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sábado, 17 de novembro de 2012

Violetas

"O destino une e separa as pessoas,
mas nenhuma força é tão grande
para fazer esquecer pessoas
que, por algum motivo,
um dia nos fizeram felizes

Chega um momento na vida em que você sabe quem é importante para você, quem nunca foi, quem não é mais e quem o será sempre.

domingo, 17 de junho de 2012

Para terminar o domingo bem...

Sutileza Feminina

Um homem telefona para sua esposa e diz:

- Querida, o meu chefe convidou a mim e a alguns dos seus amigos para irmos pescar num lago distante. Vamos ficar fora uma semana.  Esta é uma excelente oportunidade para eu conseguir a promoção que tenho esperado; por isso me prepare roupa suficiente para uma semana, e também a minha caixa de apetrechos de pesca. Vamos partir diretamente daqui do escritório e vou passar aí apenas para apanhar essas coisas.
- Ah... Por favor, coloque também o meu pijama novo, aquele de seda azul.

A mulher acha que isso soa um bocado estranho, mas atende ao pedido do marido. No fim-de-semana seguinte, ele regressa da pescaria um tanto cansado, mas. fora isso, nada de anormal. A mulher recebe-o com um beijo e pergunta-lhe se apanharam muitos peixes.

Ele responde:
- Sim! Muitos pargos, algumas garoupas e uns poucos carapaus. Mas, por que é que você não colocou o meu pijama de seda azul, tal como pedi?

A mulher apenas olha fixamente nos olhos dele e responde segura de si:
- Coloquei sim, querido! Coloquei-o dentro da caixa de apetrechos de pesca.


Joãozinho...

O professor coloca quatro lombrigas em quatro tubos de ensaio separados:
1. A primeira lombriga em álcool;
2. A segunda lombriga em fumo de cigarro;
3. A terceira em esperma;
4. A quarta em água mineral.

No dia seguinte o professor mostra aos alunos o resultado:
1. A primeira lombriga, em álcool, está morta;
2. A segunda, no fumo do cigarro, está morta;
3. A terceira, em esperma, está morta;
4. A quarta, em água mineral, é a única viva e saudável.

O professor comenta que é bastante nítido o que é prejudicial, e pergunta à classe:
" - O que podemos aprender desta experiência?"

E, "logo", responde o Joãozinho:
- Quem bebe, fuma e faz sexo não tem lombriga!

Continuo a achar o Joãozinho um gênio.

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Sobre o Alzheimer



(Recebi este texto por email e é atribuído a Roberto Goldkorn, psicólogo e escritor)

"A cada minuto de tristeza perdemos a oportunidade de ser felizes por 60 segundos."

"Meu pai está com Alzheimer. Logo ele, que durante toda vida se dizia 'o Infalível'. Logo ele, que um dia, ao tentar me ensinar matemática, disse que as minhas orelhas eram tão grandes que batiam no teto. Logo ele que repetiu, ao longo desses 54 anos de convivência, o nome do músculo do pescoço que aprendeu quando tinha treze anos e que nunca mais esqueceu: esternocleidomastóideo.

O diagnóstico médico ainda não é conclusivo, mas, para mim, basta saber que ele esquece o meu nome, mal anda, toma líquidos de canudinho, não consegue terminar uma frase, nem controla mais suas funções fisiológicas, e tem os famosos delírios paranóicos comuns nas demências tipo Alzheimer. Aliás, fico até mais tranqüilo diante do 'eu não sei ao certo' dos médicos; prefiro isso ao 'estou absolutamente certo de que.....', frase que me dá arrepios.

E o que fazer... para evitar essas drogas? Como?

Lendo muito, escrevendo, buscando a clareza das idéias, criando novos circuitos neurais que venham a substituir os afetados pela idade e pela vida 'bandida'.

Meu conselho é: não sejam infalíveis como o meu pobre pai; não cheguem ao topo, nunca, pois dali só há um caminho: descer. Inventem novos desafios, façam palavras cruzadas, forcem a memória, não só com drogas (não nego a sua eficácia, principalmente as nootrópicas), mas correndo atrás dos vazios e lapsos. Eu não sossego enquanto não lembro do nome de algum velho conhecido, ou de uma localidade onde estive há trinta anos. Leiam e se empenhem em entender o que está escrito, e aprendam outra língua, mesmo aos sessenta anos.

Coloquem a palavra FELICIDADE no topo da sua lista de prioridades: 7 de cada 10 doentes nunca ligaram para essas 'bobagens' e viveram vidas medíocres e infelizes - muitos nem mesmo tinham consciência disso.
Mantenha-se interessado no mundo, nas pessoas, no futuro. Invente novas receitas, experimente (não gosta de ir para a cozinha? Hum... Preocupante). Lute, lute sempre, por uma causa, por um ideal, pela felicidade. Parodiando Maiakovski, que disse 'melhor morrer de vodca do que de tédio', eu digo: melhor morrer lutando o bom combate do que ter a personalidade roubada pelo Alzheimer.

Dicas para escapar do Alzheimer:

Uma descoberta dentro da Neurociência vem revelar que o cérebro mantém a capacidade extraordinária de crescer e mudar o padrão de suas conexões. Os autores desta descoberta, Lawrence Katz e Manning Rubin (2000), revelam que NEURÓBICA, a 'aeróbica dos neurônios', é uma nova forma de exercício cerebral projetada para manter o cérebro ágil e saudável, criando novos e diferentes padrões de atividades dos neurônios em seu cérebro. Cerca de 80% do nosso dia-a-dia é ocupado por rotinas que, apesar de terem a vantagem de reduzir o esforço intelectual, escondem um efeito perverso; limitam o cérebro.

