sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Dia de muito...


Desde criança ouço essa expressão "Dia de muito, véspera de nada". Minha avó, depois dos dias de festa, falava que ficava cansada. Minha mãe sempre se sente triste depois de um dia muito alegre. Quando bebemos muito, temos ressaca. Quando comemos demais, sentimos os efeitos no sistema digestivo. Depois de um carnaval, então, ficamos vários dias assim, meio entre o céu e a terra, ou entre o céu e o inferno...
Já li que todo o universo tem seus pontos altos e baixos, e houve uma época em que era moda falar em biorritmo (se quiser fazer o seu, clique aqui). O que nunca esqueço foi uma afirmativa de que atualmente viveríamos uma fase muito pobre artisticamente - na verdade afirmavam que a fase boa já teria alcançado o seu ápice em torno dos anos 60, e depois decairia. (#fato.)
Não vou descambar para a filosofia, que não é o meu forte, mas vou falar de mim, é para isso que tenho este blog. O fato é que o ano passado para mim foi um pico em vários sentidos. Aconteceram muitas coisas. Em todas as esferas de minha vida, foi um ano em que entrei em erupção. Fiz e falei tudo o que tinha vontade. Criei uma personagem virtual que hoje é meu alter ego, e acho a minha pessoa um tanto sem graça perto dela.
Este ano estou em um vale emocional, físico, espiritual e profissional. Sinto como se tivesse jogado para o alto tudo o que tinha em minha vida e agora estou tentando catar no chão, entre o que restou, o que realmente tem valor para mim. É um ciclo que se fecha. Sinto uma nova vida pela frente, mas ainda está tudo muito difuso. Sinto que tenho que tomar decisões, mas não me forço mais. Estou tomando o meu tempo.
Tento recuperar uma coisa de cada vez. A saúde mental foi a primeira; procurei ajuda enquanto precisei. Agora estou cuidando da minha parte física. Meu lado espiritual tem me dado vários chamados e não tenho escutado; sei que em breve terei de cuidar disso. Ele é muito forte e influencia todo o resto da minha vida. Porque é de meu espírito que tiro forças para todo o resto.
Meu lado social está, no momento, se recolhendo um pouco. Não me cobro. Já pensei até em parar com o blog, porque tem horas que parece que ele não tem mais razão de ser. Ainda tenho que arrumar forças para resolver o meu ponto de transcendência: minha profissão. Ela é a única coisa que vai me pertencer por toda a vida. Nem amigos, nem filhos, nem marido, nem familiares... apenas a profissão acompanha um ser humano por toda a sua vida, e é nela que tudo se apoia.
O momento em que você enviuvar ou se divorciar, que seu filho for estudar fora ou seu melhor amigo for embora para o exterior, a hora em que você começa a perder seus parentes próximos; quando todos lhe viram as costas, quando você começa a perder a beleza física e o frescor da juventude... enfim... sempre acreditei nisso: é na profissão que você se agarra. Ela lhe dá a chance de ser alguém no mundo e fazer diferença.
E é esse meu principal problema atualmente: não me sinto mais útil em minha profissão. Cheguei em um ponto em que não há mais desafios intelectuais, e as barreiras para fazer o que eu acho certo me parecem intransponíveis. Estamos também chegando ao fim de mais um ano, e a perspectiva de em breve fazer (mais um?) aniversário, e todas aquelas festas e rituais, nada disso me alegra nem um pouco.
Hoje vinha pela rua pensando... quero parar um pouco. Com tudo. Meditar. Respirar fundo. Ficar alguns momentos sem fazer nada. Eu mereço. Mereço um pouco de nada.
Beijos a todos.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Minha primeira vez no swing - Parte 2

