feliz. O que adianta ser feliz só para ela? E não para aqueles que bem ou mal a ajudaram construir uma vida enquanto Jean também vivia com sua esposa?
A vida é feita de caminhos. Escolha hoje o que você quer desfrutar no amanhã. Não tenha medo de se arrepender, e voltar atrás antes que seja tarde demais para viver seu grande amor!"

Sex and the City 2

Amo muito tudo isso! Já assisti 2 vezes TODINHO o seriado... deliciem-se!!!

terça-feira, 13 de abril de 2010

Eu acesso o Mulher de 40


Querida Mulher de 40, linda, vigorosa, gostosa, meu exemplo!! Adoro acessar e ler suas postagens, instrutivas, bem-humoradas, intuitivas, também! Mesmo quando discordo de algo, adoro, porque me faz refletir!
Eu acesso e acho que todo mundo deveria acessar também!
Mulher de 40 é tudibão! Adoooooooouro! =]
Atenciosamente,
Twitter @Dra_do_Amor
email adoutoradoamor@gmail.com

Dia do beijo

Beijo é tudo!
Beijo roubado, beijo molhado, beijo suado, beijo mordido, beijo lambido...
O que é sexo sem beijo? Nada!
O que é beijo sem sentimento? Nada!
O que é melhor do que ganhar um beijo? Ganhar vários!
Beijo é o começo de tudo... e também o fim...
Beijo é a revelação... é o desejo... e é também o amor!
Hoje beije muito... hoje e sempre!







domingo, 11 de abril de 2010

Dona de casa


Ultimamente ando passando por problemas profissionais que estão me abalando demais. A ponto de ter que tomar ansiolíticos, faltar ao trabalho e - o mais grave de tudo - pensar em desistir de tudo.
Meu trabalho atual não foi minha opção vocacional, acabei fazendo o concurso depois que tive minha filha e senti necessidade de ter uma renda fixa. Mas com o tempo passei a gostar do que faço, porque sempre acreditei que a gente deve gostar do que faz pois nem sempre pode fazer o que gosta.
Contratempos a gente sempre tem, em qualquer trabalho neste mundo. Até Gisele Bundchen deve ter. Sempre temos colegas que jogam areia, outros que ajudam e se importam, e o objetivo do trabalho acaba sendo cumprido na medida de nossas possibilidades.
Voltando no tempo, lembrei daquela menina que subia em uma cadeira ao lado do fogão para aprender a cozinhar. E aprendi sozinha, pois minha mãe não tinha tempo para me ensinar, só me dava uns toques. E cozinho bem quando quero, modéstia à parte.
Também observava ela costurando, ela era costureira... e aprendi também, quando ela viajou um dia, na volta eu tinha feito uma mini saia linda para mim com restos de uma calça jeans. Nem ela sabia de onde eu havia tirado o modelo do bolso embutido que inventei para a tal saia!
Sempre tentei conciliar a vida profissional com a vida de dona de casa. Mesmo quando era solteira, estudante... sempre fui caprichosa e organizada, hoje em dia tenho até planilha no Excel com as contas do mês. E tenho também um caderno de receitas de capa dura cheio de fotinhos de bolo e pratos diversos colados, igualzinho ao que minha mãe tinha!
Até que ponto vale a pena a gente sair de casa, ganhar um dinheiro pra gastar ao fim do dia... que termina sempre antes do fim do mês rsrsr? Realizar um trabalho onde não somos valorizadas e onde somos jogadas de um lado para o outro como peças de um tabuleiro de xadrez? Onde uns são favorecidos e outros pagam o pato?
Sinceramente... minha filha me valoriza muito mais. Nunca me arrependi de ter priorizado o contato com ela em detrimento da minha verdadeira vocação. Talvez eu tenha sido fraca ao desistir de minha vocação. Acomodada mesmo. Hoje me arrependo, aliás hoje ando me arrependendo de muitas coisas erradas. Pra isso vivemos, não é mesmo? Para aprender, e sem arrependimentos não há aprendizagem... muito pouco aprendemos com os erros dos outros.
E hoje é um daqueles dias que duvido que alguma mulher não tenha passado... dia de querer ser apenas uma dona de casa, ou no máximo trabalhar meio período. Cozinhar, estender roupa - nem precisamos mais lavar como nossas mães, mais uma vantagem! Fazer um bolo delicioso, receber amigos para o chimarrão, para o jantar, tricotar - também faço isso muito bem!
Esperar o marido cansado ao fim do dia com um abraço e um carinho, o lanche na mesa... esses dias mesmo reclamava disso... Mas hoje, neste exato momento, e passando pelas aflições profissionais que tenho passado, meus pesos e minhas medidas estão mudando. Já tinha postado um texto que me enviaram sobre isso.
Quando penso em quantos anos faltam para me aposentar parece uma eternidade. Eu que sempre disse que ia trabalhar até morrer. A idade nunca vem sozinha... Estou cansada. Cansada de correr atrás e não resolver nunca. Cansada de ser tratada como lixo. Detalhe: sou professora. Não preciso comentar mais.

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