Para contrariar essa tendência, é necessário praticar exercícios 'cerebrais' que fazem as pessoas pensarem somente no que estão fazendo, concentrando-se na tarefa. O desafio da NEURÓBICA é fazer tudo aquilo que contraria as rotinas, obrigando o cérebro a um trabalho adicional. Tente fazer um teste:

- use o relógio de pulso no braço direito;
- escove os dentes com a mão contrária da de costume;
- ande pela casa de trás para frente; (vi na China o pessoal treinando isso num parque);
- vista-se de olhos fechados;
- estimule o paladar, coma coisas diferentes; (conheço tanta gente que só quer comer a mesma coisa)
- veja fotos de cabeça para baixo;
- veja as horas num espelho;
- faça um novo caminho para ir ao trabalho.

A proposta é mudar o comportamento rotineiro! Tente, faça alguma coisa diferente com seu outro lado e estimule o seu cérebro. Vale a pena tentar! Que tal começar a praticar agora, trocando o mouse de lado?"

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Homens insinuantes...

Homens insinuantes na vida das mulheres...

'Tire a roupa...'
- Seu médico

'Agora deite e relaxe...'
- Seu psicanalista

'Está doendo? A cabeça incomoda?'
- Seu farmacêutico

'Abra um pouco mais...'
- Seu dentista

'Quando estiver tudo dentro, você vai gostar.'
- Seu decorador

'Vem...vem...assim.....assim...'
- Seu flanelinha

'A senhora quer lubrificante ?'
- Seu frentista

Pode segurar, mas não pode apertar.'
- Seu vendedor de frutas

'Vamos fazer uma coisa diferente?'
- Seu cabeleireiro

'Vai querer tudo ou só metade?'
- Seu peixeiro

'Isso, assim mexe um pouco mais agora...'
- Seu professor de culinária

'Sim. Está quentinho! Como a senhora gosta.'
- Seu padeiro

'Gostoso, não é? Pode experimentar outra vez....'
- Seu feirante

'Hoje? Outra vez?! Assim não há quem aguente !!'
 - Seu marido                  

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Veraneio no Rio Grande do Sul


Para conhecimento nacional e reconhecimento regional:

Estamos no verão, e com ele vem o veraneio, como chamamos aqui no Sul. Não sei se vocês, de outros Estados, sabem, mas temos o mais fantástico litoral do País: de Torres ao Chuí, uma linha reta, sem enseadas, baías, morros, reentrâncias ou recortes. Nada! Apenas uma linha reta, areia de um lado, o mar do outro. Torres, aliás, é um equívoco geográfico, contrário às nossas raízes farroupilhas e devia estar em Santa Catarina.

Característica nossa, não gostamos de intermediários. Nosso veraneio consiste em pisar na areia, entrar no mar, sair do mar e pisar na areia. Nada de vistas deslumbrantes, vegetações verdejantes, montanhas e falésias, prainhas paradisíacas e outras frescuras cultivadas aí para cima.

O mar gaúcho não é verde, não é azul, não é turquesa. É marrom! Cor de barro iodado, é excelente para a saúde e para a pele! E nossas ondas são constantes, nem pequenas nem gigantes, não servem para pegar jacaré ou furar onda. O solo do nosso mar é escorregadio, irregular, rico em buracos. Quem entra nele tem que se garantir.

Não vou falar em inconvenientes como as estradas engarrafadas, balneários hiper-lotados, supermercados abarrotados, falta de produtos, buzinaços de manhã de tarde e de noite, areia fervendo, crianças berrando, ruas esburacadas, tempestades e pele ardendo, porque protetor solar é coisa de fresco e em praia de gaúcho não tem sombra. Nem nos dias de chuva, quase sempre nos fins-de-semana, provocando o alegre, intermitente, reincidente e recorrente coaxar dos sapos e assustadoras revoadas de mariposas.

Dois ventos predominam, em nosso veraneio: o nordeste – também chamado de nordestão – e o sul, cuja origem é a Antártida. O nordestão é vento com grife e estilo.... estilo vendaval.

Chega levantando areia fina que bate em nosso corpo como milhões de mosquitos a nos pinicar. Quem entra no mar, ao sair rapidamente se transforma no – como chamamos com bom-humor – veranista à milanesa. A propósito, provoca um fenômeno único no universo, fazendo com que o oceano se coloque em posição diagonal à areia: você entra na água bem aqui e quando sai, está a quase um quilômetro para sul. Essa distância é variável, relativa ao tempo que você permanecer dentro da água.

Outra coisa: nosso mar é pra macho! Água gelada, vai congelando seus pés e termina nos cabelos. Se você prefere sofrer tudo de uma vez, mergulhe e erga-se, sabendo que nos próximos quinze minutos sua respiração voltará ao normal: é o tempo que leva para recuperar-se do choque térmico.

Noventa por cento do nosso veraneio é agraciado pelo nordestão que, entre outras coisas, promove uma atividade esportiva praiana, inusitada e exclusiva do Sul: Caça ao guardassol. Guardassol, você sabe, é o antigo guarda-sol, espécie de guarda-chuva de lona, colorida de amarelo, verde, vermelho, cores de verão, enfim, cujo cabo tem uma ponta que você enterra na areia e depois senta embaixo, em pequenas cadeiras de alumínio que não agüentam seu peso e se enterram na areia.

Chega o nordestão e... lá se vai o guardassol, voando alegremente pela orla e você correndo atrás. Ganha quem consegue pegá-lo antes de ele se cravar na perna de alguém ou desmanchar o castelo de areia que, há três horas, você está construindo com seu filho de cinco anos.