"A Gabi parou com nosso affair e se pôs do lado do moreno forte. Me chupou com volúpia, e passei a tocar de leve o corpo da namorada dele. Fui chegando aos seios, ela afastou. Entendi que não queria muita coisa e fiquei só nas carícias no pescoço. O parceiro dela me explicou que era a primeira vez dela ali também. Ainda assim, ele tocou nos seios da Gabi, apertou os biquinhos e dedilhou a vagina dela um pouco. À essa altura, a loira dele também se empolgou e me deixou apertar aqueles peitos duros e macios ao mesmo tempo, com uma linda marquinha de biquíni.
Foi quando chegou um casal com uma solteira. Encostados na banheira, se chuparam, elas deram uns amassos e o marido foi bombar na solteira. Deu a pica para a mulher chupar com o gosto da outra e depois fez a esposa cavalgar. Ficaram ali se dando prazer enquanto eu e a minha noiva voltamos para a primeira suíte que fomos.
Agora, 'apenas' 2 casais: um grisalho com uma morena bem no estilo 'cavala' e um casal tão jovem quanto a gente. Os jovens se deitaram à nossa esquerda e ele foi pro oral nela. A Gabi, lógico, quis também, e eu já estava sedento pra dar mais prazer a ela. Me chupou um pouco, e a morena, deitada enquanto o grisalho metia, apertava meu peito, como que me chamando. Foi a minha vez de roubar um beijo, que ela demorou a aceitar, mas concedeu. Gostinho de hortelã, beijei com gosto. O marido quis 'competir' comigo, estocando forte por cima dela.
Devagar, tirei os enormes seios dela da blusa preta que vestia e chupei com tesão. A Gabi, me vendo inclinado, apelou: desceu para as bolas e começou a me dar um molhado beijo grego. Ela sabe que eu adoro... Mordi de leve os peitos da morena, beijei-a de novo e me levantei, quase que arrancando as roupas da minha noiva. Lambi todo aquele corpo, e dei atenção especial àquela xota melada e com um gosto inconfundível: gemeu, gritou, se contorceu e seu grelinho pulsava, gozando gostoso na minha língua.
Aí, o grisalho se aproveitou e foi chupar o seio esquerdo dela: não perdi tempo e mamei no direito, vendo minha loirinha safada fazer caras e bocas. Chupei mais um pouco e ela disse: 'vem!' Essa é a senha: comecei um vai-e-vem devagar e gostoso, enquanto tocava a bunda e passava a mão no seio esquerdo da mulher do casal jovem. Trocamos e destrocamos de posição, comecei a meter mais forte na Gabi. Reduzi o ritmo e a ansiedade por ser penetrada a deixava louca. Delirou, apertou minha bunda e me chamou de cachorro. Disse que queria minha porra toda só para ela. Respondi que daria se ela merecesse, e continuei devagar. Gemeu mais forte, explodiu em contrações dignas de um bom orgasmo vaginal...
Provoquei deitando sobre ela e passei a chupar o peito da jovem do lado. Ainda em êxtase, mas em fúria, me arranhou e não me contive: jorrei forte nela, tanto que espirrou um pouco na cama... Desfalecidos, ficamos engatados e abraçados um tempo, vendo os outros casais se darem prazer e nos recompomos. Era hora de ir pra casa. Nos despedimos e descemos.
Na volta pra casa, poucas palavras. Parecia não me querer mais. Mas na hora do nosso banho, ela confessou que adorou a experiência. E me fez prometer que voltaremos lá já no próximo sábado, e que seríamos ainda mais pervertidos! Fomos nos deitar cansados, mas felizes e nos beijamos bastante antes de dormir romanticamente de conchinha. Fim perfeito para aquela noite de sexo e desejo. As marcas dos arranhões ficaram bem evidentes no meu corpo... Será que eu mereci?"
(Leia a primeira parte aqui)

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Três velhinhas

Três irmãs, de 90, 88 e 86 anos de idade viviam na mesma casa. Uma noite a de 90 começa a encher a banheira para tomar banho, põe um pé dentro da banheira, faz uma pausa e grita:
- Alguém sabe se eu estava entrando ou saindo da banheira?
A irmã de 88 responde:
- Não sei, já subo aí para ver...
Começa a subir as escadas, faz uma pausa, e grita:
- Eu estava subindo as escadas, ou descendo?
A irmã caçula, de 86, estava na cozinha tomando chá e escutando suas irmãs, move a cabeça e pensa: "Na verdade, espero nunca ficar assim tão esquecida". Bate três vezes na madeira da mesa, e logo responde:
- Já vou ajudá-las, antes vou ver quem está batendo na porta!

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Concurso A Mais Bela Mulher de 40


O blog Mulher de 40 está lançando o concurso "A Mais Bela Mulher de 40", em que estão convidadas a concorrer as mulheres de 40 a 49 anos.
Para concorrer, você deverá enviar, para o email mulheradolescente@gmail.com , uma foto e uma frase de até 140 caracteres sobre o que é, para você, chegar aos 40 anos ou ser uma mulher de 40!
Se desejar, pode se inscrever pelo Twitter, enviando sua frase num tweet para a @_mulherde40 e concorrendo com a foto do avatar.
Siga no Twitter a lista Mulheresde40 e divulgue o concurso com a tag #mulherde40 ! As candidatas serão listadas em um post aqui no blog, e a vencedora será escolhida por um júri posteriormente divulgado aqui.
Inscreva-se! Ou, se conhecer alguma bela mulher de 40 a 49 anos para indicar ao concurso, envie-nos seu nome para que possamos convidá-la!
A premiação será com lingeries da Sapeka!

