quinta-feira, 1 de julho de 2010

Cadê?

Será que ela também toma antidepressivos?

MulherNaoPresta e as paixões femininas


....ele fala tudo que eu quero ouvir e é super tudo comigo. Mas eu não sei se é certo eu terminar com meu namorado, depois de tudo o que eu já fiz ele passar, ele nunca mais vai falar comigo. Não quero que ele me odeie, mas não sei se quero continuar, o outro guri mexe demais comigo, o que faço?
Termine com o atual, viva a aventura que você quer viver, depois de uns seis meses quebre a cara, perceba que o sujeito por quem você está encantada hoje não é nada daquilo do que você esperava, mas ignore. Tente persisitir porque você tem certeza de que mudará ele. Ele não mudará. Fique triste, depois chegue à conclusão que quem era realmente importante pra você era o cara que você estava namorando e que dispensou, porque ele gostava realmente de você apesar de nao ter tanta pegada. e esse que está te deixando encantada e dizendo tudo que você quer ouvir só estava querendo te levar pra cama.

terça-feira, 29 de junho de 2010

Coisas para fazer durante o futebol


Como não sou fã de futebol, nem a Copa me seduz (apenas as imagens de certos jogadores...), pedi uma sugestão no Twitter sobre o que escrever e o @TriAcido me sugeriu isso... então lá vai, coisas para fazer durante o futebol. Principalmente, durante os jogos do Brasil na Copa. A maioria eu já testei!
1 - Ir ao mercado. Maravilha! Sem filas, nem pessoas fofocando entre as prateleiras, dá pra passear à vontade! Só que o açouqueiro não vai te atender de muita boa vontade, com aquela TV de 14 polegadas que ele trouxe de casa na frente...
2 - Shopping. Lojas vazias também, e as vendedoras não vêm tentar te empurrar aquele vestido ridículo que te engorda uns 10 quilos! Provador vazio também, você pode ficar a tarde inteira desfilando roupas como uma adolescente em frente ao espelho. E, se não quiser levar nada, ninguém vai reclamar, nem notar.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Michael Jackson


Ele sempre foi meu ídolo. Dia 25, fez um ano que nos deixou. Não se transformou em um anjo. Já era antes de morrer. O artista pop mais rock'n roll que existiu. Um rei. Criança para sempre.
Saudades e admiração eternas.

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Maconha versus Álcool



Vídeo de Márcio Américo

Ainda a acrescentar... os médicos nos viciam em benzodiazepínicos e antidepressivos de todo tipo, apoiados  e estimulados pela indústria farmacêutica. Há toda uma geração de professoras ao meu redor dependentes de rivotril e ainda assim, à beira de um ataque de nervos. Sofremos os efeitos colaterais desse monte de porcaria que nos receitam, os problemas não se resolvem e são criados novos problemas numa espiral sem fim. Mais problemas necessitam de mais remédios, mais remédios causam mais problemas.

Aqui na minha cidade, e acredito que não seja só aqui, existem clínicas médicas que vendem receitas de medicamentos controlados. É só chegar lá , pedir e pagar. Um negócio como qualquer outro?!?! Temos nossa parcela de culpa, pois nos deixamos levar pelos momentos iniciais de alívio que tais drogas nos proporcionam. Não levamos os tratamentos a sério, deixamos a terapia para depois. Mas nos viciamos com o aval de médicos, que em poucos minutos diagnosticam e liberam a receita. Sim, porque existem medicamentos controlados que viciam em poucos dias, tal como o crack.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Amizade, um amor que não vicia


Por Flávio Gikovate - Médico Psiquiatra - Revista Cláudia, dezembro de 1994.
"O amor corresponde às sensações de paz, harmonia e completude que sentimos ao lado de outra pessoa. É alguém especial, escolhido segundo critérios de admiração (e outros que nem sempre compreendemos), e que se transforma na figura substituta da mãe, nosso primeiro amor. Do amor adulto esperamos coisas muito parecidas com as que esperávamos de nossa mãe. O amado terá de estar presente nos momentos de aflição, nos dar segurança, atenuar nosso desamparo. Em resumo, terá que preencher nosso “buraco”.
A única novidade é que a isso se acrescenta o sexo, nova fonte de inseguranças, ciúmes e incertezas. Ou seja: a relação torna-se mais possessiva e exclusivista do que era a da criança com a mãe. O vocabulário romântico é indicativo disso: chamamos de “benzinho”, “lindinho” – e em tom de voz idêntico ao que usamos para falar com crianças. Aliás, se os bebês falassem, também diriam à mãe: “Você é maravilhosa”, “Sem você eu não viveria” etc.
Ao longo da vida, conhecemos várias pessoas. Com algumas nos encantamos; com uma, esse encantamento se torna especial. É a eleita, a amada. Na prática, será a encarregada de, com sua presença e atitudes, atenuar nossa sensação de incompletude. Ela será a guardiã do meu “buraco”. E eu, do dela. Quer se queira, quer não, esse caminho leva à dominação recíproca – ainda que, na aparência, um seja o dominador e o outro, o dominado. Por amar, as pessoas se julgam com direitos especiais sobre o outro. O amor “autoriza” isso, pois o amado não pode deixar de acudir quando o “buraco” exigir. Se vou trabalhar, não preciso de minha mulher. Ao voltar para casa, porem, preciso dela lá, senão me sinto incompleto e inquieto, exatamente como a criança que volta da escola e não encontra a mãe.

domingo, 20 de junho de 2010

Happy Birthday, Mulher de 40!


Hoje, dei-me conta de que amanhã o blog completa um ano! Quando fiz o primeiro post não sabia bem o que estava acontecendo ou por acontecer. Mas, de lá para cá, foram muitas gratas surpresas!
O post de ontem sobre amizade virtual já foi um presente antecipado, pelos comentários que recebi de vários amigos que conquistei durante esse ano de blog e Twitter.
Resolvi parabenizar a mim mesma e ao blog (não seríamos uma coisa só?...) com a imagem de uma mulher maravilhosa que parece ter decidido não envelhecer. E é ela, Marilyn, que vai cantar parabéns para o blog!

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