O vento sul, por sua vez, é menos espalhafatoso. Se você for para a praia de sobretudo, cachecol e meias de lã, mal perceberá que ele está soprando. É o vento ideal para se comprar milho verde e deixar a água fervente escorrer em suas mãos, para aquecê-las.

Raramente, mas acontece, somos brindados com o vento leste, aquele que vem diretamente do mar para a terra. Aqui no Sul, chamamos o vento leste de ‘vento cultural’, porque quando ele sopra, apreendemos cientificamente como se sentem os camarões cozinhados ao bafo.

E, em todos os veraneios, acontece aquele dia perfeito: nenhum vento, mar tranquilo e transparente, o comentário geral é: “foi um dia de Santa Catarina, de Maceió, de Salvador” e outras bichices. Esse dia perfeito quase sempre acontece no meio da semana, quando quase ninguém está lá para aproveitar. Mas fala-se dele pelo resto do veraneio, pelo resto do ano, até o próximo verão.

Morram de inveja, esta é outra das coisas de gaúcho!

Atenta a essas questões, nossa indústria da construção civil, conhecida mundialmente por suas soluções criativas e inéditas, inventou um sistema maravilhoso que nos permite veranear no litoral a uma distância não inferior a quinhentos metros da areia e, na maioria dos casos, jamais ver o mar: os famosos condomínios fechados.

A coisa funciona assim: a construtora adquire uma imensa área de terra (areia), em geral a preço barato porque fica longe do mar, cerca tudo com um muro e, mal começa a primavera, gasta milhares de reais em anúncios na mídia, comunicando que, finalmente agora você tem ao seu dispor o melhor estilo de veranear na praia: longe dela. Oferece terrenos de ponta a ponta, quanto mais longe da praia, mais caro é o terreno. Você vai lá e compra um.

Enquanto isso a construtora urbaniza o lugar: faz ruas, obras de saneamento, hidráulica, elétrica, salão de festas comunitário, piscina comunitária com águas térmicas, jardins e até lagos e lagoas artificiais onde coloca peixes para você pescar. Sem falar no ginásio de esportes, quadras de tênis, futebol, futebol-sete, se o lago for grande, uma lancha e um professor para você esquiar na água e todos os demais confortos de um condomínio fechado de Porto Alegre, além de um sistema de segurança quase, repito, quase invulnerável.

Feliz proprietário de um terreno, você agora tem que construir sua casa, obedecendo é claro ao plano-diretor do condomínio que abrange desde a altura do imóvel até o seu estilo.

O que fazemos nós, gaúchos, diante dessa fabulosa novidade? Aderimos, é claro.

Construímos as nossas casas que, de modo algum, podem ser inferiores às dos vizinhos, colocamos piscinas térmicas nos nossos terrenos para não precisar usar a comunitária, mobiliamos e equipamos a casa com o que tem de melhor, sobretudo na questão da tecnologia: internet, TV a cabo, plasma ou LCD, linhas telefônicas, enfim, veraneamos no litoral como se não tivéssemos saído da nossa casa na cidade.

Nossos veraneios costumam começar aí pela metade de janeiro e terminar aí pela metade de fevereiro, depende de quando cai o Carnaval. Somos um povo trabalhador, não costumamos ficar parados nas nossas praias.

Vamos para lá nas sextas-feiras de tarde e voltamos de lá nos domingos à noite. Quase todos na mesma hora, ida e volta.

É assim que, na sexta-feira, pelas quatro ou cinco da tarde, entramos no engarrafamento. Chegamos ao nosso condomínio lá pelas nove ou dez da noite. Usufruímos nosso novo estilo de veranear no sábado – manhã, tarde e noite – e no domingo, quando fechamos a casa.

Adoramos o trabalhão que dá para abrir, arrumar e prover a casa na sexta de noite, e o mesmo trabalhão que dá no domingo de noite.

E nem vou contar quando, ao chegarmos, a geladeira estragou, o sistema elétrico pifou ou a empregada contratada para o fim-de-semana não veio.

Temos, aqui no Sul, uma expressão regional que vou revelar ao resto do mundo:
                             
- Graças a Deus que terminou esta bosta de veraneio!

Paulo Wainberg

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Velha, eu?

Já aconteceu de você, ao olhar pessoas da sua idade, pensar:
"Não posso estar assim tão velho (a)" ?
Veja o que conta uma amiga:

- Estava sentada na sala de espera para a minha primeira consulta com um novo dentista, quando observei que o seu diploma estava dependurado na parede. Estava escrito o seu nome e, de repente, recordei de um moreno alto, que tinha esse mesmo nome. Era da minha classe do colegial, uns 30 anos atrás, e eu me perguntava: Poderia ser o mesmo rapaz por quem eu tinha me apaixonado na época?

Quando entrei na sala de atendimento imediatamente afastei esse pensamento do meu espírito. Este homem grisalho, quase calvo, gordo, com um rosto marcado, profundamente enrugado, era demasiadamente velho pra ter sido o meu amor secreto. Depois que ele examinou o meu dente, perguntei-lhe se ele estudou no Colégio Sacré Coeur.

- Sim, respondeu-me.

- Quando se formou? perguntei.

- 1965 . Por que esta pergunta? Respondeu.

- É que... bem... você era da minha classe, eu exclamei.

E então, este velho horrível, cretino, careca, barrigudo, flácido, filho de uma p***, lazarento me perguntou:

- A senhora era professora de quê?

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Casamento ou amizade...

Se você quer alguém que coma o que você colocar na frente dele e nunca diga que
a sua comida não é tão boa quanto a da sua mãe...
Então adote um cachorro!