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Minha primeira vez no swing - Parte 1

"Oi! Meu nome é Juliano*, sou leitor do blog, tenho 23 anos e sou publicitário. Eu e minha noiva, Gabriela*, estamos juntos há mais de 3 anos e temos uma vida sexual muito boa, mas claro que tudo sempre pode melhorar... Sou moreno, olhos verdes, nem gordo nem magro e tenho 1,80m. Ela é loira, também tem olhos claros, seios médios, coxas deliciosamente firmes e uma bunda linda e boa de apertar.
Confesso que a ideia de ir a uma clube para casais já tinha passado pela minha cabeça várias vezes, mas sempre ficava na vontade. Dessa vez, decidi convidá-la e ver no que dava, afinal sempre assistimos às aventuras do 'Swingers Party', que passa no Multishow. Para minha surpresa, ela não relutou muito, também tinha curiosidade em ver como era. Alguns minutos depois, estávamos arrumados para a noitada. Eu de camisa polo, calça e tênis, ela vestida só com presentes meus: um lindo microvestido vermelho, fio dental idem e uma meia arrastão preta, com trama bem aberta e uma sandália de salto alto.
Escolhemos o Club Mix Bar, no centro da cidade. Lá, tudo era novidade: a casa usa um sistema de pulseiras, para selecionar as abordagens. Escolhemos ficar com a roxa, para apenas ficarmos de voyeurs. A casa começou a encher, alguns casais bonitos na pista e vários solteiros(as). Tomamos uns drinks e começamos a dançar. Quando a boate do terceiro andar foi liberada, fomos pra lá e já vimos algumas brincadeirinhas menos inocentes. Já tinha casais se trocando e indo para as suítes e darkrooms do 2º andar.
Nós aproveitamos e fomos pro quarto andar. Lá, eram quatro suítes, inclusive uma "aquário", onde uma parede de vidro deixava ver o que se passava ali dentro, arrancando suspiros de quem estava do lado de fora. Vimos um pouco e fomos passear pelas suítes... Na primeira em que entramos, surpresa! Haviam uns 4 casais se pegando, com direito a show particular de um à la cachorrinho, arrancando gemidos da mulher. O tesão falou mais alto e eu imprensei a Gabi no espelho, nos beijamos, rolaram amassos daqueles e não resisti: pedi que ela me chupasse ali, e que nós fizéssemos o show. Ela não queria, mas os olhares fizeram a vontade aparecer... Me jogou na cama, se ajoelhou e começou a me tocar com a língua quente que eu tanto gosto.
Nisso, um casal chegou e deitou no meio da cama: enquanto ele estocava na boca da parceira, ela se abria toda para a mulher do casal do nosso lado, que por sua vez, era penetrada pelo marido de lado. Virei um pouco o corpo, afastei a calcinha daquela estranha, subi para os seios e apertei de leve: molinhos, era um toque diferente e hipnotizante. Voltei para a vulva, o marido dela dava umas lambidas e voltava pra ser chupado. A mulher ao lado massageava o clitóris e eu aproveitei para colocar um dedo, depois dois. Sentia ela molhar bem devagar, gemeu abafado e se abriu mais. Cochichei na que era fudida de lado: chupa a buceta dela. Não deu outra: caiu de boca e arrancou um forte gemido da mulher.
O parceiro gostou tanto que puxou a 'assanhadinha' pra beijar-lhe a boca, chupar o seio esquerdo e quase ordenar que nós dois chupássemos sua mulher. Não fosse minha primeira vez ali, certamente atenderia. A Gabi já estava roxa de ciúme, e eu já esperava isso... Ela resolveu me 'castigar' com arranhões na barriga e mordidas no pênis. Bobinha, eu só estava ficando mais excitado. Tocava nos seios da outra mulher e parti para colocar um dedo no cuzinho da primeira. Ela não resistiu e me incentivou, até que o marido quis partir pro abate.
Passamos a nos concentrar nos nossos parceiros, e a minha loirinha entendeu o recado: engoliu cada centímetro da minha pica, o que é raro para ela conseguir. Parou do nada, e saiu porta afora pro banheiro. Literalmente de calças na mão, fui atrás dela, caindo no jogo de sedução que eu devia saber de cor... Ciumenta, me queria só dela como sempre fui, mas lhe excitava o meu ímpeto de tocar outras. Deu uma desculpa e fomos para o 2º andar. A safada queria era descontar! Mas não conseguiu todas as atenções: quando chegamos ao darkroom, vimos uma roda de homens e pudemos contemplar uma morena, aparentando uns 40 anos, abocanhando todo e qualquer pau que aparecesse. Mal dava para ver o rosto da mulher, que vestia só salto alto e luvas. Um homem - provavelmente o marido - só observava, se masturbando. Devia ser sua fantasia ser o "corno voyeur"... Tem de tudo no swing!
Depois do que vimos, o tesão nos fez recomeçar os amassos já nas escadas. Voltamos para o 4º andar. No aquário, dois pares de mulheres se chupavam e se beijavam, dois homens observavam e um fodia a que chupava sua amiga. Entramos na suíte que tinha uma banheira, havia dois casais lá, com as mulheres no oral. Encontramos uma loira que eu fiquei 'paquerando' na balada incial, com o namorado. Era um moreno forte, tatuado e com pinta de sisudo. Notei a Gabriela dando uns olhares bem indiscretos, de cima a baixo mesmo, para ele.
Como quase já não havia sangue no cérebro, não identifiquei se ela queria chupar ele ou se estava só me provocando. Ela voltou a me chupar, e eu me deitei. Fiquei próximo a um casal maduro, o marido comia a mulher de quatro. Tão próximo que a mulher não teve dúvidas: me beijou ali mesmo, sem a menor cerimônia. Quando viu que eu aceitei e gostei, a Gabi mordeu meu pau forte, e a mulher percebeu. Só pra provocar, pegou os seios e me deu para chupar. Os mamilos grandes, como eu gosto, tinham um sabor gostoso e uma consistência que me fez ficar ali alguns momentos. Lambi e senti ela cochichar que estava uma delícia, queria até trocar com minha noiva..."
(Este é o relato de um leitor... continua na próxima semana... aguardem!)
(* nomes fictícios)

