quinta-feira, 17 de maio de 2012

Edição de maio da Harper’s Bazaar Brasil é Incrível em Qualquer Idade

  
Uma das marcas registradas da Harper’s Bazaar Brasil no mundo é a seção Incrível em Qualquer idade, que, uma vez por ano, é o tema de uma edição inteira da revista. A publicação deste mês traz dicas de moda, estilo, beleza e estilo de vida para mulheres, como o próprio nome diz, incríveis em qualquer idade (dos 20 aos 80). Algumas das personagens que estão em matérias desta edição são Victoria Linhares (empresária), Priscila Borgonovi (promoter), Maria Laura Santos (general diretor Estéer Lauder) e Sonia Gonçalves (assessora de imprensa) mostrando seus estilos; o especial segue com a seção At Work e Ana Lúcia Zambon e Renata Queiroz de Moraes retratando a volta do estilo gótico. O tema se repete na seção de beleza, com Antonela Fruguiele, Giovana Refatti, Adriana Mattos, Nórea de Vitto e Carmita Moraes, revelando seus truques aos 20, 30, 40, 50 e 60 anos. 

A neotop Thairine Garcia estrela esta 7ª edição da Harper’s Bazaar Brasil. Ela foi fotografada por Gui Paganini, com styling de Flávia Lafer e make de Daniel Hernandez. A top também está no recheio da revista, no editorial Fantasia Gótica, em looks góticos-fetichista – uma das principais tendências da estação, onde encara uma dominatrix com muito couro e peles. 

A top Carol Thaler, destaque da temporada de inverno 2013 de Milão como a única brasileira a pisar nas passarelas internacionais da Prada e desfilar para as marcas Gucci, Dolce & Gabana e Just Cavali, foi clicada por Fabio Bartel, com styling de Pedro Sales e beleza de Daniel Hernandez para editorial Cinquentinha, que revisita o estilo ladylike criado por Christian Dior na década de 1950. 

Em um bate papo, Alice Dellal e Sarah Jessica Parker contam à Harper’s Bazaar quais foram as suas impressões de Tóquio, onde estiveram recentemente. “Tinha ouvido muito sobre o Japão pela boca de minha irmã, Charlotte, que passou a lua-de-mel aqui. Ela levou milhares de presentinhos de todo o tipo, e era isso que eu esperava encontrar”, diz Alice Dellal.


Na seção Meu Estilo, a equipe da Harper’s foi até a nova casa da designer de sapatos de luxo Charlotte Dellal, irmã de Alice, em Londres: “Costumo dizer que sou nostálgica, adoro colecionar e misturar referências de época, e isso se vê nas minhas roupas, na casa e no trabalho – os sapatos que crio podem ser supermodernos, mas sempre ganham um detalhe nostálgico”. 

Em entrevista especial para Harper’sBazaar, a terceira irmã de Ashley e Mary-Kate,  Elisabeth Olsen completa o clã fashion e mostra que bom gosto e o talento são hereditários: “Até os 16 anos, vivia insegura. Achava que as pessoas não me reconheceriam como atriz de verdade se não tivesse um embasamento. Compensei o medo fazendo muitos cursos em conservatórios, até me sentir confortável com quem sou”, diz a atriz. 

Bazaar traz também um perfil de Carmem Dell’Orefice, a modelo de 82 anos que posou para todos os grandes nomes da história de fotografia de moda e ilustrou, depois de madura, campanhas de Viviene Westwood, Dior e Jean Paul Gaultier, quebrando todos os paradigmas de beleza no mundo da moda.  “Fico feliz quando um fotógrafo com quem trabalhei me chama para posar de novo. Eles dizem ‘não ter medo de descrever a velhice’ em suas fotos.”

Nas páginas de cultura, o destaque é a comemoração dos dez anos da Galeria Vermelho, em São Paulo. “Ainda hoje, os elogios que ouvimos, principalmente lá fora, costumam vir acompanhados da definição ‘radical’. Talvez seja mesmo uma característica da nossa produção”, conta Eduardo Brandão, sócio de Eliana Finkelstein. Bazaar traz também um perfil da artista plástica canadense Quentin Jones, que conquistou o mundo da moda com o vídeo que fez para Chanel em 2012, Particulière. “Procuro produzir um trabalho de forte impacto visual, e, ao mesmo tempo, estabelecer um diálogo com a moda.”

A frente da Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, Renata de Almeida conta pela primeira vez como é estar sem o marido e criador da Mostra, Leon Cakoff. “Ano após ano, a gente foi modificando a Mostra. Para o Leon, o festival era quase como uma religião. Ele trabalhava por paixão e achava que todo mundo tinha que trabalhar desse jeito. Aos poucos, fomos profissionalizando a estrutura. E, hoje, digo: vou fazer a Mostra enquanto os outros quiserem e houver condição.”