Se você quer alguém disposto a sair, a qualquer hora, pelo tempo e onde você quiser ir...
Adote um cachorro!

Se você quer alguém que nunca toque no controle remoto, não se importe com futebol,
e que se sente ao seu lado enquanto você assiste a filmes românticos.
Adote um cachorro!

Se você quer alguém que se contente em chegar em sua cama só para esquentar
seus pés e que você poderá expulsar se roncar.
Então adote um cachorro!

Se você quer alguém que nunca critique o que você faz, não se importe se você é bonita ou feia, gorda ou magra, jovem ou velha, que aja como se cada palavra que você diz é especialmente digna de ouvir, e te ame incondicionalmente, perpetuamente...
Adote um cachorro!

MAS, por outro lado, se você quer alguém que nunca virá quando você chamar, te ignore quando você chega em casa, deixa cabelo em todo o lugar, anda em cima de você, saia a noite toda e só venha para casa para comer e dormir, e aja como se toda sua existência fosse apenas para garantir a sua felicidade ....
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...então adote um gato.


"Cachorros têm donos, gatos têm funcionários..."

(Qualquer semelhança com pessoas ou fatos reais é mera coincidência...)

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Mulher de classe

O marido chega em casa às 18:00h e diz à mulher que teria uma reunião às 22:00h, mas que ele não iria pois considerava isto um absurdo. Mas a mulher, preocupada com o marido, o convence de que o trabalho é importante. O maridão esperto então vai tomar um banho para se preparar e pensa: - Foi mais fácil do que eu pensava!
Como toda mulher, quando o homem entra no banho ela revista o bolso do seu paletó e encontra um bilhete onde estava escrito:
'Amor, estou esperando por você para comermos um pato ao molho branco. Beijão, Sheila'.
Quando o marido sai do banho, encontra sua mulher com uma camisolinha transparente, sem calcinha, toda fogosa deitada de bruços. O marido, ao ver aquela maravilha sob a transparência não resiste e cai matando. A mulher lhe dá um trato completo e ele, exausto, vira pro lado e adormece. Quando vai chegando a hora, a mulher acorda o marido, que não quer mais ir a reunião, mas novamente ela o convence da importância do trabalho.
Ao chegar na casa da amante, o cara está arrasado. Cansado, diz a ela que hoje trabalhou muito e que só iria tomar um banho e descansar um pouco. Como toda mulher, ao entrar no banho ela revista o bolso de seu paletó, e encontra um bilhete onde estava escrito:
'Querida Sheila, o pato foi, mas o molho branco ficou todo aqui. Beijão, A Esposa.'

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Tudo na vida tem um porquê?

No primeiro dia, Deus criou a vaca e disse: "Você deve, diariamente, ir ao campo com o fazendeiro, ficar Sob o sol, ter bezerros e dar leite para alimentar fazendeiro. Eu lhe dou 60 anos de vida." A vaca respondeu: "É uma vida muito sacrificada para mim durante 60 anos. Eu aceito 20 e devolvo os outros 40." E Deus aceitou.
No segundo dia, Deus criou o cachorro e disse: "Fique sentado todos os dias sob o sol, Na frente da casa e lata para qualquer um que passar. Eu lhe dou uma vida de 20 anos." O cachorro disse: "É uma vida muito longa para ficar latindo. Dê-me 10 anos e eu devolvo os outros 10." E Deus aceitou.
No terceiro dia, Deus criou o macaco e disse: "Divirta as pessoas, faça-as rir. Eu lhe concedo 20 anos." O macaco disse: "Fazer macaquice por 20 anos é muito chato. Para o cachorro o Sr. Concedeu 10 anos. Faça o mesmo comigo.." E Deus concordou.
No quarto dia, Deus criou o homem e disse: "Coma, durma, brinque, faça sexo e não se preocupe com nada. E lhe concedo 20 anos. O homem respondeu: "O quê? Só 20 anos? Que miséria. Veja, eu pego os meus 20, os 40 que a vaca devolveu, Os 10 do macaco e os 10 do cachorro. Isso faz 80 anos." "Está bem" - Deus respondeu. "Negócio fechado".
É por isso que durante os 20 primeiros anos de nossa vida nós comemos, dormimos, brincamos, fazemos sexo ... E não fazemos mais nada.
Nos 40 anos seguintes nós trabalhamos como uma vaca sob o sol para manter a família.
Nos outros 10 anos fazemos macaquices para distrair os netos.
E nos últimos dez anos ficamos sentados na frente da casa cuidando de todo mundo... e vamos ao trabalho porque vc já passou dos 20... rsrsrs

sábado, 22 de outubro de 2011

É bom envelhecer...