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Vale a pena ouvir

Seja qual for sua orientação política ou sua intenção, vale a pena ouvir. Dentre tantas bobagens infundadas que tenho recebido, tanto de um como de outro candidato, finalmente algo que nos faz pensar sobre a situação geral em que vivemos.

Ser gaúcho é...

Ser gaúcho é...
  • Morar em Florianópolis e dizer que Caxias do Sul é melhor;
  • Assinar Zero Hora em Nova York;
  • Estar no Maracanã escutando a Rádio Gaúcha;
  • Bater no filho ao descobrir que ele é Flamengo;
  • Chamar jacaré de lagartixa;
  • Achar que a FREE WAY é a nona maravilha do mundo;
  • Ter confiança em bancos gaúchos;
  • Comemorar uma revolução que não deu certo;
  • Chamar a mulher de prenda;
  • Dizer que é fácil fazer churrasco;
  • Comer a costela antes da picanha;
  • Dizer que vaso de banheiro é PATENTE;
  • Comer NEGRINHO em vez de brigadeiro;
  • Falar TCHÊ ao telefone só pra ver se descobre outro;
  • Falar TU em vez de VOCÊ;
  • Enviar cartão postal de TORRES;
  • Fazer compras no SUPER;
  • Dizer que tem um FRIGIDAIRE em vez de geladeira;
  • Achar que o LAÇADOR é maior e mais bonito que o Cristo Redentor;
  • Achar que o GUAÍBA é rio;
  • Dizer que tomar água a 100º C com gosto de mato é coisa de macho;
  • Chamar geléia de CHIMIA;
  • Chamar doce de leite de MU-MU;
  • Falar classe em vez de carteira;
  • Falar roleta em vez de catraca;
  • Falar lomba em vez de morro;
  • Poder falar tri legal ou muito tri;
  • Chamar quarteirão de quadra;
  • Chamar semáforo de sinaleira (ninguém entende);
  • Falar "capaz" (ninguém entende também);
  • Torcer pra qualquer time que esteja jogando contra o time adversário (Grêmio ou Inter);
  • Ficar babando na frente do açougue e achar carne "linda";
  • Gostar de passar frio (5 graus e o índio velho vai colocar um moletom);
  • Outra coisa que só o gaúcho fala é "pechada" quando se refere a uma batida de carros... ninguém entende;
  • Chegar no mercado e pedir : me dá 5 pila de cacetinho e 1 kilo de guisado.
Ser gaúcho é:
  • Saber que a nossa pátria é o Pampa e não a praia com coqueiros;
  • Saber que nossa característica é a bravura e não o jeitinho;
  • Saber que nosso valor é a lisura e não a malandragem;
  • Ser simples de modos, mas reto de caráter;
  • Ser franco e direto, nem que isso cause inimizades;
  • Ser humilde em ambições, mas exagerado em ideais e paixões;
  • Ser um respeitador fiel da hierarquia funcional e o primeiro a proclamar a igualdade;
  • Um ser batalhador, que não desiste nunca;
  • Um rebelde, que nunca aceita ser dominado;
  • Um bravo, que não foge de uma luta por ser difícil;
O gaúcho autêntico é um verdadeiro tradicionalista.
Não porque aprende coisas no CTG, mas porque carrega em si esses valores e não vê alternativa possível de vida digna fora deles.
Por isso eu tenho orgulho de ser chamada de "GAÚCHA".
Um quebra costela a todos!
(Bem CAPAZ que eu não vou REPASSAR!)

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