Fiz a seguinte pergunta no Twitter, um dia desses: Como deve ser uma separação para não doer tanto? Resposta um tanto óbvia, já que sempre dói, às vezes mais, às vezes menos, mas queria fazer um post sobre isso e não sabia por onde começar. É um tema que deixa mais dúvidas do que respostas.
Respostas dos seguidores, e meus comentários...
"Tem que ser algo lento, gradativo, para ter certeza de que já era."
Às vezes ficamos naquele eterno ir e vir, tentando reacender algo que já virou cinzas. Não deixa de ser uma forma gradativa de se separar.
"E depois que separou nada de 'flash back', porque é igual comida requentada, você come um dia ou dois, depois... éca éca de novo!" "'Separou No flashback'. Eu mudei de cidade as duas vezes para não correr risco e para sofrer menos também..."
"Um recomeço, novos ares, fazem bem. E é #fato: o que os olhos não veem o coração não sente! Acho que isso é o que facilita!"
Sem dúvida, um bom conselho. Mas... Uma coisa que já foi boa um dia, sempre deixa um gostinho de "quero mais". Às vezes estamos ainda fechadas para novas experiências, bate a falta de sexo, ou a saudade dos carinhos... E nem sempre podemos nos afastar completamente da pessoa, quando há filhos, por exemplo.
"Não acho que tem receita de bolo. Já me separei duas vezes e sempre dói. Mesmo quando já era. Ninguém começa nada pensando em separar..." Às vezes começamos algo sem perceber que estamos "começando algo". Quando vemos, passaram-se anos e "algo" está instalado em nossas vidas. Aí temos que passar pelo processo de arrancar a pessoa de nossas vidas porque "algo" já não está mais funcionando bem. Quando saber o ponto certo de desistir?