"Eu nunca trocaria meus amigos surpreendentes, minha vida maravilhosa, minha amada família por menos cabelo branco ou uma barriga mais lisa. Enquanto fui envelhecendo, tornei-me mais amável para mim, e menos crítico de mim mesmo. Eu me tornei meu próprio amigo...
Eu não me censuro por comer biscoito extra, ou por não fazer a minha cama, ou pela compra de algo bobo que eu não precisava, como uma escultura de cimento, mas que parece tão “avant garde” no meu pátio. Eu tenho direito de ser desarrumado, de ser extravagante.
Vi muitos amigos queridos deixarem este mundo cedo demais, antes de compreenderem a grande liberdade que vem com o envelhecimento.
Quem vai me censurar se resolvo ficar lendo ou jogar no computador até as quatro horas e dormir até meio-dia? Eu dançarei ao som daqueles sucessos maravilhosos dos anos 60 & 70, e se eu, ao mesmo tempo, sentir desejo de chorar por um amor perdido... Eu vou.
Vou andar na praia em um short excessivamente esticado sobre um corpo decadente, e mergulhar nas ondas com abandono, se eu quiser, apesar dos olhares penalizados dos outros no jet set. Eles também vão envelhecer.
Eu sei que eu sou às vezes esquecido. Mas há mais, algumas coisas na vida que devem ser esquecidas. Eu me recordo das coisas importantes.
Claro, ao longo dos anos meu coração foi quebrado. Como não pode quebrar seu coração quando você perde um ente querido, ou quando uma criança sofre, ou mesmo quando algum amado animal de estimação é atropelado por um carro? Mas corações partidos são os que nos dão força, compreensão e compaixão. Um coração que nunca sofreu é imaculado e estéril e nunca conhecerá a alegria de ser imperfeito.
Eu sou tão abençoado por ter vivido o suficiente para ter meus cabelos grisalhos, e ter os risos da juventude gravados para sempre em sulcos profundos em meu rosto. Muitos nunca riram, muitos morreram antes de seus cabelos virarem prata.
Conforme você envelhece, é mais fácil ser positivo. Você se preocupa menos com o que os outros pensam. Eu não me questiono mais.
Eu ganhei o direito de estar errado.
Assim, para responder sua pergunta, eu gosto de ser velho. Eu gosto da pessoa que me tornei. Eu não vou viver para sempre, mas enquanto eu ainda estou aqui, eu não vou perder tempo lamentando o que poderia ter sido, ou me preocupar com o que será. E eu vou comer sobremesa todos os dias (se me apetecer)."

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Lápides bem humoradas...

O que escrever em seu túmulo se você é...
ESPÍRITA
Volto já.
INTERNAUTA
www.aquijaz.com.br
AGRÔNOMO
Favor regar o solo com Neguvon. Evita Vermes.
ALCOÓLATRA
Enfim, sóbrio.
ARQUEÓLOGO
Enfim, fóssil.
ASSISTENTE SOCIAL
Alguém aí, me ajude!
BROTHER
Fui.
CARTUNISTA
Partiu sem deixar traços.
DELEGADO
Tá olhando o quê? Circulando, circulando...
ECOLOGISTA
Entrei em extinção.
ENÓLOGO
Cadáver envelhecido em caixão de carvalho, aroma Formol e after tasting que denota presença de microorganismos diversos.
FUNCIONÁRIO PÚBLICO
É no túmulo ao lado.
GARANHÃO
Rígido, como sempre.
GAY
Virei purpurina.
HERÓI
Corri para o lado errado.
HIPOCONDRÍACO
Eu não disse que estava doente?!?!
HUMORISTA
Isto não tem a menor graça.
JANGADEIRO DIABÉTICO
Foi doce morrer no mar.
JUDEU
O que vocês estão fazendo aqui? Quem está tomando conta do lojinha?
PESSIMISTA
Aposto que está fazendo o maior frio no inferno.
PSICANALISTA
A eternidade não passa de um complexo de superioridade mal resolvido.
SANITARISTA
Sujou!!!
SEX SYMBOL
Agora, só a terra vai comer.
VICIADO
Enfim, pó!
E, para fechar com chave de ouro, afinal de contas não poderia faltar, pois, por incrível que pareça, graças a Deus eles também morrem...
O ADVOGADO
Disseram que morri.... mas vou recorrer !!!!

domingo, 16 de outubro de 2011

Geração preocupada com o meio ambiente?

Na fila do supermercado, o caixa diz a uma senhora idosa:
- A senhora deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não são amigos do ambiente.
A senhora pediu desculpas e disse:
- Não havia essa mania verde no meu tempo.
O empregado respondeu:
- Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com nosso ambiente.
- Você está certo - responde a velha senhora - nossa geração não se preocupou adequadamente com o ambiente.
Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas umas tantas outras vezes. Realmente não nos preocupávamos com o ambiente no nosso tempo.
Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhávamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisássemos ir a dois quarteirões. Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o ambiente.
Até então, as fraldas de bebés eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.
Naquela época só tínhamos apenas uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV era do tamanho de um lenço, não do tamanho de um estádio, que depois será descartado como? Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós.
Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usávamos jornal amassado para protegê-lo, não plástico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar.
Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina para cortar a grama, utilizava-se uma tesoura que exigia músculos. O exercício era extraordinário e não precisava ir a um ginásio usar máquinas que também funcionam a eletricidade. Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o ambiente.
Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora enchem os oceanos.
Canetas: recarregávamos com tinta umas tantas vezes ao invés de comprar uma outra. Abandonamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos "descartáveis" e poluentes só porque a lâmina ficou sem corte. Na verdade, tivemos uma grande mania verde naquela época.
Naqueles dias, as pessoas apanhavam o bonde ou o ônibus e os meninos iam nas suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima.
Então, não dá até vontade de rir que a atual geração fale tanto em ambiente, mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época?