Para completar, a estilista gaúcha radicada em Londres Barbara Casasola abre a sua casa, e, depois de ter trabalhado em marcas como Cavalli e Lanvin, conta como é abrir a sua marca para o mercado internacional.
“É inegável que minha carreira deu um boom depois da semana de moda de Paris. Não esperava que tudo fosse acontecer tão rápido.”
***
No Brasil, a Harper’s Bazaar é publicada pela Carta Editorial, por meio de uma parceria exclusiva com a Hearst Corporation. Fundada em outubro de 1976 pelo jornalista Luis Carta (1936-1994), é atualmente dirigida por sua filha, Patricia Carta. O grupo ficou conhecido por seus títulos voltados para o mundo da moda e atualmente inclui, entre outros, a revista e o site “RG” e títulos customizados para o Shopping Iguatemi e a rede de cabeleireiros Studio W. 

Cleo Pires é capa da RG de maio



Edição traz ainda ensaio exclusivo e entrevista com Matthew McConaughey, entrevistas com o pré-candidato a vereador Paulo Cesar Pereio, com Jayme Monjardim e Amora Mautner, diretora da novela das nove.


(Gente, eu recebi a minha, a revista é simplesmente maravilhosa!)


A atriz Cleo Pires é a personagem de capa da edição número 116, da revista RG. Clicada por Marco Peres, Cleo fala do desafio de estrelar o filme “O Tempo e o Vento”. Na história ela viverá a heroína Ana Terra, papel que já foi de sua mãe, Gloria Pires. “Ela é a melhor atriz do Brasil, não é boba nem nada, entende o quanto de envolvimento emocional existe nisso, e que não é bacana dar palpite”, explicou Cleo à revista, que mostra os bastidores das filmagens e uma entrevista exclusiva com o diretor do filme, Jayme Monjardim. A atriz ainda fala das recentes conquistas pessoais e de seus futuros projetos. "“Acho que a minha intensidade, de viver e morrer as coisas, é bem escorpiana. Tenho uma personalidade adicta, fico viciada em sensações, sentimentos, vou explodindo em vários deles para não virar uma adicta séria".


Outro destaque dessa edição é um ensaio com o ator hollywoodiano Matthew McConaughey, que posou para Christian Gaul e, em entrevista exclusiva para o diretor de redação Dudi Machado, fala de Camilla Alves, tecnologia e suas impressões sobre o Brasil. Para a seção “15 minutos”, a cantora Sandy conta que já teve vontade de bater em alguém. Já na coluna “Primeira Pessoa”, a apresentadora Eliana fala de seu primeiro filho, Arthur. Amora Mautner, diretora-geral da novela das nove da Globo, posa para as lentes de Paulo Vainer e revela seus planos, inclusive os cinematográficos, numa entrevista exclusiva para o diretor de redação, Jeff Ares, que também inquiriu Paulo Cesar Peréio, que fala de mulheres, trânsito e política: ele é pré-candidato à Câmara de Vereadores de São Paulo. Outro destaque é a entrevista da repórter especial Rosana Rodini com a apresentadora Daniella Cicarelli, que fala sobre sua volta à televisão depois de dois anos de hiato.

domingo, 6 de maio de 2012

Como escolher?


Como escolher? Entre viver com emoções ou sem?

Esta é a rotina de uma bipolar. Vou sobrevivendo, trabalhando, tomando minha medicação, e a vida vai passando como se eu fosse um vegetal. Acontecimentos que deixariam pessoas "normais" sensibilizadas não me tocam. Não tenho opiniões muito fortes sobre nada. Não me interesso por notícias. Não me interesso por sexo. Não me interesso por quase nada. Mas fico tranquila. Conformada. Mais uma noite de sono. Mais um dia de trabalho. Mais um fim de semana sem fazer nada. Mais uma semana sem fazer novas amizades. Mais um mês me afastando das pessoas. Rotina. Rotina. Rotina!

Súbito, me rebelo. Páro com a medicação. Passados 2 dias, elas começam a aparecer. Elas. As emoções. A saudade. A rebeldia. A vontade de bater em alguém. A vontade de fazer sexo, muito sexo, afinal, é muita energia represada. Começo a ter opiniões de novo. Vem a vontade de me expressar, escrever, beijar, dançar, conversar, sair, ouvir música, cantar, brigar, dar risadas, ver gente, amar, odiar, viver...