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Pudim

"Não há nada que me deixe mais frustrada do que pedir Pudim de sobremesa, contar os minutos até ele chegar e aí ver o garçom colocar na minha frente um pedacinho minúsculo do meu pudim preferido. Um só.
Quanto mais sofisticado o restaurante, menor a porção da sobremesa. Aí a vontade que dá é de passar numa loja de conveniência, comprar um pudim bem cremoso e saborear em casa com direito a repetir quantas vezes a gente quiser, sem pensar em calorias, boas maneiras ou moderação...
O PUDIM é só um exemplo do que tem sido nosso cotidiano.
A vida anda cheia de meias porções, de prazeres meia-boca,
de aventuras pela metade.
A gente sai pra jantar, mas come pouco. Vai à festa de casamento, mas resiste aos bombons. Conquista a chamada liberdade sexual, mas tem que fingir que é difícil (a imensa maioria das mulheres continua com pavor de ser rotulada de "fácil").
Adora tomar um banho demorado, mas se contém pra não desperdiçar os recursos do planeta. Quer beijar aquele cara 20 anos mais novo, mas tem medo de fazer papel ridículo. Tem vontade de ficar em casa vendo um DVD, esparramada no sofá, mas se obriga a ir malhar. E por aí vai.
Tantos deveres, tanta preocupação em "acertar", tanto empenho em passar na vida sem pegar recuperação... Aí a vida vai ficando sem tempero, politicamente correta e existencialmente sem-graça, enquanto a gente vai ficando melancolicamente sem tesão...
Às vezes dá vontade de fazer tudo "errado". Deixar de lado a régua, o compasso, a bússola, a balança e os 10 mandamentos. Ser ridícula, inadequada, incoerente e não estar nem aí pro que dizem e o que pensam a nosso respeito. Recusar prazeres incompletos e meias porções.
Até Santo Agostinho, que foi santo, uma vez se rebelou e disse uma frase mais ou menos assim:
'Deus, dai-me continência e castidade, mas não agora...'
Nós, que não aspiramos à santidade e estamos aqui de passagem, podemos (devemos??) desejar vários pedaços de pudim, bombons de muitos sabores, vários beijos bem dados, a água batendo sem pressa no corpo, o coração saciado.
Um dia a gente cria juízo.
Um dia.
Não tem que ser agora.
Por isso, garçom, por favor, me traga: um pudim inteiro, um sofá para eu ver 10 episódios do "Law and Order", uma caixa de trufas bem macias e o Brad Pitt, nu, embrulhado pra presente. OK ??
Não necessariamente nessa ordem.
Depois a gente vê como é que faz para consertar..."
(autoria desconhecida - a Martha Medeiros já declarou em
seu blog que não é dela, como circula por aí...)

domingo, 14 de agosto de 2011

Nossos Velhos

"Pais heróis e mães heroínas do lar. Passamos boa parte da nossa existência cultivando estes estereótipos. Até que um dia o pai herói começa a passar o tempo todo sentado, resmunga baixinho e puxa uns assuntos sem pé nem cabeça. A heroína do lar começa a ter dificuldade de concluir as frases e dá de implicar com a empregada.
O que papai e mamãe fizeram para caducar de uma hora para outra? Envelheceram.... Nossos pais envelhecem. Ninguém havia nos preparado pra isso. Um belo dia eles perdem o garbo, ficam mais vulneráveis e adquirem umas manias bobas.
Estão cansados de cuidar dos outros e de servir de exemplo: agora chegou a vez deles serem cuidados e mimados por nós, nem que pra isso recorram a uma chantagenzinha emocional. Têm muita quilometragem rodada e sabem tudo, e o que não sabem eles inventam. Não fazem mais planos a longo prazo, agora dedicam-se a pequenas aventuras, como comer escondido tudo o que o médico proibiu.
Estão com manchas na pele. Ficam tristes de repente. Mas não estão caducos: caducos ficam os filhos, que relutam em aceitar o ciclo da vida. É complicado aceitar que nossos heróis e heroínas já não estão no controle da situação. Estão frágeis e um pouco esquecidos, têm este direito, mas seguimos exigindo deles a energia de uma usina. Não admitimos suas fraquezas, seu desânimo.
Ficamos irritados e alguns chegam a gritar se eles se atrapalham com o celular ou outro equipamento e ainda não temos paciência para ouvir pela milésima vez a mesma história que contam como se acabassem de tê-la vivido. Em vez de aceitarmos com serenidade o fato de que as pessoas adotam um ritmo mais lento com o passar dos anos, simplesmente ficamos irritados por eles terem traído nossa confiança, a confiança de que seriam indestrutíveis como os super-heróis.
Provocamos discussões inúteis e os enervamos com nossa insistência para que tudo siga como sempre foi. Essa nossa intolerância só pode ser medo. Medo de perdê-los, e medo de perdermos a nós mesmos, medo de também deixarmos de ser lúcidos e joviais. E nós ficamos irritados quando eles esquecem de tomar seus remédios, e ao brigar com eles, os deixamos chorando, tal qual crianças que fomos um dia.
É uma enrascada essa tal de passagem do tempo. Nos ensinam a tirar proveito de cada etapa da vida, mas é difícil aceitar as etapas dos outros... Ainda mais quando os outros são nossos alicerces, aqueles para quem sempre podíamos voltar e sabíamos que estariam com seus braços abertos, e que agora estão dando sinais de que um dia irão partir sem nós.
Façamos por eles hoje o melhor, o máximo que pudermos, para que amanhã, quando eles já não estiverem mais aqui conosco... ... possamos lembrar deles com carinho, de seus sorrisos de alegria e não das lágrimas de tristeza que eles tenham derramado por nossa causa.
Afinal, nossos heróis de ontem... serão nossos heróis eternamente..."
(Marie von Ebner-Eschenbach) (também atribuído a Martha Medeiros. Quem souber ao certo a autoria, me mande o link...)

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Eu, me comportar?

Desde pequena, vi o TARZAN andar pelado.
CINDERELA chegava meia noite.
PINOCCHIO mentia.
ALADIN era ladrão.
BATMAN dirigia a 320km/h.
BRANCA DE NEVE morava com 7 homens.
POPEYE fumava e era todo tatuado.
E o PACMAN corria numa sala escura com música eletrônica comendo pílulas que o deixavam acelerado.
TARDE DEMAIS!
A culpa é da INFÂNCIA!
Uma boa semana!

segunda-feira, 18 de julho de 2011

O aniversário de Naná

Naná, uma senhora de muita idade, pede ao seu filho:
- Filhinho, (o filhinho tem 62 anos, calculem a idade da mãe)
- Sim mamãe, diz o filho....
- Bem, eu queria fazer uma reunião aqui com as meninas, será que você poderia me dar uma ajuda?
- Claro, mamãe. Fique tranquila que eu arrumo tudo...
- Arrumar o que?
- A festa, mãe!
- Ah sim! Já tinha me esquecido.
À tarde, o filho chama a mãe na cozinha e lhe mostra um papel preso à geladeira com uma lista do que fazer:
1- servir chá
2- servir sanduíches
3- servir mais chá
4- servir docinhos
- Que bom! Diz a mãe. Agora não terei problemas. Obrigada filhinho.
Mais tarde, as "meninas" chegam. Naná, como uma boa anfitriã, acomoda as amigas na sala de estar e vai até a cozinha… Vendo a lista, lê:
1- servir chá
Ela leva o chá para as amigas numa bela bandeja.
Depois começam a falar sobre os sucessos atuais (lembrando de 1930...) Passa-se algum tempo e Naná, já meio nervosa, vai novamente a cozinha e lê:
1- servir chá
E serve chá novamente, e assim o faz mais quatro vezes.
Algum tempo depois, as "meninas" vão embora.
Enquanto saem do edifício uma comenta com outra:
- Nossa! Que absurdo! Que má anfitriã é a Naná. Nem um chá nos serviu.
E a outra responde:
- Naná? Que Naná? Nem sei de quem você está falando...
À noite, o filho chega à casa da mãe e acha estranho o fato de todos os sanduíches e docinhos estarem ainda intactos, então pergunta à mãe:
- Mamãe, o que aconteceu? Não gostaram dos sanduíches e dos docinhos?
Ao que a mãe responde:
- Que nada! Você acredita que elas nem apareceram?

sexta-feira, 15 de julho de 2011

De que árvore você caiu?