Aí vem a gangorra. De repente, estou dançando e cantando alto na sala. Em minutos estou chorando, fumando ao volante do carro, sonhando com uma estrada sem fim. Mais uns tempos controlando as emoções, consciente como posso, e chega um dia que estou quase saindo do controle. Só choro. Não tenho mais vontade de sair debaixo do cobertor. 

Volto aos comprimidos. Como viver assim? Como escolher?

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Intimidade Feminina é tema de nova coleção de esmaltes


Outono-Inverno da Mereje Trends mexe com situações do cotidiano da mulher

Quem nunca teve um frio na barriga, sonhou com o primeiro encontro ou jantar romântico, ficou na dúvida da lingerie ou no decote, planejou um strip-tease, teve um flerte rápido que acabou numa delícia de beijo? Estas foram as inspirações da Mereje Trends que mergulhou fundo na Intimidade Feminina para dar nome as novas cores da coleção outono-inverno. “Todo mundo sempre me pergunta como damos nomes aos esmaltes. Dessa vez fomos atrás de situações que rondam as mulheres em alguns momentos de suas vidas e adicionamos cores a eles”, conta Carolina Teles, gerente de marketing da Merheje, tradicional fabricante de cutelaria e agora também esmaltes.

A seleção de tons foi baseada nas últimas tendências de moda para as unhas que vão desde as cores quentes como o Vermelho, cremoso (Strip-tease); Uva, cremoso (Lingerie); Pink, perolado (Delícia de Beijo) e o romântico Lilás, cremoso (Primeiro Encontro); passando pelo Nude clássico, perolado (Decote) e o Off White, cremoso (Jantar Romântico), até o Verde Fechado, perolado (Frio na Barriga) e o Azul  céu, perolado (Flerte), cores estas que consolidaram seu espaço e vieram para ficar de vez seja qual for a estação.  A proposta da nova coleção é mostrar nas unhas o que poucos conseguem ver.

Os esmaltes Mereje Trends são de longa duração, secagem rápida e cores intensas e os vidrinhos podem ser encontrados em perfumarias, farmácias e supermercados de todo o país pelo preço sugerido de R$ 2 a R$ 3.
 
Sobre a Merheje

A Merheje nasceu em 1950 com uma pequena produção artesanal de pinças depilatórias em Moema, na casa da família que é proprietária até hoje. Atualmente a fábrica fica em Barueri, na Grande São Paulo. Em 2001, a empresa revoluciona o mercado e lança a linha Touch, um novo conceito para os produtos de cuidados pessoais, combinando design, ergonomia, tecnologia de ponta e eficiência. Desta forma, em 2005 as linhas passam a ser divididas em Merheje Basic, Merheje Premium, Merheje Professional e Unhex. Os produtos Merheje podem ser encontrados em grandes atacadistas, distribuidores, perfumarias, supermercados e redes de drogarias.

www.merheje.com.br 
SAC 0800 771 4195

sábado, 21 de abril de 2012

Entre 1959 e 2011... houve a mutação!


Cenário 1: João não fica quieto na sala de aula. Interrompe e perturba os colegas.
1959: É mandado à sala da diretoria, fica parado esperando 1 hora, vem o diretor, lhe dá uma bronca descomunal e até umas reguadas nas mãos e volta tranquilo à classe. Esconde o fato dos pais com medo de apanhar mais. Pronto.
2011: É mandado ao departamento de psiquiatria, o diagnosticam como hiperativo, com transtornos de ansiedade e déficit de atenção em ADD, o psiquiatra receita  Rivotril. Transforma-se num zumbi. Os pais reivindicam uma subvenção por ter um filho incapaz e processam o colégio.

Cenário 2: Luís, de sacanagem quebra o farol de um carro, no seu bairro.
1959: Seu pai tira a cinta e lhe aplica umas sonoras bordoadas no traseiro. A Luís nem lhe passa pela cabeça fazer outra nova "cagada", cresce normalmente, vai à universidade e se transforma num profissional de sucesso.
2011: Prendem o pai de Luís por maus tratos. O condenam a 5 anos de reclusão e, por 15 anos deve abster-se de ver seu  filho. Sem o guia de uma  figura paterna, Luís se volta para a droga, delinque e fica preso num presídio especial para adolescentes. 

Cenário 3: José cai enquanto corria no pátio do colégio, machuca o joelho. Sua professora Maria, o encontra chorando e o abraça para confortá-lo...
1959: Rapidamente, João se sente melhor e continua brincando.
2011: A professora Maria é acusada de não cuidar das crianças. José passa cinco anos em terapia pelo susto e seus pais processam o colégio por danos psicológicos e a professora por negligência, ganhando os dois juízos. Maria renuncia à docência, entra em aguda depressão e se suicida...