ÁRVORE DE MAÇÃ
(O Amor)
23 de dezembro a 1º de janeiro e 25 de junho a 4 de julho
De contexto leviana, muito carismática, é uma pessoa chamativa e atrativa, de uma aura agradável, aventureira, sensível, sempre apaixonada, quer amar e ser amada, companheira fiel e terna, muito generosa, de talentos específicos, vive o dia a dia, filosofa despreocupada com a imaginação. Totalmente distraída.
ÁRVORE DE ABETO (O Mistério)
2 a 11 de janeiro e 5 a 14 de julho
É uma pessoa de extraordinário bom gosto, digna, sofisticada, ama a beleza, temperamental, teimosa, tende para o egoísmo, mas se preocupa com as pessoas que estão ao seu redor. É modesta, muito ambiciosa de muitos talentos, criativa, amante insatisfeita, de muitos amigos e inimigos. Muito confiável.
ÁRVORE DE OLMO (A Mentalidade Nobre)
12 a 24 de janeiro e 15 a 25 de julho
Figura agradável, bom gosto em se vestir, de exigências modestas. Tende a não esquecer os erros, alegre, gosta de mandar, porém não obedece, é uma companhia honesta e fiel, gosta de tomar decisões pelos demais, de mentalidade nobre, generosa, com bom humor, prática.
CIPRESTE (A Felicidade)
25 de janeiro a 3 de fevereiro e 26 de julho a 4 de agosto
Forte, adaptável, toma o que a vida tem para dar. É uma pessoa satisfeita, otimista, aspira dinheiro e reconhecimento, odeia a solidão, é uma companhia apaixonada e sempre insatisfeita, fiel, se altera facilmente, não é dócil. É desinteressada.
ÁLAMO (A Incerteza)
4 a 8 de fevereiro, 1º a 14 de maio e 5 a 13 de agosto
É uma pessoa com um alto sentido de estética, não é muito segura de si mesma, valente se for necessário, precisa estar em um ambiente agradável, é muito seletiva, as vezes solitária, muito alegre, de natureza artística, boa organizadora, tenta aprender através da filosofia, confiável em qualquer situação. Assume as relações muito seriamente.
O CEDRO (A Confiança)
9 a 18 de fevereiro e 14 a 23 de agosto
De uma beleza estranha, sabe se adaptar, gosta de luxo, de boa saúde, não é uma pessoa tímida, não gosta de ver muitas pessoas, é segura de si, tem determinação, é impaciente e gosta de impressionar os outros. Tem muitos talentos, criativa, saudavelmente otimista, e vive na espera do único e verdadeiro amor. Capaz de tomar decisões rapidamente.
O PINHEIRO (O Particular)
19 a 28 de fevereiro e 24 de agosto a 2 de setembro
Encanta a companhia agradável, é uma pessoa muito robusta, sabe fazer de sua vida algo confortável, muito ativa, natural, boa companhia, mas nem sempre amistosa, se apaixona facilmente, mas sua paixão se apaga em pouco tempo, se rende facilmente, se decepciona de todo até que encontre seu ideal. É de confiança e de caráter prático.
SALGUEIRO CHORÃO (A Melancolia)
1º a 10 de março e 3 a 12 de setembro
Uma pessoa bela, mas melancólica, atrativa, muito empática, ama as coisas belas e tem bom gosto. Ama viajar, sonhadora sem descanso, caprichosa, honesta, pode ser influenciada, mas é difícil para conviver. Exigente, com boa intuição, sofre no amor, mas as vezes gosta de mentir. É basicamente amigável.
ÁRVORE DE LIMAS (A Dúvida)
11 a 20 de março e 13 a 22 de setembro
Aceita o que a vida lhe dá de uma maneira muito complexa, odeia brigar, o estresse e o trabalho, mas não gosta de preguiça e da ociosidade. É suave e sabe ceder, faz sacrifícios pelos amigos, tem muito talento, mas não o suficiente tenaz para explorá-los. Se lamenta e se queixa um pouco. É uma pessoa muito zelosa e leal.
CARVALHO ROBLE (A Valentia)
21 de março
É uma pessoa robusta, da natureza, valente, forte, implacável, independente, sensível, não gosta de mudanças, mantém seus pés no chão. Gosta de ação.
ÁRVORE DE AVELÃ (O extraordinário)
22 a 31 de março e 24 de setembro a 3 de outubro
É uma pessoa encantadora, não pede nada, muito compreensiva, sabe como impressionar as pessoas. É segura, positivista, ativa na luta por causas sociais, popular, temperamental, amante caprichoso, sensual e excessivamente apaixonado, belo, sensível, honesto e companheiro tolerante, com um sentido de justiça muito preciso. Tem mente aberta.
ÁRVORE DE ROWAN (A Sensibilidade)
1º a 10 de abril e 4 a 13 de outubro
Cheia de encantos, alegre, dá sem expectativas de receber, gosta de chamar atenção, ama a vida, as emoções, não descansa, e inclusive gosta das complicações, é tanto dependente como independente, tem bom gosto, é uma pessoa artística, apaixonada, emocional, boa companhia, não esquece.
ÁRVORE DE ARCE (A Mente Aberta)
11 a 20 de abril e 14 a 23 de outubro
Uma pessoa fora do comum, cheia de imaginação e originalidade, tímida e reservada, ambiciosa, orgulhosa, segura de si mesma, com sede de novas experiências. Algumas vezes nervosa, tem muitas complexidades, possui boa memória, aprende rapidamente, com uma vida amorosa complicada, gosta de impressionar. Deve buscar uma relação séria que encha sua vida, isso lhe fará feliz.
A NOGUEIRA (A Paixão)
21 a 30 de abril e 24 de outubro a 11 de novembro
Implacável, é uma pessoa estranha e cheia de contrastes, não é egoísta, agressiva quando preciso, amorosa, nobre, de horizontes amplos, de reações inesperadas, espontânea, de ambição sem limites, pouco flexível. É uma companhia pouco comum, nem sempre agrada, mas é admirável, comum, gênio estratégico, muito zelosa e apaixonada. Não se compromete se não conhece.
ÁRVORE DE CASTANHAS (A Honestidade)
15 a 24 de maio e 12 a 21 de novembro
De beleza incomum, não deseja impressionar. Com um desenvolvido sentido de justiça, vigorosa, é uma pessoa interessada. Diplomática de nascimento, se irrita facilmente e é sensível com companhia, muitas vezes por insegurança em si mesma. As vezes atua com sentido de superioridade, se sente incompreendida, ama uma só vez. Tem dificuldades para encontrar seu parceiro.
ÁRVORE DE CINZAS (A Ambição)
25 de maio a 3 de junho e 22 de novembro a 1º de dezembro
É uma pessoa excepcionalmente atrativa, vigorosa, impulsiva, exigente, não se importa com as críticas, ambiciosa, inteligente, cheia de talentos, gosta de jogar com o destino, pode ser egoísta, muito confiável e digna de confiança. Amante fiel e prudente, algumas vezes o cérebro controla o coração, mas assume suas relações muito seriamente.
ÁRVORE HORNBEAN (O Bom Gosto)
4 a 13 de junho e 2 a 11 de dezembro
De uma beleza muito franca, se preocupa por sua aparência e sua condição econômica, de bom gosto, não é egoísta, vive de forma mais cômoda possível. De maneira razoável e disciplinada, busca bondade e conhecimento em uma parceria emotiva, sonha com amantes incomuns, aos poucos é feliz com seus sentimentos, desconfia da maioria das pessoas, nunca está segura de suas decisões. Muito consciente.
A FIGUEIRA (A Sensibilidade)
14 a 23 de junho e 12 a 21 de dezembro
Muito forte, é uma pessoa voluntariosa, independente, não permite as contradições ou discussões, ama a vida, sua família, as crianças e os animais, um pouco volátil socialmente, bom sentido do humor, tímida mas um pouco extrovertida. Gosta da ociosidade e da preguiça, tem talento prático e inteligência. Pessoa muito sensual e atrativa ao sexo oposto. Grande elegância e porte.
ÁRVORE DE ABEDUL (A Inspiração)
24 de junho
Uma pessoa vigorosa, atrativa, elegante, amistosa, não é pretensiosa, é modesta, não gosta de excessos, se aborrece com coisas vulgares. Ama a vida, a natureza e a calma, não é muito apaixonada, cheia de imaginação, um pouco ambiciosa, acredita numa atmosfera de calma e satisfação.
A OLIVEIRA (A Sabedoria)
23 de setembro
Ama o Sol, de sentimentos quentes e ternos. Razoável, é uma pessoa equilibrada, evita agressão e a violência, tolerante, alegre, calma, tem um sentido desenvolvido para a justiça, sensível, empática, não conhece o ciúme, lhe encanta a leitura e a companhia de pessoas sofisticadas.
ÁRVORE DE FAIA (A Criatividade)
22 de dezembro
Tem bom gosto, se preocupa com as aparências, materialista, organiza bem sua vida e sua carreira, é uma pessoa econômica, bom líder, não toma riscos desnecessários. É razoável, esplêndida companheira de vida. Gosta de manter a linha (dieta, esportes, etc.).

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