Cenário 4: Disciplina escolar
1959: Fazíamos bagunça na classe... O professor nos dava uma boa "mijada" e/ou encaminhava para a direção; chegando em casa, nosso velho nos castigava sem piedade e no resto da semana não incomodávamos mais ninguém.
2011: Fazemos bagunça na classe. O professor nos pede desculpas por repreender-nos e fica com a culpa por fazê-lo. Nosso velho vai até o colégio dar queixa do professor e para consolá-lo compra uma moto para o filhinho.

Cenário 5: Horário de Verão.
1959: Chega o dia de mudança de horário de inverno para horário de verão. Nada acontece.
2011: Chega o dia de mudança de horário de inverno para horário de verão. A gente sofre transtornos de sono, depressão, falta de apetite, nas mulheres aparece até celulite.

Cenário 6: Fim das férias.
1959: Depois de passar férias com toda a família enfiados num Gordini ou Fusca, é hora de voltar após 15 dias de sol na praia. No dia seguinte se trabalha e tudo bem.
Ano 2011: Depois de voltar de Cancun, numa viagem 'all inclusive', terminam as férias e a gente sofre da síndrome do abandono, "panic attack", seborréia, e ainda precisa de mais 15 dias de readaptação...

Cenário 7: Saúde.
1959: Quando ficávamos doentes, íamos ao INPS aguardávamos 2 horas para sermos atendidos, não pagávamos nada, tomávamos os remédios e melhorávamos.
2011: Pagamos uma fortuna por plano de saúde. Quando fazemos uma distensão muscular, conseguimos uma consulta VIP para daqui a 3 meses, o médico ortopedista vê uma pintinha no nosso nariz, acha que é câncer, nos indica um amigo dermatologista que pede uma biópsia, e nos indica um amigo oftalmologista porque acha que temos uma deficiência visual.  Fazemos quimioterapia, usamos óculos e depois de dois anos e mais 15 consultas, melhoramos da distensão muscular.

Cenário 8: Trabalho.
1959: O funcionário era "pego" fazendo cera (fazendo nada). Tomava uma reguada do chefe, ficava com vergonha e ia trabalhar.
2011: O funcionário pego "desestressando" é abordado gentilmente pelo chefe que pergunta se ele está passando bem. O funcionário acusa-o de bullying e assédio moral, processa a empresa que toma uma multa, o funcionário é indenizado e o chefe é demitido.

Cenário 9: Assédio.
1959: A colega gostosona recebe uma cantada de Ricardo. Ela reclama, faz charminho mas fica envaidecida, saem para jantar, namoram e se casam.
2011: Ricardo admira as pernas da colega gostosona quando ela  nem está olhando, ela o processa por assédio sexual, ele é condenado a prestar serviços comunitários. Ela recebe indenização, terapia e proteção paga pelo estado. 

Cenário10: Comportamento
1959: Era feio mostrar a bunda e rebolar em público e era bonito fumar.
2011: É feio fumar e é bonito mostrar a bunda e rebolar.


Pergunta-se:
EM QUE MOMENTO FOI, ENTRE 1959 E 2011, QUE NOS TRANSFORMAMOS NESTE BANDO DE BOSTAS?  

sábado, 7 de abril de 2012

No amor e na guerra...


Há uma frase dizendo que "no amor e na guerra, vale tudo". Mas até a guerra tem suas regras. E o amor? Ficar em casa em um início de feriado, com a cidade bombando, faz com que você acabe filosofando sobre o porquê de estar em casa, sozinha, em um início de feriado, com a cidade bombando.

"A amizade é, acima de tudo, certeza – é isso que a distingue do amor."
Marguerite Yourcenar

Sempre fui de me apaixonar pelos incertos. Pelos difíceis. Homem no meu pé, acaba sempre virando capacho. Mas também, quem gosta? Só que tudo cansa. Ficar esperando aquele telefonema, cansa. Ficar esperando resposta para um convite, cansa. Ficar esperando atitude de um homem, cansa.

"O amor é como a guerra; fácil de começar, e muito difícil de terminar."
Ninon de Lenclos


O amor parece não ter fim. Só quando acaba. Sempre troquei um amor por outro. Ou melhor, uma paixão por outra. Talvez por não saber amar, que é uma coisa mais comprometida. Mas paixão dá fome. E qualquer animal, quando não encontra alimento, muda de casa.

"Amor e desejo são coisas diferentes.
Nem tudo o que se ama se deseja e nem tudo o que se deseja se ama."
Miguel Cervantes


Seria isso um epitáfio pra os relacionamentos? Amamos até o desejo acabar? Depois, fica só a amizade. De volta à frase inicial... "A amizade é, acima de tudo, certeza – é isso que a distingue do amor."

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